<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>NPCMemória | NPC</title>
	<atom:link href="https://nucleopiratininga.org.br/category/boletim-npc/memoria/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://nucleopiratininga.org.br</link>
	<description>Núcleo Piratininga de Comunicação</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 15:20:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512-32x32.png</url>
	<title>Memória | NPC</title>
	<link>https://nucleopiratininga.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
		<item>
		<title>21 ANOS SEM JUSTIÇA: BAIXADA FLUMINENSE ROMPE O SILÊNCIO NA PRAÇA DOS DIREITOS HUMANOS</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/21-anos-sem-justica-baixada-fluminense-rompe-o-silencio-na-praca-dos-direitos-humanos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/21-anos-sem-justica-baixada-fluminense-rompe-o-silencio-na-praca-dos-direitos-humanos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 17:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 481]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Nossos-mortos-tem-voz.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=44488</guid>
		<description><![CDATA[Famílias de vítimas, movimentos sociais e defensores de direitos humanos se reúnem no dia 31 de março para não deixar o Brasil esquecer a maior chacina já registrada na história do Rio de Janeiro. No próximo 31 de março de 2026, a partir das 17 horas, a Praça dos Direitos Humanos, em Nova Iguaçu, será o centro de uma mobilização que reúne famílias de vítimas, organizações de direitos humanos, movimentos sociais, artistas e a população da Baixada Fluminense em um ato público de memória, denúncia e resistência. O evento marca os 21 anos da Chacina da Baixada Fluminense — uma das maiores chacinas já registradas na história do Rio de Janeiro — e é organizado pela Associação Fórum Grita Baixada (AFGB), pela Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência de Estado da Baixada Fluminense e pela Rede de Educação Popular da Baixada Fluminense. &#124; Saiba mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/21-anos-sem-justica-baixada-fluminense-rompe-o-silencio-na-praca-dos-direitos-humanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Centro de Documentação e Memória da Fundação Grabois disponibiliza acervo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/centro-de-documentacao-e-memoria-da-fundacao-grabois-disponibiliza-acervo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/centro-de-documentacao-e-memoria-da-fundacao-grabois-disponibiliza-acervo/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 12:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 480]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2026/03/tribuna-operaria.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=44403</guid>
		<description><![CDATA[O Centro de Documentação e Memória da Grabois consolida-se como um dos principais guardiões da memória do movimento comunista e das lutas sociais no Brasil. Com reorganização estrutural e ampliação do acesso, o CDM disponibiliza parte significativa do acervo online e mantém consulta presencial mediante agendamento. São milhares de documentos, periódicos históricos, fotografias e materiais que ajudam a compreender 103 anos de história política.

Para acessar, basta clicar. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/centro-de-documentacao-e-memoria-da-fundacao-grabois-disponibiliza-acervo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro conta história de “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco”</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/livro-conta-historia-de-mulheres-e-resistencias-caminhos-de-insubmissao-nos-arquivos-da-delegacia-de-ordem-politica-e-social-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/livro-conta-historia-de-mulheres-e-resistencias-caminhos-de-insubmissao-nos-arquivos-da-delegacia-de-ordem-politica-e-social-de-pernambuco/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 16:37:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 478]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2026/01/mulheres-e-resistencia.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=44203</guid>
		<description><![CDATA[Em 1931, foi criada, em Pernambuco, a Seção de Ordem Política e Social, junto com a Secretaria da Segurança Pública do estado; e, em 1934, a Inspetoria de Ordem Política e Social. Um ano depois, a Delegacia de Ordem Política e Social, a famosa DOPS, que só foi extinto em 1990, por decreto do então governador Miguel Arraes.

Lançado no final de 2025, o livro online “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” mergulha nos arquivos dos anos iniciais da DOPS até 1946 com um recorte original: as mulheres que foram fichadas em Pernambuco durante a ditadura do Estado Novo, os anos mais autoritários de Getúlio Vargas no poder. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/livro-conta-historia-de-mulheres-e-resistencias-caminhos-de-insubmissao-nos-arquivos-da-delegacia-de-ordem-politica-e-social-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Niterói Operária: trabalhadores, política e lutas sociais (1942-1964)&#8221; </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/niteroi-operaria-trabalhadores-politica-e-lutas-sociais-1942-1964/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/niteroi-operaria-trabalhadores-politica-e-lutas-sociais-1942-1964/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 16:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 478]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Captura-de-Tela-2026-01-13-as-16.43.38.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=44201</guid>
		<description><![CDATA[A professora da Educação Básica do município de Niterói e do estado do Rio de Janeiro,  Luciana Pucu Wollmann, lançou, em 2025, no Sindicato dos Operários Navais, em Niterói, o livro "Niterói Operária: trabalhadores, política e lutas sociais (1942-1964)". Em 2021, ainda como monografia, o trabalho foi vencedor do Concurso de Monografias realizado pelo Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro (APERJ). O livro é fruto da tese de doutorado desenvolvida por Luciana no Programa de Pós-Graduação em História, Política e Bens Culturais do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da Fundação Getúlio Vargas (FGV CPDOC).]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/niteroi-operaria-trabalhadores-politica-e-lutas-sociais-1942-1964/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prédio da reitoria do Colégio Pedro II é renomeado em homenagem a ex-aluno assassinado pela ditadura </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/predio-da-reitoria-do-colegio-pedro-ii-e-renomeado-em-homenagem-a-ex-aluno-assassinado-pela-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/predio-da-reitoria-do-colegio-pedro-ii-e-renomeado-em-homenagem-a-ex-aluno-assassinado-pela-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 14:12:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 477]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=44123</guid>
		<description><![CDATA[No dia 2 de dezembro, o Colégio Pedro II, tradicional instituição de ensino do Rio de Janeiro, completou 188 anos de fundação. Uma das várias atividades para comemorar a data foi a inauguração do letreiro renomeando o prédio da Reitoria, que agora passa a se chamar “Pavilhão Lincoln Bicalho Roque”. Essa é uma homenagem ao ex-aluno da instituição, que foi assassinado em 13 de março de 1973 pela ditadura civil-militar brasileira. A solenidade contou com a presença de Tatiana Roque, atual secretária municipal de Ciência e Tecnologia do Rio, filha de Lincoln. 

O que contribuiu muito para a aprovação da medida foram as pesquisas feitas pelo Projeto de Iniciação Científica Jr. “Ditadura nunca mais: o CPII enquanto espaço de memória”. O projeto é desenvolvido por estudantes do Ensino Médio do campus São Cristóvão III, sob orientação dos professores Diego Ramalho (Filosofia) e Lia Gautério (Artes Visuais).]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/predio-da-reitoria-do-colegio-pedro-ii-e-renomeado-em-homenagem-a-ex-aluno-assassinado-pela-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Já no ar o penúltimo episódio da série Nunca Mais</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ja-no-ar-o-penultimo-episodio-da-serie-nunca-mais/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ja-no-ar-o-penultimo-episodio-da-serie-nunca-mais/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 476]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/08/nunca-mais.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43963</guid>
		<description><![CDATA[Transformado em fenômeno editorial, o Brasil: Nunca Mais não demoraria para despertar a ira dos militares. Principalmente depois que a imprensa passou a destacar em suas páginas as denúncias feitas pelo projeto, inclusive uma lista com 444 nomes de torturadores. Nos Estados Unidos, um jornalista não apenas publicou duas reportagens na revista New Yorker como escreveu um livro sobre o assunto e o transformou em roteiro de filme. Em pouco tempo, nada menos do que três livros foram escritos por agentes da repressão em resposta ao livro “comunista”. Agora, o "Brasil: Nunca Mais" virou alvo. NUNCA MAIS é uma série em podcast apresentada pelo Grupo Prerrogativas, produzida pela NAV Reportagens e narrada por Camilo Vannuchi. Ouça aqui! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ja-no-ar-o-penultimo-episodio-da-serie-nunca-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Memórias das favelas e periferias</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-das-favelas-e-periferias/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-das-favelas-e-periferias/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 12:09:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 476]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-Tela-2025-08-12-as-09.04.12.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43959</guid>
		<description><![CDATA[O Centro de Estudos do ICICT promove, mensalmente, eventos técnico-científicos que dialogam sobre temas da informação, comunicação e saúde para toda a comunidade científica abertos a toda comunidade, sem necessidade de inscrições. A próxima sessão será na sexta-feira, dia 15/8,  com a pesquisadora Palloma Menezes, que falará sobre “Produção colaborativa de conhecimentos e memórias nas favelas e periferias”. A transmissão é ao vivo pelo canal da VideoSaúde Distribuidora. Orientações pelo e-mail do programa: centrodeestudos@icict.fiocruz.br.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-das-favelas-e-periferias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Opção pelos pobres e ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/opcao-pelos-pobres-e-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/opcao-pelos-pobres-e-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 18:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/06/mangue-grilagem.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43862</guid>
		<description><![CDATA[O Projeto Mangue História, da Mangue Jornalismo publica o 7º artigo do historiador Osnar Gomes sobre a ditadura e a Diocese de Propriá, em Sergipe.  De acordo com o professor, “ao longo da década de 1970 e 1980, o envolvimento da Diocese de Propriá com as lutas sociais alterou as relações de poder no estado”. [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/opcao-pelos-pobres-e-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Massacre de Manguinhos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/o-massacre-de-manguinhos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/o-massacre-de-manguinhos/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 15:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 475]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/04/massacre_de_manguinhos_site.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43761</guid>
		<description><![CDATA[No mês que marca os 61 anos do golpe civil-militar no Brasil, o Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT) indica o livro "O Massacre de Manguinhos”. A obra de Herman Lent conta um triste episódio para a ciência do país, quando dez pesquisadores da Fiocruz tiveram seus direitos cassados durante a ditadura. O livro está disponível para download gratuito na Porto Livre, portal de livros em acesso aberto coordenado pelo Icict. Acesse e confira! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/o-massacre-de-manguinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ana Helena Tavares e a biografia de dom Balduíno</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ana-helena-tavares-e-a-biografia-de-dom-balduino/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ana-helena-tavares-e-a-biografia-de-dom-balduino/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 13:56:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/01/dom-tomas-balduino.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43521</guid>
		<description><![CDATA[No dia 1º de janeiro de 2005 a jornalista Ana Helena Tavares compartilhou nas redes sociais o trecho final da entrevista a ela concedida por D. Tomás Balduíno, em setembro de 2012. Ana Helena está escrevendo uma biografia de D. Tomás, uma jornada que pode ser acompanhada no endereço @biografia.balduino. “Clique, aumente o som e ouça pela voz do próprio Dom Tomás”, propõe a escritora.  Acesse aqui. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ana-helena-tavares-e-a-biografia-de-dom-balduino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1981: camponês ligado à CPT é assassinado no Pará</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1981-campones-ligado-a-cpt-e-assassinado-no-para/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1981-campones-ligado-a-cpt-e-assassinado-no-para/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jan 2025 13:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2025/01/grilo.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43518</guid>
		<description><![CDATA[No dia 2 de janeiro de 1981 é assassinado o camponês José Manuel de Souza, o Zé Piau, líder de posseiros na região sul do Pará e ligado à Comissão Pastoral da Terra (CPT). A agressão a posseiros, sindicalistas, advogados e religiosos no campo fez crescer a tensão política entre a igreja católica e o governo do general presidente João Baptista Figueiredo. A crise chegaria ao auge em 13 de agosto, num confronto entre posseiros de São Geraldo do Araguaia (PA) com agentes da Polícia Federal e do Grupo Executivo de Terras do Araguaia-Tocantins (Getat), ligado ao Conselho de Segurança Nacional. Morreu no confronto um empregado da fazenda de um deputado do PDS. Os padres franceses Francisco Gouriou e Aristides Camio, ambos ligados às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), foram presos pela PF, acusados de incitar os posseiros de São Geraldo à violência. Enquadrados na Lei de Segurança Nacional, Gouriou e Camio foram condenados e ficariam na prisão por dois anos. Fonte: Memorial da Democracia]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1981-campones-ligado-a-cpt-e-assassinado-no-para/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eneida de Villas Boas Costa de Moraes, escritora, jornalista e militante comunista</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/43441-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/43441-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 18:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 473]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/10/eneida-de-villas-boas-costa-de-moraes.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43441</guid>
		<description><![CDATA[Em 23 de outubro de 1904, nasceu Eneida de Villas Boas Costa de Moraes, escritora, jornalista e militante comunista vinculada ao PCB. “A primeira vez que li o manifesto comunista de Marx e Engels, fui tomada de um entusiasmo tão grande que cada uma de suas palavras repercutia profundamente dentro de mim” (Carta Testamento – 1969).


[Por Heitor Oliveira] Foi militante comunista desde os anos 1930, quando chegou a ser presa pela repressão após o levante de 1935. Nos anos 1950 se aproxima do mundo do carnaval, se apaixonou pela Escola de Samba Salgueiro e desenvolve diversos estudos e obras sobre o tema.


