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	<title>NPCDiário da Pandemia na Periferia | NPC</title>
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	<title>Diário da Pandemia na Periferia | NPC</title>
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		<title>Ouça a voz de um jovem preto e favelado</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 13:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 417]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Nice Lira*] “Não é porque uma pessoa tem a cor diferente, que ela é inferior, ou que vá ferir os outros”. Essas foram as palavras de Yago da Silva Andrade, 13 anos, meu filho, ao ser perguntado sobre o racismo. O texto de hoje é diferente, não pelo assunto, mas pela vivência. Hoje trago a voz de um pré-adolescente sobre tudo que falei nos textos anteriores, pois eu precisava externar e compreender os sentimentos do meu filho, diante do meu medo. Yago é um jovem que cresceu dentro de casa, sem muito contato com crianças da idade dele, a não ser, os amigos da escola. Por conta do meu medo, sempre fiz de tudo para protegê-lo, e o que sempre achei ideal era deixá-lo dentro de casa. Sendo assim, ele nunca conheceu pessoalmente a maldade das pessoas. &#124; Leia a matéria completa. ]]></description>
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		<title>Fiocruz diz que Brasil vive “maior colapso sanitário e hospitalar da história”: entenda os motivos</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 20:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[boletim 415]]></category>
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		<description><![CDATA[O mês de março tem sido o período mais letal da pandemia de Covid-19 no Brasil, com média de 1.861 mortes por dia. Entre os dias 1º e 19 desse mês, foram registrados 35.372 óbitos pela doença, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS). Além da letalidade, o aumento no número de novos casos diários e os altos índices de ocupação dos leitos hospitalares indicam que março superou os picos anteriores da doença, registrados em agosto e dezembro do ano passado. Leia a matéria de Jaqueline Suarez no Diário da Pandemia na Periferia: https://bit.ly/3cTJvB7. 

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		<title>Baixada tem os municípios com as maiores taxas de letalidade pela covid-19 no Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 12:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 410]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Redação/Brasil de Fato (RJ)] Os municípios da Baixada Fluminense têm as maiores taxas de letalidade (proporção entre o número de doente e de mortos) pela covid-19 em todo o estado do Rio de Janeiro. Um estudo da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) mostra São João de Meriti e Nilópolis com os índices mais altos (12,8% e 11,6%, respectivamente) de óbitos entre infectados. Os dados, que vêm sendo analisados desde abril pelo Laboratório Integrado de Geografia Física Aplicada (LiGA), da UFRRJ, também apontam Mesquita (11,6%), a capital fluminense (10,3%), Nova Iguaçu (9,1%), Seropédica (7,5%) e Duque de Caxias (7,3%) com alta letalidade. &#124; Leia a notícia completa. ]]></description>
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		<title>O confronto no morro do São Carlos contado por quem vive: o relato de uma favelada</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 19:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 409]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Jaqueline Suarez/NPC] Desde quarta-feira (26/08), quando o confronto no Complexo do São Carlos (RJ) teve início, tiros têm sido ouvidos diariamente na região. O cerco da Polícia Militar no entorno das favelas invadidas e também naquelas de onde teria partido a invasão não tranquiliza os moradores, pelo contrário. O favelado sabe que a presença de policiais representa a possibilidade de um confronto a qualquer momento. &#124; Leia a matéria completa. ]]></description>
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		<title>Artistas relatam as dificuldades impostas pela pandemia aos seus trabalhos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 19:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Euro Mascarenhas/NPC] Durante uma viagem de metrô quem nunca teve a rotina quebrada por um show de hip-hop em pleno vagão? Ou então foi surpreendido por inspirados poetas das “quebradas”, com o peito inflado de versos, questionando justamente o nosso dia a dia? Estes artistas que embalavam o percurso de muitos, hoje se veem em uma situação complicada durante a pandemia de coronavírus, já que o tal home-office não é uma coisa tão simples de ser adaptada ao ofício que cumprem. &#124; Leia a matéria completa.]]></description>
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		<title>Pandemia impõe desafios à mobilização da juventude</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 18:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 408]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Elaine Dal Gobbo/Século Diário] A gestão do biênio 2018-2020 do Conselho Estadual de Juventude (Cejuve) do ES chega ao fim e os novos conselheiros terão como um de seus maiores desafios mobilizar os jovens em meio à pandemia da Covid-19, sem a criação de uma vacina, afirma o presidente do Cejuve, Miguel Intra. A falta de acesso à internet por boa parte da juventude, notadamente negra, periférica e rural, é um fator que dificulta a garantia do debate em torno das políticas públicas com foco nos jovens. &#124; Leia a matéria completa. ]]></description>
