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No dia 20 de janeiro de 1973, morreu assassinado Amílcar Cabral, líder pela independência da Guiné Bissau e Cabo Verde. 41 anos depois, indicamos este livro publicado pela Editora Expressão Popular, que resgata a força do pensamento de quem dedicou a vida à luta contra a opressão. Diante de um regime feroz e assassino, defendeu a crítica das armas e as armas da crítica para conduzir à vitória o Partido Africano da Independência de Guiné-Bissau e Cabo Verde. “É no interior deste pensamento complexo e único que a análise de Patricia Villen ganha força. Seu livro transcende os muros acadêmicos pela temática, pelas opções teóricas e pela coragem intelectual. Sua linguagem não deixa dúvidas: o colonialismo português não foi brando nem ‘civilizado’, e sim uma técnica de extração forçada de dominação racista”, diz Lincoln Secco sobre a obra.