Em 1965 o enredo do Salgueiro teve como tema seu livro A História do Carnaval Carioca de 1958 e em 1973 foi homenageada por sua Escola como tema do enredo. Ela morreu em 27 de Abril de 1971.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/43441-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Oficinas de conserto de trens da Great Western of Brazil, Jaboatão (PE)</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/oficinas-de-conserto-de-trens-da-great-western-of-brazil-jaboatao-pe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/oficinas-de-conserto-de-trens-da-great-western-of-brazil-jaboatao-pe/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 472]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/10/lehmt-132.webp</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43389</guid>
		<description><![CDATA[No  mês de setembro, a série Lugares de Memória dos Trabalhadores do portal do LEHMT/UFRJ publicou artigo de Bruno Lima sobre as oficinas de conserto de trens da Great Western of Brazil em Jaboatão, Pernambuco. A partir da década de 1910, a cidade tornou-se o maior parque de consertos ferroviários do Nordeste brasileiro, concentrando milhares de trabalhadores e suas famílias na vila operária e seus arredores. Uma importante vida comunitária e associativa foi a base para um sindicalismo atuante e para um forte apoio dos ferroviários ao Partido Comunista do Brasil (PCB) nos anos 1930. Não por acaso, o epicentro da Insurreição Comunista de 1935 em Pernambuco se deu em Jaboatão, bem como foi ali que se deu uma feroz repressão com a derrota do movimento. Apesar disso, a cidade manteria uma tradição de participação política e atuação dos ferroviários até o período da ditadura militar, quando as oficinas foram sendo paulatinamente desativadas até seu abandono total. &#124; Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/oficinas-de-conserto-de-trens-da-great-western-of-brazil-jaboatao-pe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A greve dos topógrafos de 1858 no Rio de Janeiro: um marco na história trabalhista do Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-dos-topografos-de-1858-no-rio-de-janeiro-um-marco-na-historia-trabalhista-do-brasil/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-dos-topografos-de-1858-no-rio-de-janeiro-um-marco-na-historia-trabalhista-do-brasil/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 17:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 471]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/10/greve-topografos-1.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43326</guid>
		<description><![CDATA[[Por Marcos Aurélio G Ribeiro - Historiador] A greve dos trabalhadores topógrafos de 1858 no Rio de Janeiro ocorreu em um contexto de transformação socioeconômica no Brasil. O país vivia o período do Segundo Reinado (1840-1889), sob o governo de Dom Pedro II, marcado por avanços na urbanização e modernização, especialmente nas cidades como o Rio de Janeiro, que era a capital do Império. Nesse período, o Brasil ainda era uma sociedade majoritariamente agrária, com sua economia dependente da produção e exportação de café, açúcar e outros produtos agrícolas. No entanto, o desenvolvimento das cidades começou a atrair mais trabalhadores especializados, como os topógrafos, que eram essenciais para obras de infraestrutura e o planejamento urbano. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-dos-topografos-de-1858-no-rio-de-janeiro-um-marco-na-historia-trabalhista-do-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Insurreição Comunista no Rio Grande do Norte</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/insurreicao-comunista-no-rio-grande-do-norte/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/insurreicao-comunista-no-rio-grande-do-norte/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 18:54:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 470]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/10/insurreicao-1935.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43277</guid>
		<description><![CDATA[No ano de 2025, celebra-se os 90 anos do levante de 1935, a Insurreição Comunista. A DH-NET, rede nordestina de Direitos Humanos, está preparando um extenso material que reúne vídeos, acesso a livros eletrônicos, gravações, "lives" etc. Há também uma página feita em homenagem à pesquisadora Brasília Carlos Ferreira. &#124; Acesse e confira.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/insurreicao-comunista-no-rio-grande-do-norte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Bradescravo: banco de Deus com salário do Diabo&#8221;</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/bradescravo-banco-de-deus-com-salario-do-diabo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/bradescravo-banco-de-deus-com-salario-do-diabo/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 14:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 469]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-26-at-11.26.21-1.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43211</guid>
		<description><![CDATA[O AMORJ (Arquivo de Memória Operária do Rio de Janeiro) divulgou imagens do jornal BRADESCRAVO - BANCO DE DEUS COM SALÁRIO DO DIABO, veículo de comunicação dos funcionários do banco Bradesco. As publicações são dos anos de 1990 e 1991. Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/bradescravo-banco-de-deus-com-salario-do-diabo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>51 anos de Golpe militar no Chile</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/51-anos-de-golpe-militar-no-chile/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/51-anos-de-golpe-militar-no-chile/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 18:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 468]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-09-11-at-15.27.59.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43113</guid>
		<description><![CDATA[[Instituto Vladimir Herzog] Há 51 anos, os militares chilenos derrubavam o governo de Salvador Allende, com o apoio dos Estados Unidos e também da ditadura brasileira. Eleito pelo voto popular em 1970, Allende prometia implantar um socialismo democrático, respeitando a constituição e garantindo a liberdade individual dos chilenos. Mas desde o princípio a CIA procurou minar sua atuação, primeiro tentando impedir sua posse e, depois, defasando a economia do país. Para executar o golpe, os militares bombardearam o Palácio de La Moneda, sede do governo, onde se encontravam Allende e seus apoiadores. Depois de resistir por horas, o presidente chileno deu fim à própria vida, com um tiro de fuzil. Após o golpe, o governo brasileiro reconheceu imediatamente o novo regime e passou a enviar, em aviões da Força Aérea Brasileira, mantimentos, remédios e, inclusive, oficiais das Forças Armadas, que treinaram os colegas chilenos nas técnicas de tortura. &#124; Leia mais sobre as ditaduras militares sul-americanas no Portal Memórias da Ditadura. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/51-anos-de-golpe-militar-no-chile/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um genocídio esquecido: a crise famélica de 1979-1984 no Nordeste</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/um-genocidio-esquecido-a-crise-famelica-de-1979-1984-no-nordeste/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/um-genocidio-esquecido-a-crise-famelica-de-1979-1984-no-nordeste/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 16:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 467]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=43019</guid>
		<description><![CDATA[[Via Opera Mundi] Há 41 anos, em 14 de agosto de 1983, uma multidão de oito mil flagelados da seca invadia o armazém da Companhia Brasileira de Alimentos (Cobal), em Canindé, Ceará, em busca de comida. A ação evidenciava o ponto crítico de uma grave crise humanitária no Nordeste do Brasil. Entre 1979 e 1984, a região foi atingida pela pior seca do século 20. Conivente com os interesses das oligarquias regionais, a ditadura militar (1964-1985) nada fez para auxiliar os mais de 10 milhões de flagelados. Estima-se que a seca tenha matado centenas de milhares de pessoas — a maioria das quais crianças. Embora seja uma das crises famélicas mais letais do século 20, o episódio foi apagado da memória histórica do país. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/um-genocidio-esquecido-a-crise-famelica-de-1979-1984-no-nordeste/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Antigo prédio do Dops no RJ recebe vistoria do MPF para analisar possível criação de centro de memória</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/antigo-predio-do-dops-no-rj-recebe-vistoria-do-mpf-para-analisar-possivel-criacao-de-centro-de-memoria/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/antigo-predio-do-dops-no-rj-recebe-vistoria-do-mpf-para-analisar-possivel-criacao-de-centro-de-memoria/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 16:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 464]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/06/predio-dops.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=42824</guid>
		<description><![CDATA[Na segunda-feira, dia 17, o Ministério Público Federal (MPF) realizou uma visita técnica ao prédio da Polícia Civil que abrigava o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) no centro do Rio de Janeiro. O objetivo da vistoria é avaliar a viabilidade da transformação do imóvel, usado pela repressão para tortura durante a ditadura militar, em um centro de memória e direitos humanos, conforme solicitado pelo Coletivo RJ Memória, Verdade, Justiça e Reparação. Participaram da visita representantes do Coletivo RJ Memória Verdade Justiça e Reparação, da Secretaria Estadual de Polícia Civil do Rio de Janeiro, do Plenário de Anistia do PCdoB, do Grupo Tortura Nunca Mais RJ, da Comunidade de Terreiro Casa do Perdão, da Comunidade Kubata Makua Ixi, da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/antigo-predio-do-dops-no-rj-recebe-vistoria-do-mpf-para-analisar-possivel-criacao-de-centro-de-memoria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ditadura e degradação ambiental na Amazônia</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ditadura-e-degradacao-ambiental-na-amazonia/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ditadura-e-degradacao-ambiental-na-amazonia/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2024 19:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 463]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=42757</guid>
		<description><![CDATA[[Via Amazônia Real] O início da degradação ambiental na Amazônia, marcado pela presença do general Ernesto Geisel na região em 1973, simbolizava o começo de uma era de exploração intensiva, impulsionada pelo aumento dos preços do petróleo pela OPEP e a subsequente busca por recursos naturais alternativos, afirma Lúcio Flávio Pinto. A Amazônia, rica em recursos, tornou-se alvo de políticas de desenvolvimento que priorizavam a extração de matérias-primas, desencadeando um processo de ocupação e devastação que persiste até hoje. “Quando se procura uma solução que vise ao interesse nacional. Não se pode ficar olhando para os interesses regionais. Nesta hora, devemos esquecer todas as fronteiras do Estado, pensando apenas no que é melhor para o país”, afirmou Geisel, referindo-se à decisão do presidente Garrastazu Médici de exportar o melhor minério de ferro do planeta através do Maranhão e não do Pará. Saiba mais no artigo de Lúcio Flávio Pinto, colunista da Amazônia Real. (Foto: Acervo CILA)]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ditadura-e-degradacao-ambiental-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão de anistia é retomada com a reintegração de cinco petroleiros</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-de-anistia-e-retomada-com-a-reintegracao-de-cinco-petroleiros/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-de-anistia-e-retomada-com-a-reintegracao-de-cinco-petroleiros/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 15:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 462]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/05/Anistia-FUP.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=42699</guid>
		<description><![CDATA[[Via Imprensa FUP] Após intensa articulação da FUP junto ao governo e à gestão da Petrobrás, mais cinco petroleiros anistiados pela Lei 8.8778/94 estão de volta ao Sistema Petrobrás. A informação foi confirmada pela empresa nesta quarta-feira, 22, durante a reunião da Comissão de Anistia. Os anistiados são ex-empregados da Petroflex, antiga subsidiária da Petrobrás, que foi privatizada em 1992, quando todos os trabalhadores foram sumariamente demitidos. A retomada da Comissão de Anistia no Acordo Coletivo de Trabalho foi uma das conquistas da campanha reivindicatória e é mais um importante fórum de interlocução na luta constante da FUP para trazer de volta ao Sistema Petrobrás petroleiros e petroleiras que foram arbitrariamente demitidos. Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-de-anistia-e-retomada-com-a-reintegracao-de-cinco-petroleiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filme &#8220;Mada e Bia&#8221; conta história de religiosas francesas que atuaram na resistência à ditadura no Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/42545-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/42545-2/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 15:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 460]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/05/madaebia.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=42545</guid>
		<description><![CDATA[Foi lançado, em abril, o filme "Mada e Bia", que narra a história das Irmãs Marie Madeleine Hausser (Mada) e Béatrice Kruch (Bia), francesas da Alsácia, que vivem no Brasil desde 1967. As duas atuaram na resistência à ditadura no Brasil e se tornaram símbolos da busca por justiça e dignidade. Com Pedro Casaldáliga, Dona Raimunda Quebradeira de Coco, Dom Tomás Balduino, Padre Josimo Morais Tavares, Frei Henri des Roziers, Dona Olinda, Dona Maria Senhora, entre tantos outros, Mada e Bia também foram agentes da Comissão Pastoral da Terra (CPT). A produção é uma parceria franco-brasileira. Assista o trailer!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/42545-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marielle Franco: sempre presente</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/marielle-franco-sempre-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/marielle-franco-sempre-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2024 22:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 456]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/03/marielle.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=42033</guid>
		<description><![CDATA[Em 2011, o Núcleo Piratininga de Comunicação inaugurou a Livraria Antonio Gramsci, na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro. Nessa semana tão intensa para todos nós, enquanto organizávamos algumas coisas no NPC, encontramos a lista dos companheiros que estiveram conosco nesse dia tão especial. E lá estava o nome dela: Marielle Franco, uma grande companheira. Marielle, presente! Foto: Barbara Dias - Coletivo Fotoguerrilha.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/marielle-franco-sempre-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comitê Memória, Verdade e Justiça vai exumar a história da ditadura em Sergipe</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/comite-memoria-verdade-e-justica-vai-exumar-a-historia-da-ditadura-em-sergipe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/comite-memoria-verdade-e-justica-vai-exumar-a-historia-da-ditadura-em-sergipe/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 18:06:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 453]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/03/comissao-memoria-sergipe.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41791</guid>
		<description><![CDATA[[Por Tauã Ferreira - Mangue Jornalismo] No dia 20 de fevereiro de 1976, Aracaju testemunhou um dos episódios mais sombrios de sua história recente: a Operação Cajueiro. Esta ação militar sigilosa desencadeou uma sequência de sequestros, prisões e torturas, visando investigar alegadas atividades subversivas em solo sergipano. Mais de 40 anos depois, alguns detalhes dessa operação vieram à público após investigação da Comissão Estadual da Verdade em Sergipe (CEV/SE), que, no período entre 2016 e 2019, se dedicou a analisar e documentar os inúmeros casos de violações dos direitos humanos ocorridos no estado, abrangendo o período de 1946 a 1988. &#124; Continue lendo]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/comite-memoria-verdade-e-justica-vai-exumar-a-historia-da-ditadura-em-sergipe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Adeus, Elza Ferreira Lobo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/adeus-elza-ferreira-lobo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/adeus-elza-ferreira-lobo/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 18:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 453]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/03/elzalobo.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41788</guid>
		<description><![CDATA[[Via Núcleo Memória] O Núcleo de Preservação da Memória Política comunica o falecimento de Elza Ferreira Lobo, aos 87 anos. Ligada à Ação Popular (AP) foi presa em 10 de novembro de 1969 por uma equipe da Operação Bandeirantes (OBAN). No DOI-Codi/SP foi submetida a interrogatórios e torturas. No Deops/SP ficou na chamada “cela do fundão”. Nos anos de 1970 e 1971 ficou encarcerada no presídio Tiradentes, onde permaneceu até setembro de 1971. No exílio, participou do Comitê Coordenador de Serviço Voluntário Internacional – órgão da UNESCO. Voltou ao Brasil em 1979, quando foi promulgada a Lei de Anistia. Como secretária Executiva do Conselho Estadual de Saúde de São Paulo introduziu, em hospitais públicos, salas de leitura através do Projeto ‘Leia Comigo’. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/adeus-elza-ferreira-lobo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>José Luiz Del Roio</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jose-luiz-del-roio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jose-luiz-del-roio/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2024 18:39:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 452]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/01/joseluizdelroio.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41700</guid>
		<description><![CDATA[No dia 27 de outubro de 2023, o IIEP promoveu o  seminário “A Justiça de Transição no Brasil e a Luta por Reparação” na Faculdade de Direito da USP, Largo São Francisco. Veja aqui a fala de José Luiz Del Roio, figura histórica da resistência à ditadura e da preservação da memória operária.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jose-luiz-del-roio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um dos mais importantes intérpretes do Brasil é sergipano, mas quase invisível</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/um-dos-mais-importantes-interpretes-do-brasil-e-sergipano-mas-quase-invisivel/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/um-dos-mais-importantes-interpretes-do-brasil-e-sergipano-mas-quase-invisivel/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2024 17:17:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 451]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-Tela-2024-01-05-as-15.28.39.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41610</guid>
		<description><![CDATA[[Por Cristian Góes/Mangue Jornalismo] O nome é Manoel José Bomfim, um aracajuano nascido em 8 de agosto de 1868 e que morreu no Rio de Janeiro em 21 de abril de 1932. Conhece? Já ouviu falar? Pois é, trata-se um dos mais importantes intelectuais brasileiros, intérprete do Brasil e da América Latina, mas um sujeito quase invisível na história. A Mangue Jornalismo entrevistou a professora Terezinha Oliva (UFS), que lançou um importante livro sobre Manoel Bomfim. Já adiantamos: este sergipano foi silenciado porque tinha críticas ao colonialismo europeu e defendia investir em educação popular como saída para os males de países como o Brasil. &#124; Leia o texto completo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/um-dos-mais-importantes-interpretes-do-brasil-e-sergipano-mas-quase-invisivel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A greve no masculino e no feminino, de Marta Rovai</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-no-masculino-e-no-feminino-de-marta-rovai/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-no-masculino-e-no-feminino-de-marta-rovai/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 14:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 448]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/10/greve-masculino-feminino.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41291</guid>
		<description><![CDATA[Livros de Classe é uma série mensal do site do LEHMT-UFRJ, na qual um especialista fala sobre um livro importante para a história dos mundos do trabalho e para a sua formação, em um vídeo de curta duração.
Neste episódio, Paula Elise Soares, professora do Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG), apresenta o livro "A greve no masculino e no feminino [Osasco, 1968]", de Marta Gouveia Rovai. Fruto de sua tese de doutorado, a obra tece uma análise das relações de gênero a partir da memória coletiva sobre a greve de Osasco de 1968. O denso trabalho de história oral realizado pela autora deu centralidade à experiência feminina no movimento operário e na resistência à ditadura naquele contexto. &#124; Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-greve-no-masculino-e-no-feminino-de-marta-rovai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>21 de julho de 1983: a greve geral contra a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/21-de-julho-de-1983-a-greve-geral-contra-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/21-de-julho-de-1983-a-greve-geral-contra-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 13:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 447]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/09/2.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41217</guid>
		<description><![CDATA[[LEHMT/UFRJ] Há 40 anos, no dia 21 de julho de 1983, uma greve geral convocada por mais de 100 entidades sindicais paralisou a região metropolitana de São Paulo, além de várias cidades em todo o país. Era um protesto contra a política econômica da ditadura militar, em particular os decretos que arrochavam ainda mais os salários dos trabalhadores. Ocorrida em contexto de grande insatisfação popular, a greve geral aconteceu em um momento de crescimento, mas também de forte divisão do movimento sindical. Para relembrar esse momento importante de luta dos trabalhadores pela democracia, o portal do LEHMT/UFRJ publica uma Contribuição Especial de Breno Altman intitulada "21 de julho de 1983: a greve geral contra a ditadura". &#124; Acesse e leia. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/21-de-julho-de-1983-a-greve-geral-contra-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os clandestinos e os direitos: estudo sobre trabalhadores da cana-de-açúcar de Pernambuco</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/os-clandestinos-e-os-direitos-estudo-sobre-trabalhadores-da-cana-de-acucar-de-pernambuco-de-lygia-sigaud-por-jose-marcelo-ferreira/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/os-clandestinos-e-os-direitos-estudo-sobre-trabalhadores-da-cana-de-acucar-de-pernambuco-de-lygia-sigaud-por-jose-marcelo-ferreira/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 16:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 446]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/08/livrosdeclasse.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=41070</guid>
		<description><![CDATA[Neste episódio da série “Livros de Classe”do Laboratório de Estudos de História do Mundo do Trabalho, José Marcelo Ferreira, professor da UFPE, apresenta "Os clandestinos e os direitos", de Lygia Sigaud. Fruto da sua tese de doutorado, defendida em 1977, o livro publicado em 1979 aborda as relações sociais de trabalho nos engenhos pernambucanos. &#124; Veja mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/os-clandestinos-e-os-direitos-estudo-sobre-trabalhadores-da-cana-de-acucar-de-pernambuco-de-lygia-sigaud-por-jose-marcelo-ferreira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>26 de julho e o Quartel de Moncada</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/40770-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/40770-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2023 17:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 445]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/07/26-de-julho.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40770</guid>
		<description><![CDATA[[Nota do PCB] Há 70 anos, em 26 de Julho de 1953, Fidel Castro liderou a tentativa de tomada do Quartel Moncada, na cidade de Santiago de Cuba, com o objetivo de tomar o armamento e distribuir a população para iniciar um processo de revolta contra o regime do ditador Fulgêncio Batista.
A tentativa não teve o sucesso esperado, mas ficou historicamente conhecida como o primeiro ato revolucionário que desencadeou em prisões, perseguições e mais tarde na organização do movimento revolucionário 26 de Julho, embrião do movimento guerrilheiro que em 1959 conseguiria com o apoio da população pôr fim à ditadura de Batista e iniciar o processo de mudanças que levariam Cuba ao Socialismo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/40770-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto Acervo Memórias Faveladas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/projeto-acervo-memorias-faveladas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/projeto-acervo-memorias-faveladas/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 15:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 444]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/07/memorias-faveladas.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40686</guid>
		<description><![CDATA[O projeto ACERVO MEMÓRIAS FAVELADAS, do Instituto Raízes em Movimento, no Complexo do Alemão, resgata o contexto histórico do CPX através de relatos das moradoras e moradores mais antigos. O material está hospedado no portal cepedoca.org.br e conectado ao repositório “Saberes Populares”, do ICICT – Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da FIOCRUZ. A ideia é armazenar, preservar, disseminar e recuperar informações sobre a favela em diferentes formatos digitais. “Construir um acervo sobre o CPX visa particularmente resgatar as memórias locais a partir das vivências cotidianas dos(as) próprios(as) moradores(as), trazendo uma nova visão de dentro para fora do Complexo do Alemão. Cada um(a) que mora na localidade poderá elaborar sua identidade coletiva tendo a favela como protagonista nessa construção’, diz texto de divulgação do projeto. &#124; Acesse!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/projeto-acervo-memorias-faveladas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Programa MEMOV da UFRJ resgata memória das lutas camponesas no Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/40631-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/40631-2/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 16:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 443]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/06/memov.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40631</guid>
		<description><![CDATA[O Programa de Memória dos Movimentos Sociais (MEMOV) do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ (CBAE- UFRJ) resgata e preserva as experiências de organização e atuação de camponeses e trabalhadores rurais através da coleção “Memória Camponesa”. O acervo é constituído por documentação audiovisual, textual e iconográfica produzida no contexto de diversas iniciativas de promoção do registro, divulgação e reflexão sobre a presença social, política, econômica e cultural das trabalhadoras e trabalhadores rurais no Brasil. Conforme esclarece o MEMOV, a iniciativa é uma demanda dos trabalhadores e trabalhadoras rurais diante dos desafios de se preservar a documentação e os registros existentes. &#124; Leia mais e acesse a coleção. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/40631-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sebastião Neto: “É preciso imputar ao empresariado sua responsabilidade nas violações dos direitos humanos”</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/sebastiao-neto-e-preciso-imputar-ao-empresariado-sua-responsabilidade-nas-violacoes-dos-direitos-humanos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/sebastiao-neto-e-preciso-imputar-ao-empresariado-sua-responsabilidade-nas-violacoes-dos-direitos-humanos/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Jun 2023 00:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 442]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/06/neto.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40560</guid>
		<description><![CDATA[Assista à exposição do companheiro Sebastião Neto, do IIEP, na mesa de abertura do I Seminário Ditadura, Empresas e Direitos Humanos. O seminário, em conjunto com o IV Encontro Internacional da Rede de Processos Repressivos, Empresas, Trabalhadores(es) e Sindicatos da América Latina, é uma iniciativa do Centro de Antropologia e Arqueologia Forense (CAAF) da Unifesp, e apresentou os resultados de dois nos de pesquisa e investigação sobre a participação de empresas na Ditadura Militar.  As pesquisas, segundo o próprio CAAF, coletaram informações, documentos, testemunhos, visando produzir análises acerca da cumplicidade e da responsabilidade de empresas nas violações de direitos durante as ditaduras. O evento ocorreu entre os dias 5 e 7 de junho no Campus São Paulo da Unifesp na Vila Clementino. Compuseram a mesa: Sebastião Neto (IIEP), Victoria Basualdo (Red Processos Repressivos), Raiane Assumpção (Reitora da Unifesp), Enrico Rodrigues de Freitas (Ministério Público Federal) e Edson Teles (CAAF/Unifesp). &#124; Veja o vídeo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/sebastiao-neto-e-preciso-imputar-ao-empresariado-sua-responsabilidade-nas-violacoes-dos-direitos-humanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Petrobras: modelo de repressão aos trabalhadores durante a ditadura empresarial-militar de 1964</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/petrobras-modelo-de-repressao-aos-trabalhadores-durante-a-ditadura-empresarial-militar-de-1964/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/petrobras-modelo-de-repressao-aos-trabalhadores-durante-a-ditadura-empresarial-militar-de-1964/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 31 May 2023 18:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 441]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/05/file.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40486</guid>
		<description><![CDATA[No episódio sobre a Petrobras, a série Empresas e Patrões Cúmplices da Ditadura mostra como a empresa estatal do petróleo, então controlada por militares, foi não só cúmplice com os órgãos de repressão do regime militar, mas se transformou em um modelo de estrutura de vigilância e repressão nas empresas, replicado Brasil afora.  Entendida como uma estatal chave para a segurança nacional, a Petrobras foi institucionalmente integrada ao sistema de vigilância da ditadura. Assim, prisões, casos de tortura e demissões sumárias, que marcaram os primeiros anos do regime, dão lugar às práticas sistemáticas e estruturadas de perseguição política e controle da ação sindical. “Não há fronteiras claras entre o que é a estrutura de repressão montada no Estado, tanto no âmbito federal quanto no estadual, com os DOI-Codi, com o que é a estrutura que funcionava no interior da Petrobras, tendo militares a sua frente”, conta a coordenadora da investigação, Luci Praun (UFAC). Para ela, o cerceamento da atividade sindical, o aumento da rotatividade dos trabalhadores, o achatamento salarial, tudo isso gerou condições de trabalho mais favoráveis à exploração, favorecendo a expansão e a lucratividade da empresa, particularmente no período posterior ao AI-5”. 