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		<title>Entregadores antifascistas do Rio lançam a plataforma de serviços “Despatronados”</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 18:09:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Euro Mascarenhas/NPC] O mês de julho foi marcado por um evento histórico. Pela primeira vez no Brasil, os trabalhadores dos serviços de entrega por aplicativos digitais resolveram fazer uma greve. A chamada “breque dos apps”, que aconteceu nos dias 1 e 25 de julho, denunciou a exploração que sofrem os entregadores e que só veio a piorar com o período de pandemia. Como resposta a esta situação, o grupo de entregadores antifascistas do Rio de Janeiro lançou uma plataforma de entregas própria com o nome sugestivo de Despatronados. &#124; Leia o texto completo. ]]></description>
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		<title>ONG do Vidigal sofre prejuízos ao ser alvejada por tiros pela PM</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 18:07:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Bárbara Nascimento/Portal Favelas] O tiroteio ocorrido no Vidigal, na noite do dia 28, deixou um morador ferido e uma instituição social alvejada. O Largo do Santinho, área de concentração do comércio local, foi o palco do confronto entre policiais e trafcantes. Ali, logo em frente, está localizada a ONG Grupo de Ação Social Comunitária, GASCO, importante na prestação de ajuda humanitária durante a pandemia. &#124; Leia o artigo completo. ]]></description>
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		<title>Solidariedade em Manguinhos: Mulheres lideram ações sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 17:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 407]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Thaís Cavalcante/NPC] Se tem uma coisa que a pandemia mostrou, além do descaso e da incompetência do atual governo, foi bem a força e a vitalidade da organização popular. Incontáveis iniciativas mobilizadoras surgiram nas favelas, morros e comunidades buscando socorrer aqueles que se encontram em dificuldades para sobreviver depois que perderam sua renda por causa do isolamento social. &#124; Leia a matéria completa. ]]></description>
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		<title>Sobrevivendo à pandemia e aos (des)governos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 17:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 407]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Well Castro/NPC] Com o avanço da pandemia do coronavírus no Rio de Janeiro, grupo da Zona Oeste estão se organizando para atuar no combate à crise e na ajuda aos que precisam. É o caso dos coletivos "Lata Doida", 'Fazer o Bem Sem Olhar a Quem" e "Margarida Maria Alves". &#124; Leia o texto completo.]]></description>
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		<title>Corrida às compras e falta de estrutura deixa funcionários de shoppings em risco na pandemia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 21:40:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 406]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Jaqueline Suarez/NPC] Corrida às compras e falta de estrutura deixa funcionários de shoppings em risco na pandemia: O aviso de reabertura da loja surgiu na tela do WhatsApp por volta das 22h. Depois de quase três meses de portas fechadas, o shopping em que Lucas Silva* trabalha reabriu no dia 11 de junho, feriado religioso e véspera do dia dos namorados. O local, que antes da pandemia sempre tinha um movimento pequeno, encheu. As cenas de corredores e lojas lotadas se repetiram em vários outros shoppings. Leia a matéria completa da jornalista Jaqueline Suarez no Diário da Pandemia na Periferia. ]]></description>
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		<title>Os &#8216;Negros da Terra&#8217;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 21:39:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 406]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Moisés Ramalho] No último dia 23 de junho, tais quais animais selvagens, dois jovens yanomami foram caçados e abatidos a tiros por garimpeiros na região do alto rio Parima, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. Três outros rapazes, que os acompanhavam, armados apenas com arco e flechas, só escaparam da morte porque conseguiram fugir da emboscada e não foram alcançados pelos assassinos. Este foi apenas mais um episódio de uma tragédia, o genocídio yanomami, que se aproxima do desfecho se nada for feito. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>“Se a gente não pode fazer carnaval agora, a gente vai ajudar com sustentabilidade”</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 21:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 406]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Euro Mascarenhas/NPC] Com sua quadra localizada entre os morros do Pinto e da Providência, na rua Waldemar Dutra, o bloco Fala Meu Louro tem uma rica memória e uma longa história que começa a ser escrita na década de 1920. O bloco é um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro. Ao longo do ano mantém outras atividades como oficina de perna de pau, percussão e rodas de samba. Com a pandemia do Covid-19, o espaço suspendeu sua agenda cultural, mas continua agindo. Todos os esforços estão concentrados em atender as necessidades dos moradores do Pinto e Providência. