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Entrevista com Maria Teresa, ex-escrava, em 1973

Publicado em 4 de janeiro de 2016

Uma entrevista de 1973, encontrada recentemente por um grupo de estudos de cultura africana, retrata o quão recente na história do Brasil a escravidão está. No ano da gravação, Maria Teresa Bento da Silva estava com 117 anos, e relatou as tradições africanas no dia-a-dia dos escravos, a fuga da fazenda e o Jongo. Leia a transcrição, publicada no blog de um dos participantes da gravação, o Spirito Santo.

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Protesto contra o genocídio da juventude negra

Publicado em 7 de dezembro de 2015

Por Gizele Martins / AdUFRJ Mais de mil pessoas participaram do ato ‘Contra o Genocídio da Juventude Negra’, realizado na tarde desta quinta, 3 de dezembro, no Parque de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro. A manifestação foi convocada com o objetivo de lembrar o que ocorreu no último sábado, dia 28, quando cinco jovens foram assassinadosdentro de um carro pela Polícia Militar, em Costa Barros. Cartazes, músicas, frases e falas marcaram o ato que percorreu algumas ruas movimentadas de Madureira. Inúmeras pessoas que passavam paravam e ouviam as mensagens de revolta contra as mortes e de solidariedade aos familiares das vítimas. Nesta sexta, 4 de dezembro, às 17h, outra manifestação será realizada para lembrar o caso. Esta manifestação também está sendo convocada pela internet e será realizada no Palácio Guanabara. Bruno Rico, estudante de publicidade e morador...

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Inscrições Abertas Oficina Revisitando Zozimo Bulbul

Publicado em 1 de setembro de 2014

INSCRIÇÕES ABERTAS OFICINA REVISITANDO ZOZIMO BULBUL As inscrições para as novas turmas do Ponto de Cultura começaram dia 01 de agosto e vão até dia, 21 de agosto. Leia a Chamada pública e preencha a ficha de inscrição para participar do processo 2014. O Centro Afrocarioca de cinema fica na rua Joaquim Silva, 40 – Lapa – RJ Saiba mais em:...

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Negros são poucos nas telas de cinema e menos ainda atrás da câmera

Publicado em 19 de agosto de 2014

Por Daniele Silveira da Radioagência BdF. Brancos representam 80% dos atores e atrizes das produções cinematográficas de maior bilheteria de 2002 a 2012. Somente 2% desses filmes foram dirigidos por pretos ou pardos, e roteiristas totalizam 4%. Mesmo sendo a maioria da população brasileira, os negros não estão representados nos filmes nacionais. Entre as produções cinematográficas de maior bilheteria dos anos de 2002 a 2012, os brancos compõem a maioria dos atores e atrizes, correspondendo a 80%, enquanto os pretos e pardos totalizam apenas 20%. A constatação foi feita por uma pesquisa da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Intitulado “A Cara do Cinema Nacional”, o estudo demonstrou que a desigualdade é ainda maior quando se faz o recorte de gênero. As mulheres pretas e pardas ocuparam apenas 4% dos papeis de destaque. Não é somente diante das câmeras...

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Onde estão os políticos negros no Brasil?

Publicado em 29 de julho de 2014

“Não posso falar com autoridade no Brasil, mas às vezes não é preciso ser especialista para perceber que alguma coisa está errada em um país cuja maioria é negra e a representação é majoritariamente branca”, diz Angela Davis Por Marcos Sacramento, do site DCM A ausência de negros em cargos políticos e de destaque no Brasil chamou a atenção da filósofa e ativista norte-americana Angela Davis. Nascida no Alabama, Davis foi professora da Universidade da Califórnia e teve ligações com o grupo Panteras Negras, sendo presa por causa disso no início dos anos 70. Uma das principais lideranças femininas na luta pelo direito dos negros nos Estados Unidos, foi homenageada em músicas de John & Yoko (“Angela”) e dos Rolling Stones (“Sweet Black Angel”).Ela foi um dos destaques do Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra, em Brasília. Na sua...

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Discriminação não é Legal

Publicado em 22 de novembro de 2006

Qual a responsabilidade da educação na questão racial no Brasil? Esta é uma das perguntas que nos ficam, após assistirmos a este vídeo-documentário dirigido por Daniel Caetano. Nele, alunos e educadores da rede pública de ensino apresentam três esquetes teatrais, cujo conteúdo é comentado por especialistas em educação e representantes de instituições do movimento negro. A escola não é a única responsável pela consolidação de estigmas, mas pode e deve evitar a expansão da discriminação e do preconceito.  Para isso, é necessário abrir o diálogo sobre o tema, nas escolas, e apoiar a formação continuada dos educadores com a produção de materiais que tragam subsídios para a discussão em torno da questão racial. Além dos depoimentos de lideranças do movimento negro e educadores, o vídeo traz também o testemunho dos próprios alunos.  Indicação de uso: Escolas, universidades, pais, professores,...

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