A série Empresas e Patrões Cúmplices da Ditadura denuncia as violações de direitos praticadas pela aliança empresarial-militar que governou o Brasil entre 1964 e 1988. Muitas empresas continuam violando direitos e conspirando contra a democracia brasileira. &#124; Assista ao documentário na íntegra.
]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/petrobras-modelo-de-repressao-aos-trabalhadores-durante-a-ditadura-empresarial-militar-de-1964/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sindicalista perseguido pela ditadura é reintegrado ao posto de trabalho após 59 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/sindicalista-perseguido-pela-ditadura-e-reintegrado-ao-posto-de-trabalho-apos-59-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/sindicalista-perseguido-pela-ditadura-e-reintegrado-ao-posto-de-trabalho-apos-59-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 16:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 440]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/05/Sindicalista-perseguido-pela-ditadura-e-reintegrado-ao-posto-de-trabalho-apos-59-anos.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40230</guid>
		<description><![CDATA[Demitido há quase 60 anos atrás, o bancário Osmar Ferreira, agora idoso com 80 anos, conquistou finalmente o direito de retomar seu trabalho. Em 1964, por ser dirigente sindical, Osmar, que então tinha 21 anos,  foi preso e torturado por agentes da ditadura militar.  Ao ser solto, foi demitido do Banco Bahia, onde trabalhava. Em 1983, com a redemocratização do país, Osmar entrou na Justiça pedindo anistia política, o que ocorreu em 2011. A anistia  possibilitou uma ação trabalhista, via sindicato, exigindo reparação pela demissão. Finalmente, em abril, ele foi reintegrado ao Bradesco (que incorporou o Banco Bahia em 1971) no posto em que trabalhava. &#124; Leia matéria completa.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/sindicalista-perseguido-pela-ditadura-e-reintegrado-ao-posto-de-trabalho-apos-59-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Classe Trabalhadora e a CLT por Angela de Castro Gomes</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-classe-trabalhadora-e-a-clt-por-angela-de-castro-gomes/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-classe-trabalhadora-e-a-clt-por-angela-de-castro-gomes/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 09 May 2023 16:42:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 439]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/05/angela-de-castro-gomes.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40157</guid>
		<description><![CDATA[[Via LEHMT-UFRJ] Promulgada por Getúlio Vargas no dia 1º de maio de 1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) regula as relações de trabalho em nosso país nas últimas oito décadas. Articulando os direitos sociais com uma legislação trabalhista e sindical a CLT é, nestes tempos de precarização, combatida por aqueles que desejam eliminar direitos e garantias, e defendida pelos que consideram que justiça social e democracia vão de par com o direito do trabalhador a ter uma vida digna, justa remuneração e condições humanas de trabalho. Para refletir sobre o papel da CLT em nossa história, o portal LEHMT/UFRJ lançou a série de vídeos “A classe trabalhadora e a CLT: 80 anos”. No primeiro episódio, Angela de Castro Gomes (UFF/Unirio) fala sobre o contexto da promulgação da CLT e como ela foi peça fundamental, ao lado do salário mínimo e da Justiça do Trabalho, na construção de um projeto político que se configurava com a crise do regime autoritário do Estado Novo. &#124; Assista. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-classe-trabalhadora-e-a-clt-por-angela-de-castro-gomes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornalista Celso Horta morreu no dia 21 de abril</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-celso-horta-morreu-no-dia-21-de-abril/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-celso-horta-morreu-no-dia-21-de-abril/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 18:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 438]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/05/celso-horta.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=40046</guid>
		<description><![CDATA[[Por Camilo Vannuchi] É quase um time de futebol, uma aguerrida seleção que precedeu a de Telê. No Presídio Militar Romão Gomes, conhecido como Barro Branco, em São Paulo, os craques da foto foram artilheiros na luta contra a ditadura e, com o tempo, se converteram em zagueiros indevassáveis na defesa da democracia. Quando esta foto foi feita (pelo meu avô, Reinaldo Morano, num dia de visita, em 1975), havia acabado de impingir uma derrota antológica aos maiores rivais: um texto-denúncia conhecido como "Bagulhão" (dê um google se não souber do que se trata). Celso Horta é o de camisa azul claro e sapatos pretos na fileira da frente, entre os companheiros (de ALN) Reinaldo Morano Filho (meu tio) e Hamilton Pereira (o escritor Pedro Tierra). &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-celso-horta-morreu-no-dia-21-de-abril/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Senge-RJ conta história de Eleanor Marx na luta pela jornada de 8 horas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/senge-rj-conta-historia-de-eleanor-marx-na-luta-pela-jornada-de-8-horas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/senge-rj-conta-historia-de-eleanor-marx-na-luta-pela-jornada-de-8-horas/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 16:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 437]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/04/marx-e1681923333856.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39931</guid>
		<description><![CDATA[Texto publicado no site do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro conta um pouco da história de Eleanor Marx, filha do filósofo Karl Marx, precursora do socialismo feminista. Eleanor participou da organização dos sindicatos, apoiou greves e participou ativamente de campanhas pelos direitos dos trabalhadores, incluindo a luta pela jornada de 8 horas. &#124; Leia o texto completo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/senge-rj-conta-historia-de-eleanor-marx-na-luta-pela-jornada-de-8-horas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha Perna, Minha Classe: a trajetória de Manoel da Conceição</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/minha-perna-minha-classe-a-trajetoria-de-manoel-da-conceicao/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/minha-perna-minha-classe-a-trajetoria-de-manoel-da-conceicao/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 16:07:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 435]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/04/doc_manoeldaconceicao.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39747</guid>
		<description><![CDATA[O Documentário “Minha Perna, Minha Classe - A trajetória de Manoel da Conceição”, de Arturo Saboia, está no Youtube. Mané é o camponês do Maranhão, membro da Assembleia de Deus, que foi alfabetizado pelo MEB, da igreja católica, e se tornou revolucionário da Ação Popular. Fundou o primeiro Sindicato de Trabalhadores Rurais do Maranhão, em Pindaré Mirim. Foi fundador do PT e da CUT. Morreu em 18 de agosto de 2021. Em 1969, a PM invadiu o Sindicato Rural e o líder foi baleado no pé. Acabou perdendo a perna. Não deixe de ver o documentário que tem produção de Cássia Melo, Climax Filmes e 8ito Projetos Criativos. A pesquisa de conteúdo é de Camila Portela, direção de fotografia de Elder Canedo, e Cleide Cantanhêde e Gabriel Marques como diretores de produção. &#124; Continue lendo e veja o documentário. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/minha-perna-minha-classe-a-trajetoria-de-manoel-da-conceicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>«Vive la commune de Paris!»</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/vive-la-commune-de-paris/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/vive-la-commune-de-paris/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 15:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 434]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/03/comunadeparis1.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39638</guid>
		<description><![CDATA[Deixemos os próprios revolucionários explicar o que acontecia, através do manifesto divulgado no mesmo dia pelo comité central da Comuna: “Os proletários da capital, diante das fraquezas e das traições das classes governantes, compreenderam que chegara para eles a hora de salvar a situação assumindo a direção dos assuntos públicos... O proletariado compreendeu que era seu dever imperioso e seu direito absoluto tomar nas suas mãos o seu próprio destino e assegurar o triunfo apoderando-se do poder”. Considerada como a primeira revolução proletária da história, o primeiro ato da Comuna foi decretar a supressão do exército permanente e a sua substituição pelo povo em armas. &#124; Leia o texto completo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/vive-la-commune-de-paris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem tem dignidade não se curva</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/quem-tem-dignidade-nao-se-curva-3/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/quem-tem-dignidade-nao-se-curva-3/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 22:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 429]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Captura-de-Tela-2023-02-14-às-19.31.44.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39243</guid>
		<description><![CDATA[A memória de hoje vem do Catálogo de Vídeos Populares produzido pelo NPC e disponível em nossa página. Após cinco anos sem aumento, explode nacionalmente, entre os servidores públicos federais, uma imensa campanha por reajuste salarial. O filme conta como se deu esta luta que atravessou o ano 2000. Milhares de trabalhadores foram às ruas contra o sucateamento da máquina pública e o processo de privatizações instalado pelo governo neoliberal de FHC. O vídeo enfoca particularmente o desenvolvimento da mobilização entre os funcionários da Justiça Federal e do Trabalho no Estado do Rio Grande do Sul.  A direção é de Giovana Guimarães. Realização: Sintrajufe-RS. &#124; Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/quem-tem-dignidade-nao-se-curva-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Direitos humanos e a tragédia Yanomami</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/direitos-humanos-e-a-tragedia-yanomami/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/direitos-humanos-e-a-tragedia-yanomami/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 22:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 428]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/02/direitos-humanos-yanomamis.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39109</guid>
		<description><![CDATA[Na coluna de Direitos Humanos da Rádio Noroeste FM desta semana, Paulo Mariante fala sobre a tragédia do genocídio praticado pelo governo Bolsonaro contra o povo Yanomami, e o desafio de enfrentarmos e rompermos com o ciclo de extermínio e destruição dos povos originários da América e do Brasil. &#124; Confira o vídeo e conheça a Rádio Noroeste FM.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/direitos-humanos-e-a-tragedia-yanomami/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Memória da Oposição Metalúrgica de SP</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-da-oposicao-metalurgica-de-sp/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-da-oposicao-metalurgica-de-sp/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 18:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 427]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Memória.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=39029</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Livro-Agenda NPC 2023. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-da-oposicao-metalurgica-de-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acervo de memórias da ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/acervo-de-memorias-da-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/acervo-de-memorias-da-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 22:32:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 426]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2023/01/Captura-de-Tela-2023-01-23-às-19.30.53.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=38913</guid>
		<description><![CDATA[O Instituto Vladimir Herzog lançou um acervo digital de raros jornais alternativos e clandestinos publicados durante a ditadura militar (1964 - 1985). Tratam-se de 10 mil páginas de periódicos de todas as regiões do Brasil. Leia mais em: https://acervo.memoriasdaditadura.org.br/.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/acervo-de-memorias-da-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brasil chega à 22ª Copa sem ter sido comandado por um treinador negro em nenhuma das edições</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/brasil-chega-a-22a-copa-sem-ter-sido-comandado-por-um-treinador-negro-em-nenhuma-das-edicoes/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/brasil-chega-a-22a-copa-sem-ter-sido-comandado-por-um-treinador-negro-em-nenhuma-das-edicoes/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2022 16:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 425]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2022/12/didi2.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=38835</guid>
		<description><![CDATA[[Por Felipe Mendes - Brasil de Fato &#124; Rio de Janeiro] Waldir Pereira, o Didi, é um nome histórico do futebol brasileiro por vários motivos. Foi eleito, por exemplo, o melhor jogador da Copa do Mundo de 1958, quando o Brasil conquistou seu primeiro título. É ídolo de Fluminense e Botafogo, clubes rivais. Atuou também no exterior, tendo inclusive passado pelo Real Madrid. Ao parar de jogar, se tornou treinador. E chegou à Copa do Mundo à beira do gramado. Porém, não foi como técnico da seleção do Brasil, e sim comandando a equipe peruana na Copa de 1970 - na melhor campanha da história desta seleção. O caso de Didi é emblemático para ilustrar o fato de que nunca um treinador negro chegou à Copa comandando o Brasil. &#124; Leia a matéria completa.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/brasil-chega-a-22a-copa-sem-ter-sido-comandado-por-um-treinador-negro-em-nenhuma-das-edicoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O sindicato</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/o-sindicato/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/o-sindicato/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 19:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 422]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">https://nucleopiratininga.org.br/?p=38443</guid>
		<description><![CDATA[“(...) A melhor síntese das lutas “subterrâneas” contra a ditadura e a estrutura sindical foi realizada pela Oposição  Sindical Metalúrgica de São Paulo (OSMSP), que, criada em  fins dos anos de 1960, ao longo de toda a década de 1970 enfrentou os grupos acomodados à proposta sindical da ditadura, no sindicato, e a intransigência patronal, nas fábricas. Um sindicato autônomo, construído a partir da organização dos trabalhadores nas empresas era o que defendia a OSMSP, já em 1970. (…) A lição fundamental é a seguinte: o sindicalismo novo, verdadeiro, tem que nascer de baixo para cima, da fábrica até a organização das várias fábricas em organização de classe: o sindicato” (citado por Giannotti, V. A liberdade sindical no Brasil, p. 34). - In: Badaró Mattos, M. Sindicalismo Brasileiro após 1930. p. 115. Jorge Zahar Editora. Rio de Janeiro, 2003.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/o-sindicato/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bailes soul e cultura negra na mira da ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/bailes-soul-e-cultura-negra-na-mira-da-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/bailes-soul-e-cultura-negra-na-mira-da-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2021 12:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 417]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2021/07/soul.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=37252</guid>
		<description><![CDATA[[Por Bruno Ribeiro &#124; Revista Opera] O documentário “Narciso em férias”, que aborda a prisão de Caetano Veloso durante a ditadura militar, foi aclamado pela crítica internacional e ficou entre os mais assistidos no Globoplay, em 2020. O que pouca gente sabe é que a ideia do filme, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, nasceu graças a um “golpe de sorte” de um pesquisador carioca, que descobriu a existência do dossiê produzido pelo regime para incriminar o compositor baiano, em dezembro de 1968. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/bailes-soul-e-cultura-negra-na-mira-da-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1817</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1817-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1817-2/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 18:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 415]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2021/03/nossa-história-pern.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=35159</guid>
		<description><![CDATA[“Tem início, em Recife, a REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA, que se estenderá a PB, RN e Sul do Ceará. Durante dois meses, os patriotas controlam boa parte do nordeste brasileiro, declaram a independência de Pernambuco, convocam uma Assembleia Constituinte, aprovam a liberdade de culto e de imprensa e propõem o fim da escravidão” (Fonte: Livro Agenda do NPC 2013: História das lutas, Levantes e Insurreições Populares no Brasil dos séculos XIX, XX e XXI).]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1817-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1987</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1987-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1987-2/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 18:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 415]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2021/03/nossa-história.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=35154</guid>
		<description><![CDATA[“Os MARÍTIMOS ESTÃO EM GREVE nos principais portos do país. Durante todo o séc. 20, os operários foram uma das categorias mais mobilizadas na defesa e conquista de direitos. Mesmo com o fim da Ditadura, a Marinha, no dia 7, ocupa os portos do Rio e Santos, continuando a velha prática de tratar as greves como ‘caso de polícia" (Fonte: Livro Agenda do NPC 2013: História das lutas, Levantes e Insurreições Populares no Brasil dos séculos XIX, XX e XXI).]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1987-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>À memória de Alberto Passos Guimarães</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-memoria-de-alberto-passos-guimaraes/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-memoria-de-alberto-passos-guimaraes/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2021 12:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do NPC]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2021/02/albertopassos-750x375-1.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34979</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Oliver À memória de Alberto Passos Guimarães&#160;– Alberto Passos Guimarães, alagoano, nascido em Maceió, em 16 de abril de 1908 foi um ensaísta brasileiro autodidata. Guimarães precisou deixar a escola aos nove anos para ajudar o seu pai. Todavia, nunca deixou os estudos e tornou-se escritor de grande relevância na cena cultural brasileira. [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-memoria-de-alberto-passos-guimaraes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em tom poético, 26° curso do NPC chega ao seu último dia</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-tom-poetico-26-curso-do-npc-chega-ao-seu-ultimo-dia/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-tom-poetico-26-curso-do-npc-chega-ao-seu-ultimo-dia/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 20:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim NPC]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do NPC]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/12/melhorcaptura1412.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34857</guid>
		<description><![CDATA[Confira as emoções do último dia do 26o Curso Anual do NPC]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-tom-poetico-26-curso-do-npc-chega-ao-seu-ultimo-dia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como a defesa por taxar fortunas levou Nobel de Geografia para a prisão</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/como-a-defesa-por-taxar-fortunas-levou-nobel-de-geografia-para-a-prisao/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/como-a-defesa-por-taxar-fortunas-levou-nobel-de-geografia-para-a-prisao/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 18:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 409]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Captura-de-Tela-2020-09-09-às-15.33.41.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34458</guid>
		<description><![CDATA[[Por Odilon Rios &#124; Blog do Odilon] Em 31 de março de 1997, Milton Santos era o entrevistado do programa Roda Viva. O sorriso marcante, a voz pausada, serena para respostas bem explicadas e incisivas se transformaram por um instante: era a lembrança do seu passado na prisão, logo quando os militares tomaram o poder em 1964. Ali na cadeira central do Roda Viva, Milton Santos, maior pensador da Geografia brasileira, já era consagrado internacionalmente: aos 71 anos era doutor honoris causa em 11 universidades, de 7 países.Ganhou, em 1994, o Vautrin Lud, conhecido como o Nobel da Geografia. Era o único latino americano a ter recebido aquele prêmio. &#124; Leia a matéria completa. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/como-a-defesa-por-taxar-fortunas-levou-nobel-de-geografia-para-a-prisao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rosa Luxemburgo ganha site especial sobre sua vida e luta</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-ganha-site-especial-sobre-sua-vida-e-luta/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-ganha-site-especial-sobre-sua-vida-e-luta/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 17:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 408]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/08/rosaluxemburgo-1.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34320</guid>
		<description><![CDATA[A Fundação Rosa Luxemburgo preparou um site especial que mostra Rosa muito além da figura militante e revolucionária, comprovando toda a inquietude intelectual da polonesa. "Homenagem a uma mulher que inspira resistência, esperança e solidariedade", diz o site que conta a sua história e abriga conteúdos multimídia e textos inéditos. &#124; Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-ganha-site-especial-sobre-sua-vida-e-luta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A luta de Tereza de Benguela e as mulheres da resistência</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-luta-de-tereza-de-benguela-e-as-mulheres-da-resistencia/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-luta-de-tereza-de-benguela-e-as-mulheres-da-resistencia/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2020 16:37:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 407]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/07/tereza-de-benguela.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34196</guid>
		<description><![CDATA[[Brasil de Fato] O dia 25 de Julho é a data de celebrar o dia nacional de Tereza Benguela e Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha. Tereza de Benguela, ou “Rainha Tereza” como ficou conhecida em sua época, viveu no século XVIII no Vale do Guaporé, no Mato Grosso. Ela liderou o Quilombo de Quariterê, após a morte de seu companheiro, José Piolho, morto por soldados. &#124; Leia o artigo completo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-luta-de-tereza-de-benguela-e-as-mulheres-da-resistencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>História do Brasil: as greves em São Paulo e Pernambuco na década de 1970</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greves-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greves-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 20:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 406]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/07/direitos-em-construcao-permanente-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=34054</guid>
		<description><![CDATA[“Direitos em Construção Permanente” (2019) é um filme elaborado durante o projeto de pesquisa “Movimentos cruzados, histórias específicas – Análise comparativa dos ciclos de greves iniciados pelos metalúrgicos de São Paulo e do ABC paulista e pelos canavieiros de Pernambuco no final dos anos 1970”, aprovado pelo Edital da Capes “Memórias Brasileiras: Conflitos Sociais”, de 2015. O vídeo tem como principal objetivo levar a estudantes do ensino médio um pouco da história da luta por direitos no Brasil, retratando a organização dos trabalhadores do campo e da cidade em diferentes períodos da trajetória do nosso país e mostrando a necessidade de uma mobilização ampla e permanente entre os diversos movimentos sociais atuantes. O material é livre para uso e circulação em quaisquer instituições de ensino, e pode ser visto aqui. &#124; Assista aqui! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greves-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>História do Brasil: as greve em São Paulo e Pernambuco na década de 1970</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greve-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greve-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 15:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 398]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=33106</guid>
		<description><![CDATA["Direitos em Construção Permanente" (2019) é um filme elaborado durante o projeto de pesquisa “Movimentos cruzados, histórias específicas - Análise comparativa dos ciclos de greves iniciados pelos metalúrgicos de São Paulo e do ABC paulista e pelos canavieiros de Pernambuco no final dos anos 1970”, aprovado pelo Edital da Capes “Memórias Brasileiras: Conflitos Sociais”, de 2015. &#124; Saiba mais e confira o vídeo!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/historia-do-brasil-as-greve-em-sao-paulo-e-pernambuco-na-decada-de-1970/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pastoral da Terra lança nota em memória a Irmã Dorothy</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/pastoral-da-terra-lanca-nota-em-memoria-a-irma-dorothy/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/pastoral-da-terra-lanca-nota-em-memoria-a-irma-dorothy/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2020 15:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 398]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/03/dorothy.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=33103</guid>
		<description><![CDATA[No dia 22 de fevereiro, o dirigente sindical Raimundo Paulino Silva, “Paulinho do PT”, foi assassinado na cidade de Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará. Quinze ano após o assassinato da missionária americana Dorothy Stang, em Altamira (PA), nada parece ter mudado. Irmã Dorothy apoiava os camponese e, por este motivo, foi morta em 2005. &#124; Leia a nota completa. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/pastoral-da-terra-lanca-nota-em-memoria-a-irma-dorothy/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Raphael Martinelli presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/raphael-martinelli-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/raphael-martinelli-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 11:02:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 396]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/02/raphael.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=33004</guid>
		<description><![CDATA[Em 16 de fevereiro, faleceu o histórico lutador Raphael Martinelli, aos 94 anos. Foi líder sindical de referência da categoria dos ferroviários, tendo sido presidente da Federação Nacional dos Ferroviários. Foi membro do Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) e participou da fundação da Aliança Libertadora Nacional ao lado de Carlos Marighella. Perseguido e preso pela Operação Bandeirantes (Oban) durante a ditadura civil-militar brasileira, passou pelo DOI-Codi e pelo DOPS, tendo sido torturado.  Depois, com o processo de redemocratização, participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores (PT). Também foi um dos idealizadores da Lei da Anistia para trabalhadores e operários. Fonte: Memorial da Resistência. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/raphael-martinelli-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Rosa Luxemburgo, presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jan 2020 18:49:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 395]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2020/01/rosa.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32813</guid>
		<description><![CDATA[Em 15 de janeiro de 1919, foi assassinada, em Berlim, a militante revolucionária Rosa Luxemburgo, uma grande inspiração para o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). Ex-militante do Partido Social-Democrata da Alemanha (PSD), foi líder da Liga Espartaquista e fundadora do Partido Comunista alemão. Para divulgar suas ideias, editou o jornal “Bandeira Vermelha”. Nascida em 1871 na Polônia, Rosa foi para a Alemanha para poder atuar mais intensamente em defesa do marxismo. Assinou uma vasta produção teórica e também foi uma mulher de ação, participando de comícios, manifestações, cursos e oficinas de organização e mobilização operária. Sempre adotou uma postura internacionalista. Era contrária à guerra, crítica à ideia de vanguarda e defensora da ação de massa dos trabalhadores - para ela, os verdadeiros protagonistas de sua história. Em seu enterro, foi homenageada pela amiga e companheira de militância Clara Zetkin com as seguintes palavras: “Em Rosa Luxemburgo, a ideia socialista foi uma paixão dominante e poderosa do coração e do cérebro; uma paixão verdadeiramente criativa que ardia incessantemente. (...) Rosa foi a espada afiada, a chama vivente da revolução.”  ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/rosa-luxemburgo-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma história pouco contada: Massacre de Ipatinga (MG) vai perdendo suas testemunhas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/uma-historia-pouco-contada-massacre-de-ipatinga-mg-vai-perdendo-suas-testemunhas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/uma-historia-pouco-contada-massacre-de-ipatinga-mg-vai-perdendo-suas-testemunhas/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 10:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 394]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/10/chacina-minhas.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32651</guid>
		<description><![CDATA[[Por Nilmar Lage/ Brasil de Fato] Em 7 de outubro de 1963, a Polícia Militar abriu fogo contra trabalhadores que protestavam na Usiminas. Naturalmente a vida vai levando os que sobreviveram ao tiroteio promovido pela Polícia Militar contra trabalhadores na porta da Usiminas em 1963. José Horta, Enias, Deusdedith, Geraldo Ribeiro, Tenente Xavier. Todos esses com os quais conversei fizeram a passagem e suas histórias foram pouco exploradas por uma política de silenciamento de um dos mais graves ataques contra os direitos dos trabalhadores do Brasil. Na semana passada, próximo de completar 56 anos do acontecido, vi Adil Albano caminhando com aquele que pode ser seu bisneto pelas ruas e me questionei: será que aquela criança terá noção da relevância da experiência daquele senhor para a história do país? &#124; Continue lendo sobre o caso.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/uma-historia-pouco-contada-massacre-de-ipatinga-mg-vai-perdendo-suas-testemunhas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As greves de 1979</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/as-greves-de-1979/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/as-greves-de-1979/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 16:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 393]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/10/8.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32568</guid>
		<description><![CDATA[No marco dos 40 anos das greves históricas de 1979, a noite de sexta-feira será dedicada à memória dessas grandes mobilizações, como uma forma de refletir sobre a classe trabalhadora hoje e suas ferramentas de resistência e oposição aos ataques contra a perda de direitas. Para falar sobre o assunto, das 17h às 19h ouviremos Claudia Costa, Conlutas, Francisco Izidoro, do Sinttel, e Sebastião Lopes Neto, do IIEP.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/as-greves-de-1979/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Perdemos o camarada Reginaldo Moraes, um homem que lutou até o fim</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/perdemos-o-camarada-reginaldo-moraes-um-homem-que-lutou-ate-o-fim/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/perdemos-o-camarada-reginaldo-moraes-um-homem-que-lutou-ate-o-fim/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 18:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 392]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/09/regismoraes.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32514</guid>
		<description><![CDATA[Na segunda-feira, 26 de agosto, perdemos Reginaldo Moraes, um grande camarada. Ele era professor aposentado do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp desde 2011, e morreu perto de completar 69 anos. Ainda orientava diversos trabalhos de pós-graduação em ciência política. Muitos deles preocupados em analisar as mudanças no mundo do trabalho e apresentar alternativas para a superação das desigualdades. Regis, como era conhecido, foi um importante apoiador e colaborador do NPC. Foi uma importante referência para os nossos trabalhos, sempre consultado e presente em todas as atividades do Núcleo. Quem participou das últimas edições do Curso Anual do NPC ou do lançamento da Teia de Comunicação Popular certamente se lembra de sua presença e de suas contribuições sempre valiosas. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/perdemos-o-camarada-reginaldo-moraes-um-homem-que-lutou-ate-o-fim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornalista Vladimir Herzog, morto pela ditadura, é homenageado em exposição</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-vladimir-herzog-morto-pela-ditadura-e-homenageado-em-exposicao/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-vladimir-herzog-morto-pela-ditadura-e-homenageado-em-exposicao/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 12:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 391]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/08/expo-herzog.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32387</guid>
		<description><![CDATA[[Com informações do jornal O Globo] Vítima do regime militar durante a ditadura,Vladimir Herzog (1937-1975) se tornou um símbolo do combate à repressão, à censura, à tortura e da luta por justiça. Jornalista atuante entre as décadas de 1960 e 1970 , militou na cultura e se embrenhou no cinema antes de morrer. Também foi um pai de família amoroso e um amigo bastante presente e cuidadoso. Esse perfil múltiplo está representado na Ocupação Vladimir Herzog, inaugurada nesta quinta, 15 de agosto, no Itaú Cultural de São Paulo, na Avenida Paulista. Na exposição, também ganha destaque o Caso Herzog, como ficou conhecido o episódio de sua morte nos porões da ditadura. A mostra vai até dia 20 de outubro e a entrada é gratuita.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-vladimir-herzog-morto-pela-ditadura-e-homenageado-em-exposicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Há 50 anos, era publicada a primeira edição d’O Pasquim</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ha-50-anos-era-publicada-a-primeira-edicao-do-pasquim/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ha-50-anos-era-publicada-a-primeira-edicao-do-pasquim/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2019 17:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 388]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/06/ai5.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=32076</guid>
		<description><![CDATA[Em 26 de junho de 1969, exatos 50 anos atrás, chegava às bancas o primeiro número do jornal “O Pasquim”. O veículo foi criado poucos meses depois do AI-5, o ato institucional que endureceu o regime e aumentou o grau de perseguição, violência e assassinatos de seus opositores. O jornal tornou-se um dos principais nomes da imprensa alternativa, tendo reagido e resistido à ditadura civil-militar brasileira com muito humor e apostando na luta contra o moralismo, um dos pilares do regime. Merece ser lembrado e conhecido pelos apaixonados por comunicação e por todos aqueles que acreditam no papel da arte na luta por melhorias e transformação. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ha-50-anos-era-publicada-a-primeira-edicao-do-pasquim/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os 50 anos da resistência gay de Stonewall</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/os-50-anos-da-resistencia-gay-de-stonewall/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/os-50-anos-da-resistencia-gay-de-stonewall/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2019 16:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 387]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/06/stonewall.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31999</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sérgio Domingues/ Pílulas Diárias] Em junho de 1969, estourava uma revolta no bar Stonewall, no Greenwich Village, Nova York. Foram seis noites de manifestações violentas. O bar era muito frequentado por gays pobres. Batidas policiais abusivas eram constantes. Mas a daquela noite acendeu o estopim. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/os-50-anos-da-resistencia-gay-de-stonewall/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A curva do S agora é patrimônio do Pará</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-curva-do-s-agora-e-patrimonio-do-para/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-curva-do-s-agora-e-patrimonio-do-para/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 18:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 386]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/05/curva-do-s.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31867</guid>
		<description><![CDATA[O governador do Estado do Pará, Helder Barbalho (MDB), sancionou a lei que declara e reconhece como patrimônio histórico e cultural do estado do Pará a “Curva do S”. Esse é o local em que ocorreu o episódio conhecido como “Massacre de Eldorado do Carajás”, uma chacina de militantes sem terra que ocorreu há 23 anos, no dia 17 de abril de 1996. De autoria do Deputado Dirceu Ten Caten (PT), a Lei nº 8.856/2019 garante a proteção do espaço da ‘Curva do S” para destinação de manifestações artísticas e culturais, preservando a sua história como contribuição para evitar que outros atos dessa natureza aconteçam novamente. A foto é de João Roberto Ripper. &#124; Com informações do MST.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-curva-do-s-agora-e-patrimonio-do-para/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Padre Josimo, homem de fé e compromisso</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/padre-josimo-homem-de-fe-e-compromisso/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/padre-josimo-homem-de-fe-e-compromisso/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 13:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 385]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/05/padre-josimo.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31776</guid>
		<description><![CDATA[[Por Michele Corrêa /Brasil de Fato] Era sábado, 10 de maio de 1986, véspera do dia das mães quando Padre Josimo, aos 33 anos, único filho de dona Olinda, foi covardemente assassinado ao chegar ao prédio da Mitra Diocesana de Imperatriz, MA, onde funcionava o escritório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) Araguaia-Tocantins. Padre Josimo Moraes Tavares era coordenador da CPT no Bico do Papagaio. Ele teve forças para entrar no hospital caminhando, não se curvou às barbáries do latifúndio nem mesmo na hora de sua morte. Aceitou a morte como consequência da fidelidade a seu seguimento a Jesus Cristo, pelo qual fez opção pelos pobres, pelos trabalhadores e trabalhadoras explorados. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/padre-josimo-homem-de-fe-e-compromisso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornal da Cidade de Deus &#8211; edição de 1978</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-da-cidade-de-deus-edicao-de-1978/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-da-cidade-de-deus-edicao-de-1978/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 15:40:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 383]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/04/jornak-cdd.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31614</guid>
		<description><![CDATA[[Por Tatiana Lima] Hoje, 24 de abril, orientei um aluno da Rural que vai desbravar um projeto prático sobre representação da favela no cinema brasileiro a partir do filme Cidade de Deus. Aí mexendo nas minhas coisas encontrei esse jornal de 1978, chamado o Jornal da Cidade de Deus. Várias coisas me chamam a atenção neste jornal "comunitário", mas a principal é a notícia "Queremos um Cinema. Estamos pedindo muito?". Afinal, falamos da favela que entrou no imaginário social do cinema brasileiro através do cinema (inclusive, construindo uma representação pra lá de controversa) pelo filme "Cidade de Deus". A pergunta é: tem sala de cinema na Cidade de Deus? Ao que eu saiba não. Passaram-se 40 anos. Achei essa pérola na pesquisa sobre comunicação popular que fiz em 2015 para o NPC, para a produção do livro de comunicação popular organizado e escrito por Claudia Santiago. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-da-cidade-de-deus-edicao-de-1978/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornal ‘Repórter’ fez parte da imprensa alternativa contra a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-reporter-fez-parte-da-imprensa-alternativa-contra-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-reporter-fez-parte-da-imprensa-alternativa-contra-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 19:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 382]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/04/jornalreporter.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31508</guid>
		<description><![CDATA[[Por Cristina Chacel, em sua página no Facebook] Essa é a capa da edição número 1 do jornal Repórter, de dezembro de 1977. Um tempo de trevas, tortura, perseguições. Um tempo também de jornalistas que eram exemplo de uma categoria corajosa, combativa, de luta. Um tempo em que ser jornalista podia ser razão de orgulho.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jornal-reporter-fez-parte-da-imprensa-alternativa-contra-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>11 de março de 1822: nascimento de Maria Firmina dos Reis</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-marco-de-1822-nascimento-de-maria-firmina-dos-reis/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-marco-de-1822-nascimento-de-maria-firmina-dos-reis/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2019 15:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 381]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Firma-Reis.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31417</guid>
		<description><![CDATA[A maranhense Maria Firmina dos Reis é considerada a primeira mulher a escrever um romance no Brasil, além de ser pioneira na crítica à escravidão. Nasceu em 1825, em São Luís, e faleceu em 1917, com 92 anos. Negra, publicou, em 1859, a obra “Úrsula”, de tom abolicionista com uma inédita humanização dos negros escravizados. Uma das personagens principais da obra é Susana, uma negra que, ao contar de seu cativeiro, opina: “É horrível lembrar que criaturas humanas tratem a seus semelhantes assim e que não lhes doa a consciência de levá-los à sepultura asfixiados e famintos!”.  &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-marco-de-1822-nascimento-de-maria-firmina-dos-reis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Durante exílio, mulheres brasileiras construíram espaços de luta</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/durante-exilio-mulheres-brasileiras-construiram-espacos-de-luta/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/durante-exilio-mulheres-brasileiras-construiram-espacos-de-luta/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 15:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 380]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/03/femmes-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31347</guid>
		<description><![CDATA[[Por CEDEM/Unesp] Feministas latino-americanas, que residiam na França no final dos anos 1960, formaram grupos para denunciar e discutir a condição feminina nos países em desenvolvimento. Dois grupos se destacaram nessa militância: o Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris (1976 – 1979) e o pioneiro Grupo Latino-Americano de Mulheres em Paris (1972 – 1976). Documentos produzidos pelo Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris foram organizados pela Seção Feminina do Partido Comunista Brasileiro, que integram a coleção ASMOB (Archivio Storico del Movimento Operaio Brasiliano), custodiada no CEDEM. Eles falam de um grupo em permanente mobilização política pelo fim da ditadura no Brasil. Mas não só. As brasileiras conceberam o espaço como um local de socialização, um ponto de encontro onde poderiam falar de suas realidades, suas dificuldades e outras questões não vinculadas diretamente à política. Os documentos forneceram subsídios para a pesquisadora Maira Luisa Gonçalves de Abreu, durante a realização do mestrado “Feminismo no Exílio: o Círculo de Mulheres Brasileiras em Paris e o Grupo Latino-Americano de Mulheres em Paris”. &#124; Saiba mais!
]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/durante-exilio-mulheres-brasileiras-construiram-espacos-de-luta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>26 de fevereiro de 1869: Nascimento de Nadezhda Krupskaya</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-fevereiro-de-1869-nascimento-de-nadezhda-krupskaya/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-fevereiro-de-1869-nascimento-de-nadezhda-krupskaya/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2019 16:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 378]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/02/Nadezhda_Krupskaya.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31223</guid>
		<description><![CDATA[Nasce, em São Petersburgo, Nadezhda Krupskaya, militante marxista e referência na luta pela emancipação da mulher trabalhadora. Professora e dirigente de círculos operários da periferia russa, disse certa vez: “Quando comecei a compreender o papel que o operário devia desempenhar na libertação de todos os trabalhadores, senti um desejo irresistível de estar entre os operários, de trabalhar entre eles”. Casou-se com Lenin em 1898 na Sibéria, onde ambos encontravam-se presos por suas atividades políticas. Foi ali, no exílio, que ela escreveu sua primeira brochura, “A mulher operária”, com o objetivo de incorporar as mulheres russas no trabalho revolucionário. Em 1901, passou a contribuir com a produção do primeiro jornal marxista ilegal da Rússia, o “Iskra” (Centelha). Ao lado de Inessa Armand e Clara Zetkin, esteve à frente da manifestação no dia 8 de março de 1917, que foi o estopim da Revolução Russa e da derrubada do czarismo. Foi do Comissariado do Povo de Instrução Pública da União Soviética, lutando contra a herança maldita do analfabetismo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-fevereiro-de-1869-nascimento-de-nadezhda-krupskaya/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 16:24:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 377]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/02/paulofonteles.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31126</guid>
		<description><![CDATA[O advogado Paulo Fonteles completaria 70 anos na segunda-feira, 11 de fevereiro. Foi  militante estudantil, preso político e o primeiro presidente da Sociedade Paraense de Direitos Humanos (SPDDH). Pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) advogou para os camponeses do Sul do Pará. Paulo foi assassinado no dia 11 de junho de 1987.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/memoria-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maria Aragão, médica comunista, completaria 109 anos neste 10 de fevereiro</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/maria-aragao-medica-comunista-completaria-109-anos-neste-10-de-fevereiro/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/maria-aragao-medica-comunista-completaria-109-anos-neste-10-de-fevereiro/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 14:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 376]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/02/maria_de_aragao.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=31049</guid>
		<description><![CDATA[A médica comunista maranhense Maria Aragão nasceu em 10 de fevereiro de 1910. Ela é uma das personagens femininas brasileiras mais expressivas do século passado, sempre defendendo os direitos das mulheres, dos negros, dos operários e camponeses. Foi vítima de perseguição e agressão, mas nunca deixou de enfrentar as oligarquias e de lutar contra o regime militar na década de 1960. Ao longo da vida se dedicou a causas sociais, buscando sempre igualdade e justiça. Maria Aragão é referência para as lutas populares do Maranhão e do Brasil. Sua trajetória está contada no livro “Uma subversiva no fio da história”, do jornalista Emilio Azevedo. Também podemos conhecer um pouco mais sobre ela pelo documentário “Maria Aragão e a organização popular”, produzido pela Editora Expressão Popular e pela Escola Nacional Florestan Fernandes. Assista aqui!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/maria-aragao-medica-comunista-completaria-109-anos-neste-10-de-fevereiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º de fevereiro: Lélia Gonzalez faria 84 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-fevereiro-lelia-gonzalez-faria-84-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-fevereiro-lelia-gonzalez-faria-84-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 19:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 375]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/02/leliagonzales.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30956</guid>
		<description><![CDATA[Em 1º de fevereiro de 1935, na cidade de Belo Horizonte (MG), nasceu Lélia Gonzalez, intelectual preocupada com a defesa dos excluídos. Formou-se em história e filosofia, deu aula na rede pública e tornou-se um ícone dos movimentos feminista e negro. Ajudou a criar o Movimento Negro Unificado (MNU), filiou-se ao PT e fundou, em 1983, no Rio, o Nzinga, um dos primeiros coletivos de mulheres negras. Até hoje suas contribuições nos estudos sobre a condição dos negros nas Américas e na África são referência sobre o assunto, especialmente quando se trata de mulheres negras. Lélia Gonzalez faleceu em 10 de julho de 1994. Fonte: Livro-agenda do NPC. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-fevereiro-lelia-gonzalez-faria-84-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title></title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/30880-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/30880-2/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 17:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 374]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2019/01/disputa_da_história.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30880</guid>
		<description><![CDATA[O projeto Percursos e Memórias, a História da Disputa: Disputa da História realiza debate no sábado, dia 19, às 10h30, no Memorial da Resistência, em São Paulo. (Largo General Osório, 66).