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>17/04/20: Como a África está enfrentando o coronavírus</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 400]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Waleiska Fernandes, da Cidade do Cabo &#124; publicado por Terra Sem Males] Na semana passada, enquanto no Brasil havia corrida por ovos de Páscoa nos supermercados, na África do Sul, o artigo nem à venda estava. Isso porque o governo sul-africano determinou que tudo fosse recolhido dos mercados desde a última semana de março, quando foi decretado o estado de fechamento do país (Lockdown) para a contenção da propagação do coronavírus. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>16/04/20: Moradores denunciam estado de abandono nas favelas do Rio Pequeno (SP)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 400]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Vitória Guilhermina - Edição: Ronaldo Mattos / Desenrola e Não Me Enrola] O Rio Pequeno é o distrito mais populoso da Subprefeitura do Butantã. É sobre a vida nas Favelas da São Remo e da ‘1010’ que o Desenrola abre a série de reportagens ‘cidade dos direitos invisíveis’, na qual vamos percorrer as periferias e favelas das quatro regiões de São Paulo, contanto histórias de moradores, para entender como é a vida nos distritos que possuem os maiores indicadores de aglomeração de moradias e habitantes durante a pandemia de coronavírus, com base em dados publicados pelo Censo 2010, que completam 10 anos de existência em 2020. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>15/04/20: Coronavírus em São Gonçalo: MTST acode a população de rua</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares/NPC] A Pandemia de Covid 19 explicitou a falta de políticas de apoio à população em situação de rua em São Gonçalo, cidade da região metropolitana do Rio. No bairro de Santa Luzia, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) tenta compensar a falta de assistência pública com um trabalho semanal de distribuição de comida a essas pessoas. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>14/04/20: &#8220;O paciente renal sabe que pode morrer se não fizer a hemodiálise, mas hoje é muito mais assustador&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Euro Mascarenhas/NPC] Obrigatoriamente uma pessoa que sofre de doença renal crônica precisa fazer diálise três vezes por semana. Ela não pode faltar a este procedimento pois, caso contrário, ficará com o corpo inchado de líquido, o que pode levar a óbito. Isto torna o serviço de hemodiálise fundamental. Mesmo em meio à pandemia do Coronavírus (Covid-19), clínicas especializadas em realizar o tratamento não podem parar. Outra preocupação é que a fragilidade dos doentes renais crônicos os coloca no grupo de risco da doença. Rita Lima é assistente social e atua em duas destas clínicas no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ). &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>13/04/20: Movimentos se unem para doação de alimentos</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 17:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Juliana Gomes, aluna da turma de 2020 do Curso de Comunicação Popular do NPC] Hoje, 13/04, distribuímos parte de nossa produção para mulheres e familiares moradores da rua do Meio e adjacências, em Belford Roxo. São mulheres catadoras e diaristas que estão sem trabalhar. Foi uma ação entre MST, Rede Ecológica, Adufrj e amigas e amigos do MST que subsidiaram a ação comprando nossa produção a preço de roça, que é o menor preço possível para que a gente pudesse entregar estes alimentos. Pretendemos voltar daqui a 15 dias. Quem quiser contribuir, será lindo!]]></description>
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		<title>13/04/20: Homem de 61 anos pode ser a primeira vítima em Rio das Pedras</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 16:58:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Fernanda Calé/NPC] Um homem de 61 anos, morador da Areinha, teria sido a primeira vítima do novo Corona vírus na comunidade de Rio das Pedras. Segundo a viúva da vítima os sintomas apareceram no dia 27 de março, ele foi internado no hospital Municipal Ronaldo Gazolla e morreu neste domingo. O homem que trabalhava e vivia na comunidade fez o teste para COVID-19 no último dia 8, quarta-feira, e a família ainda aguarda o resultado. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>10/04/20: Higienização no Santa Marta é interrompida por falta de água</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2020 16:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima/ NPC] Desde sábado (04/04), um mutirão de moradores, por conta própria, desinfecta becos e vielas do Morro Santa Marta, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. Mas, nesta quinta-feira (09/04), sem água, o “corre” voluntário teve que ser interrompido.


