Assuntos

Reforma trabalhista: por que os trabalhadores aceitaram calados?, por Claudia Santiago

Publicado em 14 de julho de 2017

No dia 11 de julho de 2017, os senadores brasileiros confirmaram o que já havia sido decidido na Câmara dos Deputados: a CLT tinha que acabar. Cumpriu-se nessa data o que  Fernando Henrique Cardoso decretou em seu primeiro governo, iniciado em 1994. Na época, o então presidente afirmou a necessidade de pôr um fim à Era Vargas. O fim da Era Vargas era a privatização das empresas estatais. O fim da era Vargas era o fim da CLT. As privatizações foram feitas. Os direitos trabalhistas, porém, sobreviveram – aos trancos e barrancos. Mas seu fim já estava decretado. E nesta terça-feira, 11 de julho, os senadores brasileiros deram o golpe fatal que liquidou com garantias básicas para aqueles que vivem do trabalho. Espantosamente, os trabalhadores não reagiram. Não foram às ruas nesse dia. Assistiram a tudo calados. Por que?...

Saiba mais

A nova classe do setor de serviços e a uberização da força de trabalho, por Marcio Pochmann

Publicado em 13 de julho de 2017

[Por Marcio Pochmann para Revista do Brasil] O colapso no padrão de financiamento da economia nacional logo no início da década de 1980, com a crise da dívida externa, levou à adoção de programas de ajustes macroeconômicos que até hoje inviabilizam a retomada plena do crescimento econômico sustentado. No cenário aberto da semi-estagnação que prevaleceu, com fortes e rápidas oscilações nas atividades econômicas, o país terminou por romper com a fase de estruturação da classe trabalhadora vigente durante a dominância da sociedade urbana e industrial. Desde os anos 1990, com a adoção do receituário neoliberal, o precoce movimento da desindustrialização da economia nacional se generalizou acompanhado do surgimento de uma nova classe trabalhadora de serviços. Isso porque se passou a assistir a expansão considerável do setor terciário, especialmente no âmbito dos pequenos empreendimentos no Brasil, portador de um inédito e...

Saiba mais

Sindipetro-NF: 20 anos de histórias reunidas em livro editado pelo NPC

Publicado em 10 de julho de 2017

Foi lançado no dia 27/06, durante o 13º Congrenf, o livro “20 anos do Sindipetro-NF: uma história de lutas”. O livro foi produzido pelo Núcleo Piratininga de Comunicação em parceria com o Sindipetro-NF e conta a história do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense desde a sua gestação, na dura e combativa década de 1990, até os dias...

Saiba mais

FISENGE e NPC lançam cartilhas sobre Reforma Trabalhista e Reforma da Previdência

Publicado em 10 de julho de 2017

Depois da cartilha “Reforma Trabalhista para quem?”, foi lançada, na semana passada, “Reforma da Previdência: informação e luta por uma seguridade social pública”. Esse trabalho é mais uma parceria da FISENGE com o Núcleo Piratininga de Comunicação. Seguimos juntos no esforço de fortalecer a luta dos trabalhadores contra as reformas que estão tramitando no Congresso Nacional e que podem retirar direitos conquistados ao longo de muitos anos. Para ler “Reforma Trabalhista para quem?”, acesse: https://drive.google.com/…/0B-8AZXzPqUAbaU1aZEQ0T0NiTjg/view Para ler “Reforma da Previdência: informação e luta por uma seguridade social pública”,...

Saiba mais

Saiu a 105ª edição do Jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá (JAAJ)

Publicado em 3 de julho de 2017

  Saiu a edição de número 105 (junho de 2017) do seu jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá (JAAJ). Nela você encontra diversas noticias do seu bairro, veja algumas delas: De cada 100 pessoas assassinadas, 71 são negras; Dia Mundial do Meio Ambiente: Água em Jacarepaguá tem dono? PEPB e suas riquezas naturais e culturais; Hospital Santa Maria está abandonado; Castelo do Vinho tem também recital de poesia e exposição de arte; Escoteiros em ação nas estações do BRT de Jacarepaguá. Poesia: Cidade de Deus é um trem de cultura Leia a edição de número 105 do JAAJ,...

Saiba mais

Militarização o tempo inteiro – Entrevista com Patrícia Oliveira

Publicado em 28 de junho de 2017

Patrícia Oliveira é uma das fundadoras da Rede de Comunidades Contra a Violência. [Por Gizele Martins* – Instituto PACS – 23.06.2017]  Patrícia Oliveira é militante desde muito cedo. Irmã de um dos sobreviventes da Chacina da Candelária, ocorrida em 1993, ela é defensora de direitos humanos e uma das fundadoras da Rede de Comunidades Contra a Violência, criada em 2004. Atualmente Patrícia integra o Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura, cujo principal objetivo é a “identificação do risco de tortura” a partir do monitoramento de centros de privação de liberdade. Por ser uma das grandes referências no tema da segurança pública no Rio, convidamos Patrícia para falar um pouco sobre a militarização e como as várias expressões do racismo institucional dificultam e impedem a vida da população negra e favelada do Rio de Janeiro. Nesta entrevista, ela...

Saiba mais
Página 1 de 1.01012345...102030...Última »