No primeiro encontro realizado no dia 15/12/2018 (https://bit.ly/2Fiw2n6), esteve em debate o legado da memória institucional e da memória social sobre a ditadura militar. Saiba mais!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/30880-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>30 anos do assassinato de Chico Mendes: Carta Xapuri honra as memórias e o legado do ambientalista</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/30-anos-do-assassinato-de-chico-mendes-carta-xapuri-honra-as-memorias-e-o-legado-do-ambientalista/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/30-anos-do-assassinato-de-chico-mendes-carta-xapuri-honra-as-memorias-e-o-legado-do-ambientalista/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 15:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 373]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/12/30_anos_chico_mendes.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30812</guid>
		<description><![CDATA[[Por Maria Meirelles/ Notícias do Acre] As ideias revolucionárias do humanista e ambientalista acreano Chico Mendes são a base das políticas públicas de desenvolvimento sustentável no mundo. O movimento que liderou com outros companheiros e companheiras na década de 80 resultou na criação das reservas extrativistas no Brasil, entre outras conquistas. Durante três dias, 15 a 17, mais de 500 ativistas de vários lugares da Amazônia, do Brasil e do planeta contribuíram com o “Encontro Chico Mendes 30 anos: Uma Memória a Honrar. Um Legado a Defender”, promovido na cidade natal do líder sindicalista.

A atividade histórica resultou na criação da Carta Xapuri – manifesto construído coletivamente para reafirmar o compromisso com a defesa da Amazônia, das populações que nela vivem e impulsionar o pacto de gerações entre as lideranças do ontem, hoje e do amanhã. Emanados pelo senso de justiça e resistência, os participantes encerram o Encontro Chico Mendes 30 anos clamando em uma só voz: “ninguém abandona a defesa dos povos da floresta!”, “ninguém desiste do legado de Chico Mendes!”, “ninguém solta a mão de ninguém!”, “Chico, vive!” &#124; Leia a Carta Xapuri na íntegra. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/30-anos-do-assassinato-de-chico-mendes-carta-xapuri-honra-as-memorias-e-o-legado-do-ambientalista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>NPC se solidariza com a morte de diretores do Sintep/MT</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/npc-se-solidariza-com-a-morte-de-diretores-do-sintepmt/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/npc-se-solidariza-com-a-morte-de-diretores-do-sintepmt/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 15:42:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 373]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/12/Sintep-diretores-300x300.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30851</guid>
		<description><![CDATA[No dia 2 de dezembro, por volta das 14 horas, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Jocilene Barboza (42), e o ex-presidente e atual secretário de Articulação Sindical, Júlio César Viana, (65), foram vítimas de um acidente de carro e tiveram morte instantânea. Eles retornavam do interior do estado, após participarem de atividade de formação de novos filiados que assumiram o concurso da Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Manifestamos nosso mais profundo pesar pela perda dos dois militantes, e desejamos força aos familiares, amigos e companheiros de luta.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/npc-se-solidariza-com-a-morte-de-diretores-do-sintepmt/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fotojornalismo do ‘Correio da Manhã’ em exposição na Caixa Cultural</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/fotojornalismo-do-correio-da-manha-em-exposicao-na-caixa-cultural/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/fotojornalismo-do-correio-da-manha-em-exposicao-na-caixa-cultural/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 17:24:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 372]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/12/espo_correiodamanhã.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30741</guid>
		<description><![CDATA[A historiadora Maria do Carmo Rainho, que atua há 30 anos no Arquivo Nacional, montou a exposição inédita e gratuita “Correio da Manhã: uma revolução de imagens nos anos 1960”, em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro até o dia 23 de dezembro. Durante os anos em que circulou, de 1901 a 1974, o Correio da Manhã abrigou, na redação da Avenida Gomes Freire, no coração da Lapa, Carlos Heitor Cony, Antônio Callado, Jânio de Freitas, Otto Maria Carpeaux, Sérgio Augusto e Paulo Francis, para citar alguns gigantes do jornalismo nacional. Carlos Drummond de Andrade ainda era o cronista (sob as iniciais C.D.A.) e Nelson Rodrigues estava escrevendo suas memórias no Segundo Caderno. A exposição é uma ode ao fotojornalismo, num momento em que a imprensa escrita sofre profundas mudanças e até ameaças por parte do presidente eleito, Jair Bolsonaro. A entrada é franca.&#124; Saiba mais e não perca!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/fotojornalismo-do-correio-da-manha-em-exposicao-na-caixa-cultural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em 19 de setembro de 1921, nasceu Paulo Freire</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-19-de-setembro-de-1921-nasceu-paulo-freire/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-19-de-setembro-de-1921-nasceu-paulo-freire/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 17:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 371]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/10/paulo-freire.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30646</guid>
		<description><![CDATA[No dia 19 de setembro de 1921, nasce, em Recife (PE), Paulo Freire, referência mundial na defesa da educação emancipatória. Preocupado com o analfabetismo adulto no Brasil, iniciou uma experiência inovadora de alfabetização a partir do cotidiano de trabalhadores e trabalhadoras. Defendia a educação em sua função política de criar autonomia e contribuir para a transformação social. Algumas de suas principais obras são “Educação como prática da liberdade”, “Pedagogia do oprimido”, “Pedagogia da esperança” e “Pedagogia da autonomia”.
]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-19-de-setembro-de-1921-nasceu-paulo-freire/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em 22 de março de 1952, falece Ana Aurora do Amaral Lisboa</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-22-de-marco-de-1952-falece-ana-aurora-do-amaral-lisboa/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-22-de-marco-de-1952-falece-ana-aurora-do-amaral-lisboa/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 17:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 371]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/10/aurora.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30643</guid>
		<description><![CDATA[Nascida em Rio Pardo (RS), Ana Aurora do Amaral Lisboa (1860-1952) foi a primeira mulher de sua cidade a se formar. Chamada de a “Grande Mestra”, ficou conhecida por suas ideias revolucionárias. Preocupada com questões políticas e sociais de seu tempo, dedicou-se a vida inteira ao magistério. Fundou o “Colégio Amaral Lisboa”, onde estudavam, lado a lado, os ricos que podiam pagar mensalidade e os pobres que não podiam. Também em 1915, inaugurou aulas noturnas, gratuitas, para adultos que quisessem aprender a ler e escrever.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-22-de-marco-de-1952-falece-ana-aurora-do-amaral-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fidel, o bairro do Harlem e os negros americanos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/fidel-o-bairro-do-harlem-e-os-negros-americanos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/fidel-o-bairro-do-harlem-e-os-negros-americanos/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 19:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 370]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/09/fidel.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30534</guid>
		<description><![CDATA[Clique aqui e confira o vídeo! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/fidel-o-bairro-do-harlem-e-os-negros-americanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
<enclosure url="http://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/09/Filde-Harlen.mp4" length="3888931" type="video/mp4" />
		</item>
		<item>
		<title>Justiça social à moda Tupi-Guarani</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/justica-social-a-moda-tupi-guarani/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/justica-social-a-moda-tupi-guarani/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2018 17:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 369]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/08/história.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30457</guid>
		<description><![CDATA[O livro “História da riqueza no Brasil”, de Jorge Caldeira, traz várias revelações importantes em relação aos modos de vida dos povos indígenas, antes da invasão europeia.  

O maior grupo era o tupi-guarani. Seus diversos núcleos tribais exibiam um nível parecido de conhecimentos, domínio tecnológico e costumes. Mas o mais interessante era o que ocorria com a produção. Não é verdade que eles viviam em economias de subsistência, sendo incapazes de produzir estoques.

[Leia a matéria completa]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/justica-social-a-moda-tupi-guarani/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Clara Zetkin, a líder comunista</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/clara-zetkin-a-lider-comunista/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/clara-zetkin-a-lider-comunista/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 16:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 368]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/08/clara_rosa.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30345</guid>
		<description><![CDATA[Em 1910, na II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, na Dinamarca,  a líder comunista alemã Clara Zetkin propõe a instituição de uma data para lembrar e reforçar as lutas por direitos das mulheres. Esta data virá a ser, anos depois, o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/clara-zetkin-a-lider-comunista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Só não levaram minhas fotos. Mamãe e papai sumiram com elas”</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/so-nao-levaram-minhas-fotos-mamae-e-papai-sumiram-com-elas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/so-nao-levaram-minhas-fotos-mamae-e-papai-sumiram-com-elas/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 17:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 367]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/08/aluisio-palmar.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30269</guid>
		<description><![CDATA[[Por Aluisio Palmar] Eu não tenho fotos da adolescência e juventude. As que eu tinha, meu pai e minha mãe deram sumiço. Tudo começou quando os agentes da polícia política começaram a me buscar em janeiro de 1969, por ocasião da queda de uma célula dos Comandos de Libertação Nacional – Colina, em Niterói.