Em diversas periferias do Rio, o enfrentamento ao Covid-19 vem sendo feito própria comunidade ao invés do Estado. Inclusive, diante da falta de acesso ao básico: o direito à agua e saneamento. De acordo com Thiago Firmino, morador do Santa Marta, “durante a semana a falta de água tem sido frequente”. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Cadê a água, Cedae? Higienização no Santa Marta é interrompida por falta de água</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2020 16:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciativa de morador foi boicotada pela falta d'água na comunidade]]></description>
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		<title>O efeito dominó da falta de renda na vida dos moradores do Chapadão</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 18:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Ana Lúcia Vaz] “Parece aquele dominó, que uma peça cai e vai derrubando as outras”. É assim que Inessa Lopes descreve as dificuldades enfrentadas pelos moradores do complexo do Chapadão, na Pavuna. Inessa faz parte da coordenação do MCP que, além da Escola Jardim da Comunidade (EJC) e da creche comunitária, promove ações de geração de emprego e renda para adultos, que incluem um mercadinho coletivo e um banco comunitário. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Nova Brasília: “Aqui tem famílias com até 12 filhos”, diz Mariluce Mariá</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 18:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima] “A questão aqui é que não pode espalhar! Tem famílias com até 12 filhos”. Essa é a constatação da ativista e comunicadora popular Mariluce Mariá de Souza, moradora da favela de Nova Brasília, no Complexo do Alemão, sobre a pandemia do Covid-19 nas favelas. Ela coordena o projeto Favela Art, que atende 300 crianças nas favelas do Capão Redondo, Inferno Verde, Palmeiras e Matinha, todas do conjunto do Complexo do Alemão. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Santa Marta é a primeira favela do Rio sanitizada contra Covid 19</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 18:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima/NPC] Thiago Firmino, guia de turismo em favela, cria do Morro Santa Marta, na zona sul do Rio, é protagonista de ação de combate ao novo coronavírus na cidade. Por conta própria, ele teve a ideia de higienizar os becos e vielas do Santa Marta contra o Covid-19, inspirado em ação da China e da prefeitura de Niterói, que sanitizou, no fim de março, três comunidades na cidade. Testes no Santa Marta começaram no sábado e o equipamento passou a ser usado no domingo (05/04). “Eu estava ajudando na distribuição de cestas e de conseguir doação, mas depois fiquei pensando que se tudo tiver sujo, muita gente pode morrer! Não dá pra esperar o Estado. Não tá fazendo nem na pista, que dirá aqui no morro”, afirma. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Moradores do Morro do Divino, na Praça Seca, seguem orientações da OMS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 17:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima/NPC] Medo, isolamento, comércio fechado, ruas desertas, solidariedade, desemprego e muita incerteza do futuro. É o que revela Antonieta Simões, 39 anos, ex-aluna do Curso de Comunicação do NPC, trabalhadora terceirizada e mãe de dois filhos. Ela apresenta a realidade da quarentena de uma família de classe baixa do subúrbio e de vizinhos e amigos do Morro do Divino, comunidade onde ela morou por cinco anos. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>‘Os agentes de saúde estão fazendo muita falta’, diz morador do Fumacê</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 17:52:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Carolina Vaz] Wellington Castro tem 36 anos. Ex-aeroviário, atualmente está desempregado. Mora no Fumacê, em Realengo. E é sobre vida no Fumacê durante a pandemia que iremos conversar aqui. Essa entrevista foi feita em 25/03/2020. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Autônoma, mãe e em quarentena: moradora do Fallet aguarda auxílio para garantir subsistência</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 17:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares/NPC sob supervisão] Nice Lira, jornalista, 31 anos e moradora do Fallet, que fica em Santa Teresa, região central do Rio. Vivem ela e o filho de doze anos, que tem bronquite e asma, com a mãe, de 64, e atualmente, a única com renda fixa na família. Como muitos brasileiros que cansaram de esperar o tão sonhado emprego de carteira assinada, Nice criou um cadastro de MEI (Microempreendedor Individual), para formalizar possíveis freelas, e garantir direitos trabalhistas básicos. Atualmente, cumpre um tipo de aviso prévio, pois seu contrato será rescindido ao fim do mês devido à quarentena. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Morro do Pinto carece de prevenção</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 17:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares] Hioran Barcala (29) mora no Morro do Pinto, no bairro Santo Cristo, próximo à Gamboa, na zona portuária do Rio de Janeiro. Produtor cultural, ele é membro do Coletivo MP e da Escola de Samba Fala meu Louro. Hioran está em casa desde o dia 15 de março, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde. Tem se desdobrado entre manter a rotina em casa, o home office, e a distribuição de 150 cestas básicas para famílias menos favorecidas na comunidade. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Na Maré, ameaça à saúde evidencia problemas negligenciados há décadas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 17:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 399]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares, com supervisão de Claudia Santiago] Diana (23) é jovem, estuda, tem água potável em casa e saneamento básico. Tem um probleminha de rinite alérgica, que pra ela não incomoda muito. Mesmo estando fora do grupo de risco do Covid 19 (o novo Corona vírus, que até o fechamento desta matéria já contaminou mais de três mil e quinhentas pessoas), ela está em casa, fazendo isolamento voluntário. Ela e a mãe, 49 anos, professora da rede pública, estão em casa há oito dias. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Moradores do Morro do Borel fazem quarentena</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 16:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 399]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima] “É aquele negócio: não vai ser um na família ou apenas uma família que vai pegar, porque as pessoas vivem de fato em casa pequenas com muita aglomeração de pessoas. Quando alguém pegar, acabou. É o pobre que vai ser mais afetado. Não quero nem pensar quando chegar aqui. A gente da favela já é discriminado. Acho que com o coronavírus a gente pode ser mais criminalizado ainda”, afirma Maria Dalva, moradora do morro do Borel. &#124; Continue lendo.  ]]></description>
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		<title>Formiga trabalha para enfrentar os tempos de crise</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Ana Lúcia Vaz] No morro da Formiga o movimento não parou, mas reduziu muito. Uma parte da população foi liberada do trabalho e está em casa, aproveitando para fazer aquelas tarefas domésticas que ficam sempre adiadas por falta de tempo. Mas muita gente não foi liberada. São entregadores de jornal, trabalhadores em setores estratégicos, mas também domésticas que não forma dispensadas pelos patrões e trabalhadores informais que não têm como sobreviver se não trabalhar. “A gente sabe como são as relações trabalhistas: a galera que é o elo fraco da corrente é a que fica mais vulneráveis. São tratadas como peças da engrenagem que, se ficarem inutilizadas, vão ser substituídas”, lamenta André Leonardo. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>O dia a dia dos moradores da Ocupação Vito Giannotti</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Sheila Jacob] Além das periferias, as ocupações urbanas também levantam a preocupação quanto à possibilidade de manter as dicas de isolamento social e de higiene. Além disso, muitos moradores, que são trabalhadores informais, já estão sentindo no bolso as dificuldades desse momento. O “Diário da pandemia na periferia” conversou com Angela Cassiano, da Central de Movimentos Populares (CMP), e Genilson Xavier de Medeiros, do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Ambos são moradores da ocupação Vito Giannotti. A ocupação tem quatro anos e fica no bairro do Santo Cristo, zona portuária do Rio. Recebeu esse nome em homenagem ao metalúrgico e comunicador popular-sindical que é um dos fundadores do NPC. Além dos dois movimentos citados, a ocupação também é organizada pela União Nacional de Moradia Popular (UMP). &#124; Continue lendo.]]></description>
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		<title>O isolamento infantil pode proteger a população economicamente ativa</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares, com supervisão de Claudia Santiago] Profissional da educação, mãe e com pais idosos, moradora de um condomínio minha casa minha vida no Anil acredita que o distanciamento social é útil para evitar que crianças peguem e transmitam o vírus. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Complexo do Alemão toma medidas contundentes contra a Covid 19</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima] “O governo já decidiu que prefere que a gente morra. Se a gente que mora nas favelas e periferias do Brasil, não se organizar pra DIMINUIR O IMPACTO, já era. É tragédia anunciada, sem exagero”. O desabafo é de Rene Silva, fundador do jornal Voz das Comunidades, no Twitter. Neste cenário, a ONG Voz das Comunidades, do Complexo do Alemão, criou uma campanha para ajudar as famílias mais pobres do conjunto de favelas a enfrentar o Covid-19, com um novo pedido: que as doações sejam feitas através de transferências, priorizando depósito bancário e a plataforma PicPay, para evitar que mais pessoas se ponham em risco nas ruas. &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>Os mais jovens se cuidam melhor do que os mais velhos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Boletim 399]]></category>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares, sob a supervisão de Claudia Santiago] Felipe dos Santos está em casa há oito dias. A gráfica onde ele trabalha deu férias coletivas para colaborar com o isolamento social. As únicas vezes em que ele sai de casa, na comunidade da  Boiuna, sub bairro da Taquara, é quando vai ao mercado no centro do bairro, ou para acompanhar a esposa ao ponto de ônibus de madrugada. Nutricionista, ela trabalha em um hospital público, em período de doze por 60 horas. Apesar de ser hipertensa, a direção não a liberou do serviço, nem ofereceu equipamento de proteção individual. “Ela teve que comprar por 100 reais um pacotinho de máscara.” &#124; Continue lendo. ]]></description>
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		<title>O cotidiano na Praça Seca</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:54:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Por Amanda Soares, supervisionada por Claudia Santiago] Para a primeira entrevista da série “Diário da pandemia na periferia”, conversamos com Bruno Lima, morador do morro São José Operário, no bairro Praça Seca, Zona Oeste do Rio, que até outro dia tinha outro problema: falta d’água. Bruno tem 36 anos mora com os pais e o irmão no morro São José Operário. &#124; Continue lendo.  ]]></description>
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