Meu nome apareceu e desde então volta e meia os belequins da ditadura batiam na casa da família, ameaçavam meus irmãos e pressionavam minha mãe e meu pai.

Levaram meus livros, um álbum lindo com imagens da Tchecoslováquia e até um disco com músicas de Sérgio Ricardo. Só não levaram minhas fotos. Mamãe e papai sumiram com elas. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/so-nao-levaram-minhas-fotos-mamae-e-papai-sumiram-com-elas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro sobre mulheres na luta armada será lançado em SP</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-mulheres-na-luta-armada-sera-lancado-em-sp/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-mulheres-na-luta-armada-sera-lancado-em-sp/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2018 18:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 366]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Mulheres-na-luta-armada.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=30162</guid>
		<description><![CDATA[No dia 17 de agosto será lançado, em São Paulo, o livro “Mulheres na luta armada: protagonismo feminino na ALN (Ação Libertadora Nacional)”, de Maria Cláudia Badan Ribeiro. O foco dessa obra é nas mulheres guerrilheiras, que, para lutarem contra a ditadura, romperam com a sociedade e com suas famílias que as queriam casadas, recatadas e do lar. Maria Cláudia, com seu livro, resgata a história da ALN e expõe as vidas tão pouco contadas das mulheres brasileiras que pegaram em armas contra a ditadura. O lançamento será às 18h30, na Livraria da Alameda: Rua Treze de Maio, 353, Bela Vista, São Paulo. &#124; Texto resumido de Carlos Eugênio Paz.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-mulheres-na-luta-armada-sera-lancado-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>26 de junho de 2018: 50 anos da ‘Passeata dos Cem Mil’ </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-junho-de-2018-50-anos-da-passeata-dos-cem-mil/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-junho-de-2018-50-anos-da-passeata-dos-cem-mil/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 16:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 364]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/06/passeata-100-mil.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29991</guid>
		<description><![CDATA[[Por Comunicação MPA/ Foto de Evandro Teixeira] Há 50 anos, em 26 junho de 1968, o povo brasileiro tomava as ruas na manifestação que ficou conhecida como a Passeata dos 100 Mil, em oposição à Ditadura Militar. O Brasil mergulhara nas sombras, mas a esperança sobrevivia nas pessoas que saíram às ruas de braços dados e entoando canções de liberdade, igualdade e esperança. "Foi um dia glorioso para nós, brasileiros", revela o fotógrafo, Evandro Teixeira, responsável pelo registro que entrou para a história do país.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/26-de-junho-de-2018-50-anos-da-passeata-dos-cem-mil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vito Giannotti: “Jornais não vão se democratizar. Temos que ter o nosso jornal”</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-jornais-nao-vao-se-democratizar-temos-que-ter-o-nosso-jornal/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-jornais-nao-vao-se-democratizar-temos-que-ter-o-nosso-jornal/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 25 May 2018 16:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 363]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/05/vito-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29848</guid>
		<description><![CDATA[[Por Paula Zarth Padilha – Terra Sem Males, em 18.05.2015] Vito Giannotti, coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação, uma entidade direcionada ao ensino de comunicação popular para representantes dos movimentos sociais e sindicais, esteve em Curitiba na semana passada, nos dias 13 e 14 de maio, ministrando curso de comunicação para dirigentes sindicais bancários do Paraná. Confira na íntegra! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-jornais-nao-vao-se-democratizar-temos-que-ter-o-nosso-jornal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Na Bolívia, uma lutadora indígena estampa papel moeda</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/na-bolivia-uma-lutadora-indigena-estampa-papel-moeda/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/na-bolivia-uma-lutadora-indigena-estampa-papel-moeda/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 16:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 361]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/04/moeda-bolívia.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29602</guid>
		<description><![CDATA[Em abril deste ano, a Bolívia coloca em circulação uma nova nota com a imagem estampada de uma mulher indígena. Trata-se de Gregoria Apaza, que lutou contra os colonizadores espanhóis.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/na-bolivia-uma-lutadora-indigena-estampa-papel-moeda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PCB foi criado há 96 anos   </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/pcb-foi-criado-ha-96-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/pcb-foi-criado-ha-96-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 17:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 360]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/03/pcb.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29474</guid>
		<description><![CDATA[Em 25 de março de 1922, foi criado, em Niterói, o Partido Comunista Brasileiro (PCB). A história de fundação do partido foi contada pelo escritor brasileiro Ferreira Gullar, em poema escrito no aniversário de 60 anos do partido. A seguir, a voz do poeta: “Eles eram poucos./ E nem puderam cantar muito alto a Internacional./ Naquela casa de Niterói em 1922./ Mas cantaram e fundaram o partido./ Eles eram apenas nove, o jornalista Astrogildo, o contador Cordeiro, o gráfico Pimenta, o sapateiro José Elias, o vassoureiro Luís Peres, os alfaiates Cendon e Barbosa, o ferroviário Hermogênio./ E ainda o barbeiro Nequete, que citava Lênin a três por dois./ Em todo o país eles eram mais de setenta./ Sabiam pouco de marxismo, mas tinham sede de justiça e estavam dispostos a lutar por ela./ Faz sessenta anos que isso aconteceu, o PCB não se tornou o maior partido do ocidente, nem mesmo do Brasil./ Mas quem contar a história de nosso povo e seus heróis tem que falar dele./ Ou estará mentindo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/pcb-foi-criado-ha-96-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Linda Brown, presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/linda-brown-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/linda-brown-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 17:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 360]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/03/linda-brown.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29470</guid>
		<description><![CDATA[Morreu, nesta segunda-feira, 26 de março, aos 76 anos, Linda Brown, mulher negra que, quando criança, motivou o fim da segregação racial nas escolas do sul dos Estados Unidos. As informações são do jornal local "Topeka Capital-Journal".]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/linda-brown-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário ‘Soldados do Araguaia’ chega aos cinemas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-soldados-do-araguaia-chega-aos-cinemas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-soldados-do-araguaia-chega-aos-cinemas/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 20:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 359]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/03/soldados_do_araguaia.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29354</guid>
		<description><![CDATA[Na próxima quinta-feira, 22 de março, estreia, nos cinemas do país, o documentário “Soldados do Araguaia”. Esse é o novo filme de Belisário Franca, o mesmo diretor de “Menino 23”. Soldados do Araguaia é um documentário que se propõe a dar voz às memórias e traumas de recrutas de baixa patente do Exército Brasileiro que combateram na Guerrilha do Araguaia. Da convocação junto às comunidades ribeirinhas e rurais até a dispensa após o extermínio da guerrilha comunista, os relatos dos ex-soldados compõem uma narrativa em que recrutas e guerrilheiros se confundem debaixo da opressão militar. Clique aqui e confira o trailer. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-soldados-do-araguaia-chega-aos-cinemas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Opera Mundi publica série especial sobre imprensa alternativa no Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/opera-mundi-publica-serie-especial-sobre-imprensa-alternativa-no-brasil/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/opera-mundi-publica-serie-especial-sobre-imprensa-alternativa-no-brasil/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 16:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 358]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/02/memória-imprensa-alternativa.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29143</guid>
		<description><![CDATA[Em uma série de reportagens e vídeos especiais, o Opera Mundi resgata parte da história da imprensa alternativa no Brasil no último século. Conversamos com os fundadores e participantes dos veículos da época a fim de revisitar as histórias de seus jornais, que se misturam com a da resistência no período de exceção democrática no país. Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/opera-mundi-publica-serie-especial-sobre-imprensa-alternativa-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amanhã: um jornal de estudantes para o movimento operário</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/amanha-um-jornal-de-estudantes-para-o-movimento-operario/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/amanha-um-jornal-de-estudantes-para-o-movimento-operario/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2018 17:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 357]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/01/jornal_amanha.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=29028</guid>
		<description><![CDATA[[Por Lucas Estanislau/ Opera Mundi] Em 1967, o golpe civil-militar completava três anos e ainda não havia mostrado sua pior face - o que aconteceria em dezembro de 1968, com a instauração do AI-5. Os destinos do Brasil ainda eram incertos e a sociedade se movimentava na resistência ao regime dos militares. Neste ano, chegava às bancas um novo semanário com um nome que fazia referência ao futuro, ao que está por vir, ao Amanhã. No dia 13 de março, foi impressa a edição número zero do semanário estudantil, que falaria com os trabalhadores e duraria apenas sete números. &#124; Leia mais sobre o jornal na página do Opera Mundi. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/amanha-um-jornal-de-estudantes-para-o-movimento-operario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>HENFIL, PRESENTE! (05/02/1944 – 04/01/1988)</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/henfil-presente-05021944-04011988/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/henfil-presente-05021944-04011988/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2018 16:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 356]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2018/01/henfil.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=28707</guid>
		<description><![CDATA[[Por Alvaro Britto] O mineiro Henrique de Souza Filho, o Henfil, nascido em 05/02/1944 em Ribeirão das Neves, foi um dos maiores cartunistas brasileiros. Resistiu à ditadura com desenhos inteligentes e irônicos e é o autor da expressão “Diretas Já”, que marcou a campanha pela volta das eleições populares para presidente e pelo fim dos anos de chumbo.

Fez história no semanário O Pasquim, em companhia dos não menos brilhantes Millôr Fernandes, Ziraldo, Jaguar e Ivan Lessa. Henfil morreu em 4 de janeiro de 1988, um mês antes de completar 44 anos, vítima do vírus da Aids, contraído em uma das transfusões de sangue a que era submetido periodicamente. &#124; Continue lendo! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/henfil-presente-05021944-04011988/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário traz denúncia de trabalhadores de ligação da Volks com a Ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-traz-denuncia-de-trabalhadores-de-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-traz-denuncia-de-trabalhadores-de-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2017 20:12:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 355]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=28448</guid>
		<description><![CDATA[Está previsto para janeiro de 2018 o lançamento do documentário que retrata a luta do movimento "Reparar Já", formado por trabalhadores da Volkswagen no tempo do regime militar. O doc mostra a ligação da empresa com a ditadura, que causou demissões, prisões, torturas e assassinatos, e a luta do movimento pela reparação dos danos sofridos. &#124; Assista o trailer!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-traz-denuncia-de-trabalhadores-de-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DOC traz denúncia de trabalhadores sobre ligação da Volks com a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/doc-traz-denuncia-de-trabalhadores-sobre-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/doc-traz-denuncia-de-trabalhadores-sobre-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 15:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/12/Sem-título3.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=28376</guid>
		<description><![CDATA[Está previsto para janeiro de 2018 o lançamento do documentário que retrata a luta do movimento &#8220;Reparar Já&#8221;, formado por trabalhadores da Volkswagen no tempo do regime militar. O doc mostra a ligação da empresa com a ditadura, que causou demissões, prisões, torturas e assassinatos, e a luta do movimento pela reparação dos danos sofridos.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/doc-traz-denuncia-de-trabalhadores-sobre-ligacao-da-volks-com-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O legado da Revolução de Outubro</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/o-legado-da-revolucao-de-outubro/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/o-legado-da-revolucao-de-outubro/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 18:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 352]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/10/lenin-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27998</guid>
		<description><![CDATA[A Revolução de Outubro de 1917 desatou o futuro, como escreveu Maiakóvski. Há um século, as suas centelhas alcançam o presente. Estes sinais carregam consigo ricas lições.
A Revolução Russa tem um imenso legado. Suas lutas foram homéricas e continuam atuais: contra a exploração capitalista (via a supressão da propriedade privada) e a opressão do patriarcado e do machismo, pelo fim do imperialismo e suas guerras, em defesa da reforma agrária, dos direitos da autodeterminação dos povos, da universalização dos direitos sociais e trabalhistas, e tantas outras pautas de interesse histórico da classe trabalhadora. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/o-legado-da-revolucao-de-outubro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em outubro de 1966, foi criado o Partido dos Panteras Negras</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-outubro-de-1966-foi-criado-o-partido-dos-panteras-negras/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-outubro-de-1966-foi-criado-o-partido-dos-panteras-negras/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2017 18:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 351]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/10/panteras-negras.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27869</guid>
		<description><![CDATA[Há 51 anos foi fundado o Partido dos Panteras Negras. Nós podemos, e devemos, aprender muito com os ensinamentos do grupo, que marcou a história dos EUA na luta contra a violência policial praticada contra os negros.  Em uma matéria publicada no Huffpost, aprendemos, dentre outras coisas, que a garantia de voz às mulheres ajudou a fortalecer o movimento, graças à força de figuras como Angela Davis, Assata Shakur e Kathleen Cleaver, que assumiram funções de liderança. Também aprendemos que os Panteras Negras ajudavam a financiar o partido com a venda de jornais, de mão em mão, o que também ajudou a aumentar o público alcançado. &#124; Clique aqui para saber mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-outubro-de-1966-foi-criado-o-partido-dos-panteras-negras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nos 40 anos de sua invasão, PUC diplomará cinco alunos mortos pela ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/nos-40-anos-de-sua-invasao-puc-diplomara-cinco-alunos-mortos-pela-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/nos-40-anos-de-sua-invasao-puc-diplomara-cinco-alunos-mortos-pela-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 18:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 350]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/09/puc.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27786</guid>
		<description><![CDATA[

[Por José Arbex Jr.*, especial para o Blog do Sakamoto] Os estudantes Carlos Eduardo Fleury, Cilon Cunha Brum, José Wilson Lessa Sabbag, Luiz Almeida Araújo e Maria Augusta Thomaz jamais completaram os seus cursos na PUC-SP, onde estudavam, no final dos anos 60. Foram assassinados pela ditadura militar. Os corpos de Luiz Almeida (Lula) e de Cilon Brum ainda não foram encontrados. Nesta segunda (18), eles serão homenageados pela Comissão da Verdade criada pela universidade, que, com a cerimônia, encerrará formalmente seus trabalhos. A PUC lhes concederá um diploma simbólico, como parte de uma semana dedicada a lembrar os 40 anos desde que a universidade foi invadida, com grande selvageria, por tropas da Polícia Militar comandadas pelo coronel Erasmo Dias. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/nos-40-anos-de-sua-invasao-puc-diplomara-cinco-alunos-mortos-pela-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1995: nasce o Grito dos Excluídos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1995-nasce-o-grito-dos-excluidos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1995-nasce-o-grito-dos-excluidos/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 14:57:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 242]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 349]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/09/grito.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27682</guid>
		<description><![CDATA[Em 7 de setembro de 1995, em todo o país, militantes sociais saem às ruas na primeira manifestação do Grito dos Excluídos. A ideia é aproveitar o Dia da Pátria para mostrar que não basta a independência oficial: a verdadeira independência passa pela justiça para a imensa maioria do povo. [Fonte: Livro Agenda NPC 2018 - Lutas por Direitos no Brasil e no Mundo] ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1995-nasce-o-grito-dos-excluidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>García Lorca: homem do mundo e irmão de todos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/garcia-lorca-homem-do-mundo-e-irmao-de-todos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/garcia-lorca-homem-do-mundo-e-irmao-de-todos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 17:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 347]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/08/frederico-garcia-lorca.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27532</guid>
		<description><![CDATA[[Rosângela Ribeiro Gil - NPC/SP] Há 81 anos, em 19 de agosto de 1936, a humanidade ficou ainda mais empobrecida e devedora. Militantes franquistas fuzilavam o poeta e dramaturgo espanhol Federico García Lorca. Calava-se ali, na espanhola Granada, uma voz feita para amar e respeitar homens e mulheres – fossem eles mouros, judeus, negros, ciganos e todos os alvos das intolerâncias desumanas. “Canto para a Espanha e sinto este país no fundo do meu ser, mas, acima de tudo, sou um homem do mundo e irmão de todos." García Lorca foi assassinado muito jovem, aos 38 anos, porque era homossexual. Foi uma das primeiras vítimas da Guerra Civil Espanhola. &#124; Continue lendo! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/garcia-lorca-homem-do-mundo-e-irmao-de-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cais do Valongo, símbolo de um crime contra a humanidade</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/cais-do-valongo-simbolo-de-um-crime-contra-a-humanidade/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/cais-do-valongo-simbolo-de-um-crime-contra-a-humanidade/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 19:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 346]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/08/3.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27426</guid>
		<description><![CDATA[[Por Roberta Jansen &#124; Deutsche Welle &#124; Rio de Janeiro - 13/07/2017 - 13h03] Diferentemente de outros 20 sítios no Brasil igualmente reconhecidos pela ONU, as pedras pisadas do cais por mulheres e homens trazidos à força da África em navios negreiros foram eleitas não apenas por seu valor arqueológico, arquitetônico ou mesmo histórico, mas, principalmente, por formarem um local considerado de "memória sensível" – mesmo caso, por exemplo, do campo de extermínio nazista de Auschwitz. Um lugar, portanto, de sofrimento, símbolo de um crime contra a humanidade.

"O Valongo é o mais importante, o mais significativo sítio de memória da diáspora africana na América. É o único vestígio material que temos do desembarque de africanos escravizados por aqui", afirma o antropólogo Milton Guran, coordenador do grupo de trabalho que elaborou o dossiê da candidatura do cais à Patrimônio Mundial da Humanidade.

Único sítio ligado à escravidão no Brasil

Não se trata de um ponto de desembarque qualquer: dos 4 milhões de africanos escravizados que vieram para o Brasil em 300 anos de tráfico, 2,4 milhões entraram no país pelo Rio de Janeiro, 1 milhão deles pelo Valongo, entre 1774 e 1831— muito mais gente do que os Estados Unidos receberam (cerca de 400 mil) em toda a sua história de tráfico. &#124; Leia o artigo completo]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/cais-do-valongo-simbolo-de-um-crime-contra-a-humanidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A sombra de Vici</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-sombra-de-vici/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-sombra-de-vici/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2017 18:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Memória da Comunicação no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[NPC Informa]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/08/4899da88-17dc-4938-b682-5f86fb62508f-1.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27327</guid>
		<description><![CDATA[Domingo e eu fomos grandes amigos, mas sempre lamentei que se entregasse afoitamente ao sonho de criar um império editorial Por Mino Carta / Editorial Carta Capital — publicado 31/07/2017 Meu eterno amigo Paulo Henrique Amorim compara com sua afiadíssima conversa Roberto Civita a Domingo Alzugaray. Conheci bem a ambos e considero a comparação inviável. Roberto era o asno pomposo na acepção irretorquível, [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-sombra-de-vici/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Argentina: juízes são condenados à prisão perpétua por cumplicidade com a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/argentina-juizes-sao-condenados-a-prisao-perpetua-por-cumplicidade-com-a-ditadura-quatro-juizes-federais-foram-condenados-a-prisao-perpetua-por-terem-sido-cumplices-da-ditadura-militar-na-argenti/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/argentina-juizes-sao-condenados-a-prisao-perpetua-por-cumplicidade-com-a-ditadura-quatro-juizes-federais-foram-condenados-a-prisao-perpetua-por-terem-sido-cumplices-da-ditadura-militar-na-argenti/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 19:30:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 344]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Sem-título123.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27268</guid>
		<description><![CDATA[Quatro juízes federais foram condenados à prisão perpétua por terem sido cúmplices da ditadura militar na Argentina. A sentença, ocorrida no dia 26 de julho, na província de Mendoza, foi transmitida ao vivo por rádios comunitárias e pela internet no site da Farco – Agência de Notícias do Fórum Argentino de Rádios Comunitárias. Rolando Evaristo Carrizo, Guillermo Petra Recabarren, Luis Miret y Otilio Roque Romano foram condenados por garantir que dezenas torturas, sequestros e assassinatos passassem impunes durante ditadura. Os juízes atuaram até 2011, o que expõe a dificuldade de condenação de civis que participaram ativamente da repressão. O processo durou mais de três anos e terminou, também, com a condenação, com diferentes penas, de outros funcionários do Estado, entre policiais, carcereiros e membros de forças armadas que participaram da repressão. Em entrevista às rádios comunitárias, concedida no Tribunal Federal, o fiscal Dante Veja apontou que a condenação foi histórica por constatar a responsabilidade dos diversos setores que faziam parte do aparelho de repressão estatal, não apenas dos militares. “Além disso, abarca um período que vai desde antes da ditadura, passa pelo período autoritário e chega, inclusive, à etapa democrática. Significa dizer que houve terrorismo de Estado antes e depois do golpe, como vínhamos afirmando”, disse. [Com informações da Associação Latinoamericana de Educação Radiofônica – ALER]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/argentina-juizes-sao-condenados-a-prisao-perpetua-por-cumplicidade-com-a-ditadura-quatro-juizes-federais-foram-condenados-a-prisao-perpetua-por-terem-sido-cumplices-da-ditadura-militar-na-argenti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marco Aurélio Garcia visto pela Oposição Sindical Metalúrgica de São Paulo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/marco-aurelio-garcia-visto-pela-oposicao-sindical-metalurgica-de-sao-paulo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/marco-aurelio-garcia-visto-pela-oposicao-sindical-metalurgica-de-sao-paulo/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 18:57:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 343]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/07/marco-aurelio-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27172</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sebastião Neto] O Marco Aurélio Garcia retratado na grande imprensa hoje não é o que conhecemos. Na vida de cada revolucionário que nunca saiu da trilha há muitas fases. Muitos descobriram hoje que Marco Aurélio foi vereador pelo PCB. Poucos sabem da sua militância no Chile. Muitos o conheceram exilado em Paris. Muitos lembram do Marco Aurélio do Em tempo, do Arquivo Edgard Leuenroth, das secretarias da cultura… Nós o conhecemos como um dedicado e brilhante intelectual revolucionário, absolutamente solidário com uma peãozada que se construía como classe. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/marco-aurelio-garcia-visto-pela-oposicao-sindical-metalurgica-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Declaração de amor de desaparecido político é descoberta em centro de tortura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/declaracao-de-amor-de-desaparecido-politico-e-descoberta-em-centro-de-tortura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/declaracao-de-amor-de-desaparecido-politico-e-descoberta-em-centro-de-tortura/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 19:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 342]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/07/argentina2.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=27032</guid>
		<description><![CDATA[Uma declaração de amor foi encontrada recentemente em um dos porões de tortura da ditadura argentina. Uma equipe de investigação encontrou em uma das paredes do prédio onde funcionava a ESMA (Escola Superior de Mecânica da Armada), o maior centro de detenção e tortura da ditadura que governou a Argentina entre 1976 e 1983, as palavras "H.A. Mónica te amo".

A equipe, que trabalha em conjunto com o juiz federal Sérgio Torres, encarregado do caso ESMA, acredita que as palavras foram escritas por Hernán Abriata, integrante da JUP (Juventude Universitária Peronista) sequestrado pela polícia em 1976, aos 24 anos, e desaparecido há 40. Seria uma declaração de amor a Mónica Dittmar, sua então companheira. De acordo com as investigações, Abriata teria ficado preso no porão onde a declaração foi encontrada.

[Fonte: http://bit.ly/2uG37nT]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/declaracao-de-amor-de-desaparecido-politico-e-descoberta-em-centro-de-tortura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Memórias Reveladas &#8211; Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985)</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-reveladas-centro-de-referencia-das-lutas-politicas-no-brasil-1964-1985/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-reveladas-centro-de-referencia-das-lutas-politicas-no-brasil-1964-1985/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 15:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 341]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/07/memoria.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26905</guid>
		<description><![CDATA[Criado em 13 de maio de 2009, o Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985) - Memórias Reveladas é coordenado pelo Arquivo Nacional, da Casa Civil da Presidência da República. Tem por objetivo tornar-se um espaço de convergência, difusão de documentos e produção de estudos e pesquisas sobre o regime político que vigorou entre 1º de abril de 1964 e 15 de março de 1985.

Congregando instituições públicas e privadas, e pessoas físicas que possuam documentos relativos à história política do Brasil durante os governos militares, o Centro é um pólo catalisador de informações existentes nos acervos documentais dessas Instituições e pessoas. &#124; Saiba mais! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/memorias-reveladas-centro-de-referencia-das-lutas-politicas-no-brasil-1964-1985/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Armazém Memória</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/26737-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/26737-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2017 20:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 340]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/07/k.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26737</guid>
		<description><![CDATA[O Armazém Memória é fruto da construção coletiva de um sítio (site) na Internet para incentivar  o desenvolvimento de políticas públicas que garantam o acesso da memória histórica do país, através de Bibliotecas Públicas Virtuais. O sítio reúne coleções de periódicos, depoimentos, livros, vídeos, áudios, artigos, documentos e imagens. São obras de natureza histórica, jurídica e educativa com foco nos direitos humanos. Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/26737-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>100 anos de fotografia online</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/100-anos-de-fotografia-online/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/100-anos-de-fotografia-online/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jun 2017 17:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 339]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/4.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26593</guid>
		<description><![CDATA[Mantida pela União Européia, a Plataforma Europeana é uma biblioteca de arte on-line, que tem como parceiros a Biblioteca Britânica, o Museu do Louvre, a Biblioteca Nacional da França, entre outros. Em maio, a plataforma lançou a coleção  Europeana Photography, que conta com imagens e documentos de 50 instituições europeias de 34 países que documentam os 100 primeiros anos da fotografia no continente europeu. A coleção reúne mais de 2,2 milhões de fotografias.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/100-anos-de-fotografia-online/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vigário Geral: histórias ainda contadas sobre a chacina</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/vigario-geral-historias-ainda-contadas-sobre-a-chacina/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/vigario-geral-historias-ainda-contadas-sobre-a-chacina/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 18:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 338]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Marcelo-Migliaccio-e-Fábio-Lau.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26497</guid>
		<description><![CDATA[Vinte quatro anos depois, a chacina de Vigário Geral que, em 1993, resultou na morte de 21 moradores inocentes assassinados pela Polícia Militar, é relembrada pelos jornalistas Marcelo Migliaccio e Fábio Lau no mini-documentário “Contos de Vigário (Geral)”. Ambos eram repórteres dos jornais Folha de São Paulo e o Dia, respectivamente, quando ocorreu a chacina. Com duração de 10 minutos, o curta narra histórias de bastidores e que não foram levadas ao público.&#124; Assista aqui!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/vigario-geral-historias-ainda-contadas-sobre-a-chacina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Helena Grecco fundou o Movimento Feminino pela Anistia</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/helena-grecco-fundou-o-movimento-feminino-pela-anistia/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/helena-grecco-fundou-o-movimento-feminino-pela-anistia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 18:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 337]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Helena-Grecco.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26380</guid>
		<description><![CDATA[Nasceu em 15 de junho de 1916, em Abaeté (MG), HELENA GRECCO, ativista política contra a ditadura de 64 e em defesa dos direitos humanos e das mulheres. Fundou e dirigiu o Movimento Feminino pela Anistia e o Comitê Brasileiro de Anistia (CBA) de Minas. Sofreu diversos atentados. Foi uma das responsáveis pela investigação de médicos acusados de falsificar laudos de militantes mortos nos porões da ditadura. [Fonte: Agenda NPC 2017]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/helena-grecco-fundou-o-movimento-feminino-pela-anistia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jornalista pioneira no Brasil conta sua história à BBC</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-pioneira-no-brasil-conta-sua-historia-a-bbc/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-pioneira-no-brasil-conta-sua-historia-a-bbc/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 18:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 337]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Ana-Callado.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26377</guid>
		<description><![CDATA[Ana Arruda Callado, jornalista, escritora e primeira mulher a ocupar a chefia de reportagem de um jornal no Brasil, nos anos 60, conta parte de sua história de pioneirismo no jornalismo à BBC.&#124; Leia a matéria.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jornalista-pioneira-no-brasil-conta-sua-historia-a-bbc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A história do nascimento do novo Sindicalismo Brasileiro em 13 episódios</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-historia-do-nascimento-do-novo-sindicalismo-brasileiro-em-13-episodios/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-historia-do-nascimento-do-novo-sindicalismo-brasileiro-em-13-episodios/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 17:29:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 336]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Chão-de-Fábrica.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26243</guid>
		<description><![CDATA[A história do novo Sindicalismo Brasileiro é contada na série “Chão de Fábrica”, exibida pela TVT,  em 13 episódios, no período de 10 de março a 2 de junho deste ano. A série tem direção e reflexões de Renato Tapajós, cineasta que acompanhou e registrou quase 40 anos de história dos movimentos sociais e dos trabalhadores.&#124; Assista aos episódios!
]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-historia-do-nascimento-do-novo-sindicalismo-brasileiro-em-13-episodios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministério do Trabalho cria comissão da verdade para investigar perseguições a sindicatos durante a ditadura militar</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ministerio-do-trabalho-cria-comissao-da-verdade-para-investigar-perseguicoes-a-sindicatos-durante-a-ditadura-militar/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ministerio-do-trabalho-cria-comissao-da-verdade-para-investigar-perseguicoes-a-sindicatos-durante-a-ditadura-militar/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 17:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[boletim 335]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Protesto-sindicatos.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=26113</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério do Trabalho criou uma comissão da verdade para investigar perseguições a sindicatos e violações de direitos sindicais por agentes do Estado durante a ditadura militar. O período investigado vai de 1946 até 1988. A primeira audiência pública do processo aconteceu na quarta, dia 31, em São Paulo. Outras audiências também serão realizadas em Belém (05/07), Rio de Janeiro (25/07), Recife (12/09), Porto Alegre (26/09) e Brasília (21/11). A comissão da verdade é coordenada por Antônio Artequilino. Ele afirma que o próprio Ministério e as delegacias regionais do trabalho foram responsáveis pelas perseguições que serão investigadas. A entrega do relatório final acontece no dia 5 de dezembro.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ministerio-do-trabalho-cria-comissao-da-verdade-para-investigar-perseguicoes-a-sindicatos-durante-a-ditadura-militar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UFRJ realiza exposição e seminário sobre a Revolução Russa de 1917</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ufrj-realiza-exposicao-e-seminario-sobre-a-revolucao-russa-de-1917/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ufrj-realiza-exposicao-e-seminario-sobre-a-revolucao-russa-de-1917/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 18:43:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ívina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 334]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/05/A-revolução-em-imagens.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25858</guid>
		<description><![CDATA[De 3 de maio a 28 de julho, o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realiza o seminário “A Revolução em Imagens”. O evento terá exposição de fotografias e cartazes e exibição de filmes, seguida de debates, sobre a Revolução Russa de 1917. O acervo que a ser apresentado contém cerca de 30 imagens impressas e mais outras 50 em mídias audiovisuais. A exibição acontece no Espaço Memória, Arte e Sociedade Jessie Jane Vieira de Souza, no 2º andar do prédio da Decania do CFCH. I Saiba mais sobre o evento.

]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ufrj-realiza-exposicao-e-seminario-sobre-a-revolucao-russa-de-1917/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aulas públicas vão recontar marcos das lutas dos trabalhadores no Brasil e no Mundo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/aulas-publicas-vao-recontar-marcos-das-lutas-dos-trabalhadores-no-brasil-e-no-mundo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/aulas-publicas-vao-recontar-marcos-das-lutas-dos-trabalhadores-no-brasil-e-no-mundo/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 04 May 2017 19:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 333]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/05/memória.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25764</guid>
		<description><![CDATA[Grandes marcos das lutas dos trabalhadores no Brasil e no mundo serão temas de estudo em duas aulas públicas durante o 1º Festival de Comunicação Popular e Sindical. A primeira, às 11h, será uma aula sobre a greve geral de 1917 no Brasil e a luta pela redução da jornada de trabalho. Às 12h, será a vez de uma aula sobre os 100 anos da Revolução Russa. [Na foto: Marcha para o enterro de José Ineguez Martinez, operário espanhol morto pela polícia e mártir da Greve Geral de 1917 / Autor desconhecido]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/aulas-publicas-vao-recontar-marcos-das-lutas-dos-trabalhadores-no-brasil-e-no-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>25 de abril de 1974 &#8211; PORTUGAL</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/25-de-abril-de-1974-portugal/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/25-de-abril-de-1974-portugal/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Apr 2017 19:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 332]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Celeste-Caeiro.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25681</guid>
		<description><![CDATA[Irrompe a Revolução dos Cravos, um movimento de capitães contra a ditadura portuguesa. CELESTE CAEIRO foi a mulher que ofereceu a flor a um dos rebelados, colocando-a em uma espingarda, o que deu nome ao movimento. Outras pessoas seguiram seu exemplo, e os cravos de esperança se espalharam por Lisboa. [Fonte: Agenda NPC 2017]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/25-de-abril-de-1974-portugal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Greve de 28 de abril acontece 100 anos após primeira Greve Geral brasileira</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/greve-de-28-de-abril-acontece-100-anos-apos-primeira-greve-geral-brasileira/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/greve-de-28-de-abril-acontece-100-anos-apos-primeira-greve-geral-brasileira/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2017 17:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 331]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Greve-de-1917.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25548</guid>
		<description><![CDATA[[Por Rafael Tatemoto - Brasil de Fato SP - 12.04.2017]   A vedação do trabalho de menores de 14 anos foi consagrada no país em 1943, com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). Assim como o pagamento de 50% no caso de horas extras. Essas demandas, entretanto, já faziam parte das reivindicações do movimento operário no Brasil desde o início de século 20.Essas foram algumas das bandeiras da primeira Greve Geral realizada no país, que completa cem anos no mês de julho. Além de questões relacionadas ao ambiente fabril, o movimento operário também pautava assuntos como o controle de preços de alimentos e dos aluguéis.

Localizada principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro, a paralisação de 1917 durou mais de um mês e não foi pensada originalmente para ter um caráter geral. Em tempos em que a questão social era tratada como questão de polícia, um dos estopins da generalização da greve foi a morte do operário espanhol José Ineguez Martinez, causada pelas forças policiais. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/greve-de-28-de-abril-acontece-100-anos-apos-primeira-greve-geral-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Série especial lançada pela TVT relembra o golpe civil-militar de 1964</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/serie-especial-lancada-pela-tvt-relembra-o-golpe-civil-militar-de-1964/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/serie-especial-lancada-pela-tvt-relembra-o-golpe-civil-militar-de-1964/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 18:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 330]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/04/tvt_lembrar.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25369</guid>
		<description><![CDATA["Lembrar e Resistir” – este é o nome da série documental produzida pela Rede TVT para relembrar o golpe civil-militar de 1964. Lançada nesta terça (04.04), a série especial contém quatro episódios com depoimentos de alguns funcionários da empresa Volkswagen sobre as perseguições que sofreram dentro e fora da fábrica. E, além disso, falam sobre a luta que travam na justiça, por uma reparação. 

Em 2015, o Ministério Público Federal recebeu das mãos de centrais sindicais uma série de documentos, provas físicas e testemunhais de que a empresa alemã Volkswagen colaborou diretamente com os militares durante a ditadura.

Os documentos, organizados por ex-funcionários e comissões da verdade, indicam que a empresa fornecia informações sobre funcionários com atuação sindical e política para os órgãos de segurança da época. E também permitia torturas no interior da fábrica, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Leia os resumos e confira os episódios. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/serie-especial-lancada-pela-tvt-relembra-o-golpe-civil-militar-de-1964/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Editora UNB lança o livro “Paixão de Honestino” sobre a trajetória do líder estudantil Honestino Guimarães</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/editora-unb-lanca-o-livro-paixao-de-honestino-sobre-a-trajetoria-do-lider-estudantil-honestino-guimaraes/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/editora-unb-lanca-o-livro-paixao-de-honestino-sobre-a-trajetoria-do-lider-estudantil-honestino-guimaraes/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 17:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheila Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 329]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/03/20170324152451190038u.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25137</guid>
		<description><![CDATA[[Por Isabella Andrade - Correio Braziliense - 27.03.2017]     Escrito entre histórias, memórias e fatos históricos, a obra de Betty Almeida, intitulada como Paixão de Honestino, reúne vivências da própria escritora, amiga de um dos mais importantes líderes estudantis do país. Trazendo à tona a biografia permeada por discussões de elementos retirados de suas lembranças e experiências, o livro mostra o cotidiano do estudante em seu período resistência à repressão na Universidade de Brasília (UnB). I Continue lendo.

]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/editora-unb-lanca-o-livro-paixao-de-honestino-sobre-a-trajetoria-do-lider-estudantil-honestino-guimaraes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Anatomia de um crime</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/anatomia-de-um-crime/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/anatomia-de-um-crime/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 17:05:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheila Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 329]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Maracanã-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=25132</guid>
		<description><![CDATA[[Por Rogério Daflon - Agência Pública - 23.03.2017]      O Maracanã era a casa coletiva dos cariocas e dos brasileiros apaixonados por futebol. O mítico templo do esporte bretão nunca intimidou o torcedor; ao contrário, era ali que ele se sentia à vontade. No dia 2 de junho de 2013, porém, o estádio mais popular do planeta – já reformado para acolher a próxima Copa do Mundo – se apresentou tão metamorfoseado que chocou frequentadores. “Fiquei catatônico”, disse o historiador e antropólogo Marcos Alvito à Pública. “Eu, que me sentia tão pertencente àquele lugar, de repente tive a sensação de estar perdido, deslocado. Minha então namorada me disse que fiquei cinco minutos calado e perplexo.” I Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/anatomia-de-um-crime/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Greve Geral 100 anos: pauta bem definida, contra trabalho infantil e exploração das mulheres, parou São Paulo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/greve-geral-100-anos-pauta-bem-definida-contra-trabalho-infantil-e-exploracao-das-mulheres-parou-sao-paulo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/greve-geral-100-anos-pauta-bem-definida-contra-trabalho-infantil-e-exploracao-das-mulheres-parou-sao-paulo/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 15:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 327]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 328]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/03/grevegeral.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24790</guid>
		<description><![CDATA[
[Por Isaías Dalle/CUT Brasil - 10.03,17] Em 2017, comemoram-se os 100 anos da primeira e mais bem-sucedida Greve Geral brasileira. O movimento, embora tenha atingido outras cidades do país, como o Rio de Janeiro, teve seu epicentro e auge na capital de São Paulo, o centro industrial mais avançado. Segundo diferentes autores que estudaram aquela Greve, um dos principais motivos do sucesso da paralisação – que em julho deixou São Paulo às moscas, como veremos em textos posteriores – foi a escolha acertada das bandeiras de luta, com destaque para a exploração do trabalho infantil e o trabalho opressivo, extenso e noturno das mulheres. Este momento histórico pode servir de exemplo e motivação para a construção da greve que se pretende realizar neste ano de 2017, um século depois. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/greve-geral-100-anos-pauta-bem-definida-contra-trabalho-infantil-e-exploracao-das-mulheres-parou-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você sabia?</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabia-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabia-2/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 15:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 327]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 328]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/03/greve.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24786</guid>
		<description><![CDATA[Na greve de l9l7, a primeira fábrica a parar foi o Cotonifício Crespi, no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabia-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Marisa Letícia, a companheira do ex-presidente Lula da Silva</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/marisa-leticia-a-companheira-do-ex-presidente-lula-da-silva/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/marisa-leticia-a-companheira-do-ex-presidente-lula-da-silva/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 17:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 326]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/02/marisa_leticia.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24425</guid>
		<description><![CDATA[[Por Frei Betto] Se há uma mulher que não pode ser considerada mero adereço do marido é Marisa Letícia Lula da Silva. Conta a fábula que, tendo sido coroado, o rei nomeou para o palácio um lenhador que, na infância, fora seu companheiro de passeios pelo bosque. Surpreso, o pobre homem escusou-se frente à tão inesperada deferência, alegando que mal sabia ler e não possuía nenhuma ciência que justificasse sua presença entre os conselheiros do reino. “Quero-o junto a mim – disse o rei – porque preciso de alguém que me diga a verdade”. Marisa não tem a vocação política de Lula, mas sua aguçada sensibilidade funciona como um radar que lhe permite captar o âmago das pessoas e discernir as variáveis de cada situação. Por isso, é capaz de dizer a Lula verdades que o ajudam a não se afastar de sua origem popular nem ceder ao mito que se cria em torno dele. A simplicidade talvez seja o predicado que ela mais admira nas pessoas. Leia o texto completo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/marisa-leticia-a-companheira-do-ex-presidente-lula-da-silva/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2017 – 100 anos da greve geral no Brasil, por Sinpro-ABC</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/2017-100-anos-da-greve-geral-no-brasil-por-sinpro-abc/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/2017-100-anos-da-greve-geral-no-brasil-por-sinpro-abc/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2017 13:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 324]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2017/01/greve-geral-1-e1483969373550.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24201</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sinpro ABC] A Greve Geral de 1917 ficou conhecida em todo o país pela paralisação da indústria e do comércio que aconteceu em julho daquele ano. O movimento surgiu como resultado de diversas organizações operárias. Esta mobilização foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil, durou mais de um mês.

O movimento operário mostrou como suas organizações (Sindicatos e Federações) podiam lutar e defender os direitos da classe trabalhadora com forte impacto na economia e na sociedade. A industrialização fez surgir no Brasil um novo perfil social: O operário fabril. O movimento teve início ainda no final do século XIX. &#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/2017-100-anos-da-greve-geral-no-brasil-por-sinpro-abc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Morreu Max Altman, meu pai</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/morreu-max-altman-meu-pai/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/morreu-max-altman-meu-pai/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2016 12:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 323]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/12/max-altman-1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24083</guid>
		<description><![CDATA[[Por Breno Altman] Nessa segunda-feira, dia 19 de dezembro, às 21h15, faleceu um militante internacionalista de toda a vida. Um homem que dedicou sua existência à luta pelo socialismo, à revolução proletária e à solidariedade anti-imperialista.

Aos onze anos, filho de um revolucionário polonês de origem judaica, integrou-se ao Partido Comunista, com o qual romperia em 1984, para se juntar ao Partido dos Trabalhadores.

Advogado, editor e jornalista, forjou sua biografia com destemor. De rara cultura e hábitos simples, teve um só lado desde muito jovem: o do movimento de libertação dos trabalhadores.

Era um filho da revolução de outubro. Da resistência contra a ditadura à defesa dos governos petistas, sempre esteve nas primeiras fileiras de combate.

Não hesitou jamais na oposição aberta ao sionismo, na solidariedade incondicional com a revolução cubana e no apoio incansável aos governos progressistas da América Latina, particularmente à revolução venezuelana.

Foi um grande pai, meu e de meus irmãos, Fabio Altman e Rogerio Altman.

Um avô terno e atencioso para nossos filhos, seus netos.

Um companheiro dedicado às duas mulheres que amou, minha mãe Raquel e sua esposa atual, Liria Pereira.

Um camarada de seus camaradas.

Nunca esqueceremos os valores que sempre nos ensinou e a todos que nos cercavam: a valentia, a lealdade, a coerência, a honestidade, a abnegação, o compromisso com o conhecimento e o trabalho, a dedicação ilimitada à luta dos povos.

Há um mês foi diagnosticado com tumor cerebral, do tipo mais agressivo, dez anos depois de ter se curado de uma leucemia.

Morreu aos 79 anos, ao som de Les Amants de Paris, cantada por Edith Piaf, assistido por minha companheira, Flávia Toscano, que testemunhou o último suspiro desse homem inesquecível.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/morreu-max-altman-meu-pai/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Símbolo da luta contra a ditadura e por justiça social, Dom Paulo Evaristo Arns morre aos 95 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/simbolo-da-luta-contra-a-ditadura-e-por-justica-social-dom-paulo-evaristo-arns-morre-aos-95-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/simbolo-da-luta-contra-a-ditadura-e-por-justica-social-dom-paulo-evaristo-arns-morre-aos-95-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2016 12:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 323]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/12/dom_evaristo.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=24067</guid>
		<description><![CDATA[[Com informações da Carta Capital] Na semana passada, perdemos o arcebispo emérito Dom Paulo Evaristo Arns. De formação e hábitos franciscanos, ele foi um missionário que dedicou sua vida à defesa dos pobres e à justiça social. Foi um dos representantes da Teologia da Libertação no Brasil, tendo denunciado as torturas e a perseguição política durante a ditadura.  Ele nunca se omitiu frente às barbaridades que tomou conhecimento. A partir de 1973, o arcebispo passou a celebrar missas com forte conteúdo político, como a do líder estudantil Alexandre Vannucchi Leme, da ALN, e um ato inter-religioso em homenagem ao jornalista Vlamidir Herzog, torturado e assassinado pelos militares.Além da resistência aos militares, Dom Paulo foi fundamental para a consolidação das Comunidades Eclesiais de Base, que buscavam substituir a supremacia das paróquias na organização da vida religiosa pela valorização de comunidades menores, com a presença tanto de integrantes da Igreja quanto de leigos. Sua dedicação na defesa dos direitos dos mais pobres e sua contribuição para a organização dos trabalhadores nos bairros devem servir de exemplo para os desafios que virão.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/simbolo-da-luta-contra-a-ditadura-e-por-justica-social-dom-paulo-evaristo-arns-morre-aos-95-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Atividade, em Volta Redonda, lembra o massacre dos trabalhadores da CSN de 1988 </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/atividade-em-volta-redonda-lembra-o-massacre-dos-trabalhadores-da-csn-de-1988/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/atividade-em-volta-redonda-lembra-o-massacre-dos-trabalhadores-da-csn-de-1988/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 14:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 321]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Debate_VoltaRedonda.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=23753</guid>
		<description><![CDATA[“No dia 7 de novembro de 1988, os operários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) entraram em greve. Lutavam pela implantação do turno de 6 horas, reposição de salários usurpados por planos econômicos e reintegração dos demitidos por atuação sindical. A greve envolveu a comunidade de Volta Redonda. No dia 9 de novembro, soldados do Exército de vários quartéis do estado e do Batalhão de Choques da Polícia Militar do Rio de Janeiro dispersaram uma manifestação em frente ao escritório central da companhia e invadiram a usina. Mataram William Fernandes Leite, 22 anos, com tiro de metralhadora no pescoço. Mataram Valmir Freitas Monteiro, 27 anos, com tiro de metralhadora nas costas. Mataram Carlos Augusto Barroso, 19 anos, com esmagamento de crânio”. Esse é um trecho de um texto escrito pela jornalista Claudia Santiago Giannotti, do NPC, sobre este trágico acontecimento que marcou a história da cidade e dos trabalhadores brasileiros em geral. Para lembrar a data, no dia 9 de novembro deste ano será lançado o Centro de Referência e Memória, com debate e exibição do documentário “Sacerdote do Povo”, sobre a vida de Dom Waldir Calheiros. A atividade será na Rua Doze, s/n, Vila Santa Cecília.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/atividade-em-volta-redonda-lembra-o-massacre-dos-trabalhadores-da-csn-de-1988/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cilene, presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/cilene-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/cilene-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2016 17:19:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 320]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/10/cilene-e1476897387895.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=23623</guid>
		<description><![CDATA[Nesta semana, recebemos a triste notícia do falecimento da grande comunicadora popular Cilene Regina Vieira, do Portal Comunitário da Cidade de Deus e do jornal “A Notícia por quem Vive”. Em uma aula de nosso curso, fizemos uma visita à favela e fomos prontamente recebidos por ela, sempre disposta a colaborar e a batalhar pela comunicação dos trabalhadores. A equipe do NPC lamenta muito essa perda. Cilene fará muita falta!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/cilene-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Há oitenta anos&#8230;</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ha-oitenta-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ha-oitenta-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 16:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 319]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Marcílio-Godoi.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=23512</guid>
		<description><![CDATA[[Por Marcílio Godoi] Há oitenta anos, Graciliano Ramos era preso, sob a vaga alegação de que seria “comunista”. Em carta a sua mulher, Heloísa Leite de Medeiros, da prisão, declara:“Estou resolvido a não me defender. Defender-me de quê? Tudo é comédia e, de qualquer maneira, eu seria um péssimo ator.”

Foto: arquivo do DOPS (1936), acervo do IEB, USP]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ha-oitenta-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentário apresenta depoimentos de filhos de vítimas da ditadura brasileira</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-apresenta-depoimentos-de-filhos-de-vitimas-da-ditadura-brasileira/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-apresenta-depoimentos-de-filhos-de-vitimas-da-ditadura-brasileira/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 15:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 317]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/09/15-filhos-e1474040425650.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=23304</guid>
		<description><![CDATA[Está no youtube um vídeo de cerca de 18 minutos chamado “15 filhos”. O documentário apresenta depoimentos de filhos de vítimas da ditadura militar. Os entrevistados, alguns deles muito emocionados, contam como foi sua infância, a relação com os pais e as dores insuperáveis. O filme foi dirigido por Maria Oliveira e Marta Nehring. Elas são filhas de guerrilheiros e também dão seus depoimentos. O vídeo está disponível aqui.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/documentario-apresenta-depoimentos-de-filhos-de-vitimas-da-ditadura-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As conquistas das mulheres na Revolução Russa</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/as-conquistas-das-mulheres-na-revolucao-russa/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/as-conquistas-das-mulheres-na-revolucao-russa/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2016 16:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 316]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/09/revolução-russa-e1472745979443.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=23196</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sheila Jacob para a agenda 2017 do NPC] Em 2017, celebramos o centenário da Revolução Russa. Esse acontecimento histórico, que marcou o início do século 20, muito tem a nos ensinar e inspirar, principalmente com relação às medidas implementadas para a libertação das mulheres e a igualdade de gênero. 

Quanto ao protagonismo das mulheres naquele distante país, basta lembrarmos que, em 23 de fevereiro de 1917 (8 de março no calendário ocidental), tecelãs e costureiras de Petrogrado foram às ruas protestar. Elas exigiam pão e paz em um contexto de miséria e exploração que vitimava trabalhadores e trabalhadoras russos. Esse fato foi considerado o estopim da Revolução de Outubro daquele ano. Por esse motivo, o 8 de março tornou-se o Dia Internacional da Mulher. Leia o artigo completo! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/as-conquistas-das-mulheres-na-revolucao-russa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As raízes negras de nossas lutas operárias</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/as-raizes-negras-de-nossas-lutas-operarias/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/as-raizes-negras-de-nossas-lutas-operarias/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 315]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/07/raízes_negras.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22917</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sérgio Domingues] A esquerda costuma dizer que a primeira greve do País foi feita pelos tipógrafos, em 1858, no Rio de Janeiro. Mas um ano antes, na mesma cidade, trabalhadores escravizados de uma fábrica do Visconde de Mauá já haviam cruzado os braços.

É o que revela o artigo “As greves antes da ‘grève’: as paralisações do trabalho feitas por escravos no século XIX”, de Antonio Luigi Negro e Flávio dos Santos Gomes.

O texto mostra o que já deveria ser óbvio: o “mito do imigrante radical (...) impede que o trabalhador local (a começar pelo escravo) apareça como protagonista das lutas operárias”.

Afinal, 45% dos operários das manufaturas do Rio de Janeiro entre 1840 a 1850 eram escravos. Especialmente, em fábricas de vidro, papel, sabão, couros, chapéus e têxteis. Leia mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/as-raizes-negras-de-nossas-lutas-operarias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aplicativo reproduz circuito do tráfico negreiro no Rio</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/aplicativo-reproduz-circuito-do-trafico-negreiro-no-rio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/aplicativo-reproduz-circuito-do-trafico-negreiro-no-rio/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 16:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 314]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/06/passados_presentes.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22810</guid>
		<description><![CDATA[Com o objetivo de resgatar a memória da escravidão no Brasil. O aplicativo para celular Passados Presentes – Memória da Escravidão no Brasil guia seus usuários a conhecerem os locais por onde passaram gerações de africanos escravizados. Além do roteiro da Pequena África, localizado na zona portuária na cidade do Rio de Janeiro. O Aplicativo refaz outros três roteiros, o quilombo do Bracuí, em Angra dos Reis, o quilombo de São José, em Valença e a cidade de Pinheiral, na região do Vale do Paraíba. O projeto foi coordenado pelas professoras Hebe Mattos e Martha Abreu, da UFF, e Keila Grinberg, da Escola de História da UNIRIO. Saiba mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/aplicativo-reproduz-circuito-do-trafico-negreiro-no-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Muhammad Ali presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/muhammad-ali-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/muhammad-ali-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2016 16:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 313]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ali-e1466009925429.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22703</guid>
		<description><![CDATA[Faleceu, no dia 4 de junho, Muhammad Ali, que lutava contra o Mal de Parkinson há cerca de 30 anos e uniu, como poucos, esporte e política. Nascido Cassius Clay, tornou-se referência mundial dentro dos ringues de boxe e nos protestos contra a opressão dos negros de todo o mundo. Converteu-se ao Islã, fez de Malcom X sua referência política e recusou-se a lutar na Guerra do Vietnã, pois, como dizia, seu inimigo não era nenhum vietcongue, mas sim o preconceito e a exclusão. “Minha consciência não deixa que eu atire em um irmão, ou em gente escura, ou em qualquer pessoa pobre e faminta vivendo na lama, pela grande e poderosa América. E atirar neles por quê? Eles nunca me chamaram de ‘crioulo’. Eles nunca me lincharam, ou soltaram cães em mim, nem roubaram minha nacionalidade… Nunca estupraram e mataram minha mãe ou meu pai. Atirar neles por quê? Como vou atirar neles, bebês e crianças e mulheres pobres e negras? É melhor que me mandem pra prisão”, chegou a dizer.  ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/muhammad-ali-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Golpes, mídia, cultura e dominação </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/golpes-midia-cultura-e-dominacao/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/golpes-midia-cultura-e-dominacao/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2016 18:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 312]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/06/memória-e1464806184860.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22586</guid>
		<description><![CDATA[[Por Nilson Lage] Para se entender o capítulo “mídia” das conspirações que levaram aos golpes de 1964 e 2016, é preciso recuar uns 70 anos. No pós-guerra, montados em dinheiro num volume jamais visto aqui, os americanos vieram às compras. Inicialmente, associaram-se a Assis Chateaubriand, que lhes pareceu versão latina e engraçada do self-made-man de sua mitologia empresarial: deram-lhe o suporte tecnológico necessário à implantação da televisão e conviveram por bom tempo com a loucura administrativa dos Diários Associados. A ocupação de espaços culturais teve lances sutis e outros violentos. O mais agressivo destes foi o estrangulamento da nascente indústria cinematográfica paulista, montada em grandes estúdios (Vera Cruz, em São Bernardo do Campo; Maristela, no bairro paulistano de Jaçanã) com o aproveitamento de pessoal técnico deslocado pela guerra em países da Europa, notadamente a Itália: as distribuidoras americanas retiveram a distribuição internacional dos filmes, área que monopolizavam. O avanço sobre as agências de publicidade resultou quase automaticamente da invasão de marcas americanas em setores que mais programam publicidade: indústrias alimentícias, produtos de higiene, cosméticos e eletroeletrônicos. Em 1964, a maioria das agências já pertencia a empresas americanas ou a grupos locais a eles associados. &#124; Continue lendo]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/golpes-midia-cultura-e-dominacao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Venício Lima sobre imprensa no Brasil e no mundo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/entrevista-com-venicio-lima-sobre-imprensa-no-brasil-e-no-mundo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/entrevista-com-venicio-lima-sobre-imprensa-no-brasil-e-no-mundo/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2016 17:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/05/livrovenicio1.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22575</guid>
		<description><![CDATA[Para educar, é preciso compreender os mecanismos da Comunicação Em “Liberdade de Expressão X Liberdade de Imprensa” Venício Lima traça um panorama do desenvolvimento destes dois conceitos na Europa e nos Estados Unidos. Nesta entrevista de 28 de junho de 2010, ele afirma que o Brasil descumpre a Constituição ao permitir que os meios de comunicação [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/entrevista-com-venicio-lima-sobre-imprensa-no-brasil-e-no-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>19 de maio de 1895: morre José Martí</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/19-de-maio-de-1895-morre-jose-marti/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/19-de-maio-de-1895-morre-jose-marti/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 19 May 2016 18:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 311]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/05/martí-e1463684029730.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22421</guid>
		<description><![CDATA[Em 19 de maio de 1895 morreu José Martí, político, pensador, jornalista, filósofo e poeta cubano. Martí nasceu em Havana, em 28 de janeiro de 1853, quando Cuba ainda era uma das últimas províncias ultramar da Espanha. Aos 16 anos foi aluno do poeta Rafael de Mendive e, influenciado por seus ideais separatistas, publicou seu primeiro drama patriótico em versos, o Abdala, no único número do jornal La Pátria Livre. Foi neste mesmo período que teve início a primeira luta pela soberania de Cuba, conhecida como Guerra dos Dez Anos (1868-1878). José Martí apoiou essa luta publicamente. Junto com os ideais do marxismo-leninismo, suas ideias orientam a política de Cuba até hoje. [Fonte: OperaMundi]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/19-de-maio-de-1895-morre-jose-marti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quatro Primeiros de Maio de ontem, lições para hoje</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/quatro-primeiros-de-maio-de-ontem-licoes-para-hoje-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/quatro-primeiros-de-maio-de-ontem-licoes-para-hoje-2/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 16:55:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22328</guid>
		<description><![CDATA[Na foto, manifestação do 1º de Maio de 1919, na Praça Mauá, Centro do Rio de Janeiro. Cerca de 60 mil trabalhadores compareceram ao ato na então capital do País, que tinha 600 mil habitantes

Quais as lições que tiramos do nosso passado, sobre o 1º de Maio? Qual foi a tradição durante todo o século XX, da nossa classe trabalhadora? Como o Brasil se inseriu na história das lutas do mundo do trabalho?

Confira o artigo!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/quatro-primeiros-de-maio-de-ontem-licoes-para-hoje-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>5 de maio: nascimento de Karl Marx</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/5-de-maio-nascimento-de-karl-marx/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/5-de-maio-nascimento-de-karl-marx/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 16:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 310]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/05/marxb.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22322</guid>
		<description><![CDATA[No dia 5 de maio de 1818, nasceu o grande filósofo e teórico Karl Marx. “…Marx era, acima de tudo, um revolucionário. Cooperar para a derrubada da sociedade capitalista, contribuir para a emancipação do proletariado. A luta era seu elemento”. Esse é um trecho do discurso de Friedrich Engels, proferido no túmulo de Marx em 17/3/1883. Os dois redigiram O Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848, com críticas ao capitalismo e uma avaliação sobre a luta de classes, o papel do proletariado e a ação revolucionária dos comunistas, uma referência até hoje para a esquerda internacional. Dentre as várias obras, uma de grande importância é O Capital, cujo primeiro volume foi publicado em 1867 e reúne as críticas do teórico ao sistema capitalista. Quando morava em Londres, Marx foi um dos criadores da Associação Internacional dos Trabalhadores, que ficaria conhecida como a Primeira Internacional, tornando evidente a máxima que vemos escrita em seu Manifesto: “proletários de todo o mundo, uni-vos”. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/5-de-maio-nascimento-de-karl-marx/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amelinha Telles fala sobre o que sofreu com Brilhante Ustra</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/amelinha-telles-fala-sobre-o-que-sofreu-com-brilhante-ustra/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/amelinha-telles-fala-sobre-o-que-sofreu-com-brilhante-ustra/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 17:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 309]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/04/amelinha-e1461175048113.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22220</guid>
		<description><![CDATA[O deputado federal Jair Bolsonaro chocou mais uma vez militantes pelos direitos humanos ao votar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, ele dedicou seu voto ao coronel Brilhante Ustra, torturador e assassino da ditadura militar. Nesse vídeo, a ex-militante do PCdoB Amelinha Telles conta um pouco dos horrores por que passou nas mãos dele. Vale a pena ver para não nos esquecermos de quem foi Ustra e para que os horrores não se repitam. Assista!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/amelinha-telles-fala-sobre-o-que-sofreu-com-brilhante-ustra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/20-anos-do-massacre-de-eldorado-dos-carajas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/20-anos-do-massacre-de-eldorado-dos-carajas/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 17:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 309]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/04/carajas-e1461174894313.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22216</guid>
		<description><![CDATA[Há 20 anos, em abril de 1996, 19 trabalhadores rurais sem terra foram assassinados na Curva do S, no Pará, em Eldorado dos Carajás. O tempo passa, e o latifúndio continua matando. No início de abril de 2016, dois sem-terra foram assassinados e outros foram feridos pela polícia militar do Paraná no acampamento Dom Tomás Balduíno, na região de Quedas do Iguaçu, centro do Estado. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/20-anos-do-massacre-de-eldorado-dos-carajas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um ano sem Eduardo Galeano</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/um-ano-sem-eduardo-galeano/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/um-ano-sem-eduardo-galeano/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 17:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 309]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/04/galeano.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22212</guid>
		<description><![CDATA[Em 13 de abril completou um ano que perdemos Eduardo Galeano, escritor, pensador e semeador de utopias, principalmente em nossa tão sofrida América Latina. Eduardo se imortaliza em suas obras, que valorizam as tantas histórias do continente e nos preenchem de humanidade. "As coisas que se entendem de verdade, as coisas que se podem entender com a razão e sentir com o coração, são as coisas que a gente é capaz de olhar de dentro e de baixo". Hasta, Eduardo Galeano! E gracias por ter deixado um legado que nos faz tão bem!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/um-ano-sem-eduardo-galeano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>20 capas de jornais e revistas: em 1964, a imprensa disse sim ao golpe</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/20-capas-de-jornais-e-revistas-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/20-capas-de-jornais-e-revistas-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2016 17:20:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 308]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/04/press-a-noite-1-de-abril-de-1964.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=22091</guid>
		<description><![CDATA[Na semana dos 50 anos do golpe de Estado, em 2014, o jornalista Mario Magalhães compartilhou em seu blog uma coleção de 19 primeiras páginas de jornais e capas de revistas publicadas nas horas quentes do princípio de abril de 1964. “Mais do que informação, constituíam propaganda, notadamente a favor da deposição do presidente constitucional João Goulart”, analisa Magalhães. Agora, em 2016, o jornalista republicou o post adicionando mais uma capa. Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/20-capas-de-jornais-e-revistas-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A OAB está onde esteve em 1964: no golpe</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-oab-esta-onde-esteve-em-1964-no-golpe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-oab-esta-onde-esteve-em-1964-no-golpe/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 17:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 307]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/03/oab.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21947</guid>
		<description><![CDATA[[Por Ayrton Centeno] Houve quem se surpreendesse com a decisão do Conselho Federal da OAB de apoiar o impeachment de Dilma Rousseff.  Mas quem sabe como a Ordem se comportou 52 anos atrás recebeu a notícia até com certo enfaro. Zero de espanto. Em 1964, o Conselho Federal da OAB saudou a deposição de João Goulart e o fim abrupto do governo constitucionalmente eleito. Em êxtase, alegrou-se com o golpe. Quem afirma isto não é o reles escriba mas…a OAB. Abre aspas: “Dessa forma, a Ordem recebeu com satisfação a notícia do golpe, ratificando as declarações do presidente Povina Cavalcanti, que louvaram a derrocada das forças subversivas”. É o que está registrado, com todos os verbos e adjetivos, no próprio site do Conselho Federal.

Leia mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-oab-esta-onde-esteve-em-1964-no-golpe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Berta Cáceres, presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/berta-caceres-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/berta-caceres-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 16:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 306]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/03/berta.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21861</guid>
		<description><![CDATA[A coordenadora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), Berta Cáceres, foi assassinada em sua casa na madrugada de quinta-feira, 3 de março. Ela era líder da comunidade indígena lenca e de movimentos de camponeses hondurenhos, defensora de direitos humanos e ativista ambiental. Recebeu em 2015 o prêmio Goldman, considerado o Nobel do Meio Ambiente, por sua luta contra as investidas de corporações e do governo contra os direitos das comunidades rurais hondurenhas. "O que nos inspira não são os prêmios, mas os princípios. Aqui, com reconhecimento ou sem, lutamos e vamos continuar lutando", afirmou na ocasião. Seu assassinato gerou repercussão em diversos países da América Latina, que lembraram sua luta principalmente na semana do 8 de março. [Com informações do Opera Mundi]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/berta-caceres-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lembremos: em 1964, a imprensa disse sim ao golpe</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/lembremos-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/lembremos-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2016 16:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 306]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/03/Correio_da_manha.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21857</guid>
		<description><![CDATA[O blog do jornalista Mário Magalhães divulgou 20 capas de jornais e revistas que disseram SIM ao golpe de 1964. “Mais do que informação, constituíam propaganda, notadamente a favor da deposição do presidente constitucional João Goulart”, diz o jornalista. Dos 20 periódicos reunidos, oriundos de cinco Estados, 18 são jornais diários, alguns dos quais já não circulam, e dois são revistas hoje extintas. Apenas três se pronunciaram em defesa da Constituição: “Última Hora'', “A Noite'' e “Diário Carioca''. Nos idos de 1964, os dois últimos não tinham muitos leitores. Acesse as capas. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/lembremos-em-1964-a-imprensa-disse-sim-ao-golpe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>São João Del-Rei recupera bordados de João Cândido, líder da Revolta da Chibata</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/sao-joao-del-rei-recupera-bordados-de-joao-candido-lider-da-revolta-da-chibata/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/sao-joao-del-rei-recupera-bordados-de-joao-candido-lider-da-revolta-da-chibata/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 19:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 305]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/02/bordado_joao_candido-e1456255145136.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21733</guid>
		<description><![CDATA[Duas toalhas bordadas pelo líder da Revolta da Chibata (23 a 26 de novembro de 1910), João Cândido, foram encontradas no dia 2 de janeiro em São João Del-Rei (MG). Hoje, elas fazem parte do acervo do Museu Tomé Portes Del-Rei, que estava desativado e será reaberto ao público. Segundo Pedro Leão, novo secretário de cultura da cidade, esses bordados podem ser vistos como um documento histórico para compreender o período e enriquecem o patrimônio artístico da cidade. A restauração de todo o acervo do museu é parte do projeto inscrito pelo município no PAC das Cidades Históricas, programa governamental coordenado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Embora algumas obras tenham sido perdidas devido à deterioração, os bordados de João Cândido encontram-se em bom estado. [Com informações de EBC]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/sao-joao-del-rei-recupera-bordados-de-joao-candido-lider-da-revolta-da-chibata/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No coração do latifúndio gaúcho, trabalhadores celebram a terra e o herói indígena Sepé Tiaraju</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/no-coracao-do-latifundio-gaucho-trabalhadores-celebram-a-terra-e-o-heroi-indigena-sepe-tiaraju/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/no-coracao-do-latifundio-gaucho-trabalhadores-celebram-a-terra-e-o-heroi-indigena-sepe-tiaraju/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 16:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 304]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/02/sepé-e1455295552682.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21611</guid>
		<description><![CDATA[A 39ª Romaria da Terra aconteceu na terça-feira, 9 de fevereiro, em São Gabriel, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul. A região é conhecida como o coração do latifúndio gaúcho, que tem em sua marca a monocultura de soja transgênica e o uso abusivo de agrotóxicos. Mas São Gabriel também tem histórias de luta e resistência: é onde as forças da segurança do Estado mataram o Sem Terra Elton Brum da Silva, em 2009, durante reintegração de posse da Fazenda Southall. Hoje, o município conta com oito assentamentos e abriga 700 famílias Sem Terra que produzem arroz agroecológico e outros alimentos livres de venenos.

Foi em São Gabriel que também tombou o herói indígena Sepé Tiaraju e seus 1,5 mil companheiros que lutavam em defesa da terra, do seu povo e de uma vida pacífica em seu território. Esta edição da romaria, organizada pela Comissão da Pastoral da Terra (CPT-RS) com diversos apoios, provocou a reflexão sobre os 260 anos do martírio, completados no dia 7 de fevereiro, e as lutas atuais para quem segue defendendo a Reforma Agrária, justiça no campo e alimentos sem veneno.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/no-coracao-do-latifundio-gaucho-trabalhadores-celebram-a-terra-e-o-heroi-indigena-sepe-tiaraju/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Euclides da Cunha</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/euclides-da-cunha/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/euclides-da-cunha/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 16:54:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 303]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/01/euclides-cunha.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21516</guid>
		<description><![CDATA[Correspondente do Estado de S. Paulo na Guerra de Canudos, Euclides da Cunha enviou ao jornal 22 cartas e 55 telegramas. Esses “despachos do front” seriam o embrião de "Os Sertões", clássico da literatura brasileira lançado em 1902 e dividido em três partes – terra, homem e luta.

Nesta quarta, 20, o jornalista e escritor Euclides da Cunha faria 150 anos. Para celebrar a data, o Estadão, do qual foi correspondente na Guerra de Canudos, publicou um detalhado especial, em sete capítulos, sobre o autor. Como se sabe, as matérias enviadas por Euclides ao jornal seriam mais tarde reunidas em um dos maiores clássicos da literatura brasileira, Os Sertões. Aqui na BPE você encontra "Os Sertões", além de várias outras obras do autor, como "Contrastes e confrontos", "Um paraíso perdido" e "À margem da história".

Venha levá-los para casa!

Confira o suplemento especial do Estadão aqui.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/euclides-da-cunha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vito Giannotti, presente!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-presente-3/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-presente-3/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2016 15:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 302]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2016/01/vito25-e1452699071739.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21420</guid>
		<description><![CDATA[Vito nasceu em 15 de janeiro de 1943, em Lucca, na Itália. Foi um verdadeiro nômade: de lá foi para a França, depois para Israel vivenciar as experiências dos Kibutz e, aos 21 anos, veio finalmente para o Brasil. Durante 25 anos, trabalhou como metalúrgico em SP, enfrentando os senhores da FIESP, os pelegos do sindicato e a ditadura que os comandava. Chegou a ser preso pela equipe do Fleury, em São Paulo. Obcecado pela comunicação dos trabalhadores, criou, no início dos anos 1990, junto com sua companheira Claudia Santiago, o Núcleo Piratininga de Comunicação. Dedicou os últimos 23 anos de sua vida a ensinar esta arte a milhares de companheiros pelo Brasil afora.

No dia 24 de julho de 2015, aos 72 anos, Vito faleceu. Dois dias depois, foi velado no Sindicato dos Petroleiros do Rio (Sindipetro). Centenas de militantes do país inteiro compareceram e cantaram, juntos e emocionados, “Bella Ciao” e “A Internacional”, duas músicas que certamente deram o tom da vida do militante.

Vito nos deixou, mas virou semente de esperança e de luta. A lembrança de sua alegria, convicção e força nos move a cada dia. Temos certeza de que Vito está presente dentro de cada um de nós.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/vito-giannotti-presente-3/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>UFMG realiza evento sobre 1º Congresso de Escritores e Artistas Negros   </title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ufmg-realiza-evento-sobre-1o-congresso-de-escritores-e-artistas-negros/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ufmg-realiza-evento-sobre-1o-congresso-de-escritores-e-artistas-negros/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2015 14:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 300]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/11/ufmg.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=21106</guid>
		<description><![CDATA[O Primeiro Congresso de Escritores e Artistas Negros foi realizado em setembro de 1956 na Sorbonne, em Paris. Naquele espaço, pensadores das colônias e ex-colônias francesas na África e na América e uma delegação de intelectuais debateram o lugar da cultura negra após o fim da II Guerra Mundial. Foi um momento de construção e (re)formulação de discursos que giravam em torno do Negritude em uma nova ordem mundial. O evento foi organizado pela Revista Présence Africaine, coordenada por Alaine Diop, e contou com a participação de mais de 600 pessoas de diversas nacionalidade, entre eles Frantz Fanon e Mário de Andrade. Para refletir sobre esse momento histórico, a UFMG organiza, de 11 a 13 de novembro, o I Congresso de Escritores e Artistas Negros – seis décadas depois. O evento tem o apoio do Centro de Estudos Africanos (CEA/UFMG).]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ufmg-realiza-evento-sobre-1o-congresso-de-escritores-e-artistas-negros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Casamento de Inês Etienne com Jarbas Marques durante a ditadura: um ato político</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/casamento-de-ines-etienne-com-jarbas-marques-durante-a-ditadura-um-ato-politico/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/casamento-de-ines-etienne-com-jarbas-marques-durante-a-ditadura-um-ato-politico/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 14:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 289]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/10/ines.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=20913</guid>
		<description><![CDATA[O jornal O Globo divulgou, na semana passada, um belíssimo vídeo do casamento, em 1975, dos ex-presos políticos Inês Etienne Romeu e Jarbas Marques. Ela foi a única sobrevivente da Casa da Morte de Petrópolis e havia sido condenada à prisão perpétua em 1971. O casamento dos dois militantes serviria para proteger a integridade física de Inês, que corria o risco de sofrer um atentado a qualquer momento. Amigos e familiares convocaram o máximo de jornalistas que puderam. Os militares diziam que não havia presos políticos no Brasil e, segundo Jarbas, Inês era a única mulher, naquele momento, condenada à prisão perpétua no mundo! Para assistir ao vídeo, basta clicar aqui.  ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/casamento-de-ines-etienne-com-jarbas-marques-durante-a-ditadura-um-ato-politico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro com memórias da ditadura é relançado pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/livro-com-memorias-da-ditadura-e-relancado-pela-assembleia-legislativa-do-espirito-santo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/livro-com-memorias-da-ditadura-e-relancado-pela-assembleia-legislativa-do-espirito-santo/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2015 14:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 289]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/10/ditadura_chile.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=20909</guid>
		<description><![CDATA[Dez anos após o primeiro lançamento, a Assembleia Legislativa do Espírito Santo lançou, na última semana, a 2ª edição do livro “Ditaduras não são eternas: memórias da resistência ao golpe de 64 no Espírito Santo”. Na obra, são reunidos depoimentos de 40 ex-presos políticos que sofreram com a ditadura no Estado entre 1961 e 1979. A compilação dos depoimentos foi organizada pelo historiador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Miguel Marvilla (já falecido) e contou com a colaboração dos professores Ana Gabrecht, Ueber José de Oliveira e Valter Pires Pereira. A Comissão Especial da Verdade da Ales, que funcionou de junho de 2012 a janeiro de 2015, reeditou a publicação em versão ampliada. Os exemplares serão distribuídos para instituições e escolas públicas.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/livro-com-memorias-da-ditadura-e-relancado-pela-assembleia-legislativa-do-espirito-santo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Volkswagen e a ditadura no Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-volkswagen-e-a-ditadura-no-brasil/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-volkswagen-e-a-ditadura-no-brasil/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 15:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 298]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/10/volks.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=20791</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão Nacional da Verdade (CNV) e uma série de sindicatos pediram ao Ministério Público na terça-feira, dia 22/09, a abertura de um inquérito civil contra a montadora alemã Volkswagen . Eles alegam que a empresa violou os direitos humanos dentro de suas fábricas em São Bernardo do Campo durante a ditadura militar. Em entrevista à DW, Christian Russau – membro da diretoria da Dachverband der Kritischen Aktionäre, organização alemã que apoia o inquérito civil – diz que há a possibilidade de que sejam abertos outros inquéritos contra outras multinacionais que auxiliaram o regime brasileiro. Para Christian, "A Volkswagen tem que elucidar esse caso, assumir sua responsabilidade e pedir desculpas às vítimas e à sociedade brasileira, além de pagar indenizações, sejam elas individuais ou coletivas". Leia mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-volkswagen-e-a-ditadura-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>11 de setembro de 2015: 42 anos do golpe de Pinochet</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-2015-42-anos-do-golpe-de-pinochet/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-2015-42-anos-do-golpe-de-pinochet/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2015 16:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 296]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/09/allende-e1442419061430.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=20539</guid>
		<description><![CDATA[11 de setembro é uma data bastante lembrada nos últimos anos. Os meios de comunicação nos lembram incessantemente da destruição das Torres Gêmeas, nos Estados Unidos. O episódio inclusive passou a servir de justificativa para ações militares no Oriente Médio e resultou no aumento da xenofobia. Mas, para nós, latino-americanos, a data é o marco de uma outra tragédia - na qual os EUA tiveram um importante papel. Trata-se do golpe militar no Chile, que acabou com o governo de Salvador Allende, da Unidade Popular, e deu início à sangrenta ditadura de Augusto Pinochet.  

O curta do cineasta Ken Loach ilustra bem o duplo significado desta data. Assista!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-2015-42-anos-do-golpe-de-pinochet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fotógrafo argentino registra “ausências” provocadas pela ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/fotografo-argentino-registra-ausencias-provocadas-pela-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/fotografo-argentino-registra-ausencias-provocadas-pela-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2015 18:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 295]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/09/ditadura-e1441218482567.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=20386</guid>
		<description><![CDATA[O fotógrafo argentino Gustavo Germano desenvolveu um projeto de investigação e registro de famílias atingidas pelas ditaduras militares da Argentina e do Brasil. O projeto busca resgatar a história de famílias que tiveram parentes assassinados pelos regimes ditatoriais por meio de fotografias.

O fotógrafo reproduziu fotos antigas de 25 famílias, feitas novamente com a mesma composição e nos mesmos lugares, o resultado é impactante. Confira! [Fonte: Portal Vemelho]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/fotografo-argentino-registra-ausencias-provocadas-pela-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ocupação da Fábrica Flaskô completa 12 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ocupacao-da-fabrica-flasko-completa-12-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ocupacao-da-fabrica-flasko-completa-12-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 14:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 291]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19699</guid>
		<description><![CDATA[No dia 12 de junho de 2015, os trabalhadores da fábrica ocupada Flaskô completaram 12 anos da histórica decisão de ocupar a fábrica e retomar a produção sob controle operário. Assim como os trabalhadores da Cipla e Interfibra, em Joinville/SC, essa decisão foi mais um passo na construção do Movimento das Fábricas Ocupadas. Vida longa à luta da Fábrica Ocupada Flaskô!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ocupacao-da-fabrica-flasko-completa-12-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Você sabe quem é Dragão do Mar?</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabe-quem-e-dragao-do-mar/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabe-quem-e-dragao-do-mar/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 14:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 291]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/07/dragão_do_mar.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19695</guid>
		<description><![CDATA[Em 27 de janeiro de 1881, os jangadeiros do Ceará impedem o embarque de escravos vendidos às províncias do Sul e Sudeste do país. O líder do movimento, Francisco José do Nascimento, ficou conhecido desde então como o Dragão do Mar. É um dos principais nomes da forte campanha abolicionista no Estado, que foi pioneiro ao extinguir a escravidão em 1884.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/voce-sabe-quem-e-dragao-do-mar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Túnel do tempo traz os 100 anos da Guerra do Contestado na jornada de agroecologia</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/tunel-do-tempo-traz-os-100-anos-da-guerra-do-contestado-na-jornada-de-agroecologia/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/tunel-do-tempo-traz-os-100-anos-da-guerra-do-contestado-na-jornada-de-agroecologia/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 14:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 290]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/06/memória290.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19553</guid>
		<description><![CDATA[[Por Por Riquieli Capitani- 12.06.2015] A ideia é contar a história do povo para entendê-la como exemplo de rebeldia e resistência, de luta camponesa e popular que não pode ser esquecida.

Na sua 14ª edição, a Jornada de Agroecologia, que acontece de 24 a 27 de junho, em Irati, região sul do Paraná, terá mais uma vez em sua programação o Túnel do tempo.

O tema escolhido para este ano foi os “100 anos da Guerra do Contestado”, já que a Jornada acontece na região onde ocorreu a Guerra do Contestado (1912 a 1916).

A ideia é contar a história do povo partir de sua perspectiva, e entendê-la enquanto um exemplo de rebeldia e resistência da luta camponesa e popular.

O Túnel do tempo é uma metodologia pedagógica que foi desenvolvida para trabalhar com alunos de diversos níveis de ensino, e tem como objetivo o desenvolvimento da pesquisa de um determinado tema. O aluno desenvolve a pesquisa, pensa a linguagem e a melhor maneira de apresentá-la na instalação do túnel.

Esse ano o túnel será construídos por alunos da Escola Latino Americana de Agroecologia, localizada no Assentamento Contestado, município da Lapa.

O “Túnel do Tempo: 100 anos da Guerra do Contestado” é aberto ao público e será montado no Parque Aquático de Irati durante os dias da Jornada, e funcionará das 8h até 18h.

Saiba mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/tunel-do-tempo-traz-os-100-anos-da-guerra-do-contestado-na-jornada-de-agroecologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>‪#‎1952 &#8211; RIO DE JANEIRO</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/%e2%80%aa%e2%80%8e1952-rio-de-janeiro/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/%e2%80%aa%e2%80%8e1952-rio-de-janeiro/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 30 May 2015 19:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 288]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/05/memória1-e1433013637549.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19322</guid>
		<description><![CDATA[Nise da Silveira, médica autora de 12 livros, inaugura o Museu de Imagens do Inconsciente no Rio. Colecionará mais de 300 mil obras de pacientes em seus ateliês, e se tornará precursora do Movimento Antimanicomial.

[Fonte: Livro Agenda NPC 2015 - Mulheres na História]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/%e2%80%aa%e2%80%8e1952-rio-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>II Ato: Ditadura Nunca Mais</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ii-ato-ditadura-nunca-mais/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ii-ato-ditadura-nunca-mais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2015 14:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecendo o Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[NPC Informa]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Pauta]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/05/unnamed-2.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19245</guid>
		<description><![CDATA[Ato público que será realizado no dia 23 de maio a partir das 10h no pátio externo e dependências do extinto DOI-Codi SP, tem por objetivo resgatar este espaço como local de memória e relembrar, para que nunca mais se repitam, as graves violações de direitos humanos ali praticadas. CONVITE As entidades abaixo relacionadas convidam [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ii-ato-ditadura-nunca-mais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em 06/05/1919</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/19138/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/19138/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 07 May 2015 17:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 286]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/05/memória.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19138</guid>
		<description><![CDATA[06/05/1919 - Nas fábricas do país, ainda não vigorava nenhum direito trabalhista. Durante uma passeata contra o trabalho noturno e pelas 8 horas na Tecelagem Ipiranguinha, em Santo André/SP, a polícia mata o jovem grevista Constatino Castellani, de 17 anos.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/19138/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>200 anos de imigração no Brasil por meio da imprensa</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/200-anos-de-imigracao-no-brasil-por-meio-da-imprensa/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/200-anos-de-imigracao-no-brasil-por-meio-da-imprensa/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 04 May 2015 19:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Banner]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecendo o Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias do NPC]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2015/05/admin-ajax.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=19100</guid>
		<description><![CDATA[O Jornalista Gustavo Barreto criou o site – http://midiacidada.org – que já constam mais de 100 matérias, com fotocópias das matérias originais e comentários do autor da tese. Após a defesa, todo o conteúdo será disponibilizado, aos poucos, neste mesmo endereço.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/200-anos-de-imigracao-no-brasil-por-meio-da-imprensa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empresarial-militar, civil-militar ou somente militar? Três conceitos para definir o mesmo golpe</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/empresarial-militar-civil-militar-ou-somente-militar-tres-conceitos-para-definir-o-mesmo-golpe/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/empresarial-militar-civil-militar-ou-somente-militar-tres-conceitos-para-definir-o-mesmo-golpe/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2014 18:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheila Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 281]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/12/kushnir.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17874</guid>
		<description><![CDATA[[Por Ívina Costa] A “cumplicidade da imprensa e dos empresários com a ditadura” foi um dos temas debatidos na quinta-feira (06.11), na 20ª edição do Curso Anual do NPC. A mesa foi composta por três doutores em História Social: Pedro Campos e Beatriz Kushnir e Aloysio Castelo de Carvalho.
Pedro Campos abriu o debate, destacando o apoio de empresários, sobretudo do ramo da construção civil, a ditadura. A apresentação foi baseada na tese de doutorado defendida por ele em 2012, na UFF: “A ditadura dos empreiteiros: as empresas nacionais de construção pesada, suas formas associativas e o Estado ditatorial brasileiro, de 1964-1985″. Segundo revelou a pesquisa feita pelo historiador, ao longo do regime, houve uma grande intervenção do Estado no setor de construção civil e também em sindicatos de trabalhares. Enquanto os empresários eram beneficiados e ampliavam suas formas de organização, os trabalhadores eram duramente explorados e reprimidos.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/empresarial-militar-civil-militar-ou-somente-militar-tres-conceitos-para-definir-o-mesmo-golpe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em Volta Redonda, ainda se combate a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-volta-redonda-ainda-se-combate-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-volta-redonda-ainda-se-combate-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 19:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 280]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/11/volta_redonda.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17820</guid>
		<description><![CDATA[Se depender do Ministério Público Federal (MPF) de Volta Redonda, cidade no interior fluminense, mais um espaço público deixará de carregar o nome de um ditador. O MPF encaminhou em outubro à prefeitura e à Câmara de Vereadores o pedido de mudança na denominação de uma das principais pontes do município, batizada em 1973 de Emílio Garrastazu Médici, um dos responsáveis pelas torturas e pela repressão política dos anos de chumbo. O procurador Júlio José Araújo Jr. sugere que um novo nome seja dado em 90 dias, por meio de discussão pública, com ampla participação da sociedade civil e baseada em normas constitucionais e legais. Se a população aprovar, sai Médici e entra dom Waldyr Calheiros de Novaes, bispo emérito da Diocese de Volta Redonda e Barra do Piraí morto em 2013. Novaes protegeu perseguidos pelo regime, segundo as informações prestadas por 103 testemunhas à Comissão da Verdade montada no município. &#124; Fonte: Carta Capital.  ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-volta-redonda-ainda-se-combate-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O outro Julio Cortázar</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/o-outro-julio-cortazar-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/o-outro-julio-cortazar-2/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 14:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 279]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/10/jaime_zavala-e1412172055310.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17475</guid>
		<description><![CDATA[[Por Rosângela Ribeiro Gil, jornalista sindical de São Paulo]

Jaime Galarza Zavala, escritor, poeta e jornalista equatoriano, escreveu um artigo para o site América Latina em Movimento, sobre o centenário do nascimento do escritor argentino Julio Cortázar, alcançado em 26 de agosto último. Segundo ele e ironicamente, nesta comemoração se vê uma copiosa chuva de flores ao argentino, falecido há 30 anos. E diz que o próprio teria sorrido amavelmente ante esse acúmulo de homenagens, seguro que, em vida, muitos desses apologistas teriam lhe virado as costas e acusado-o de ser complacente com a violação de direitos humanos por parte do que chamam de “ditadura castrista”.
 

Zavala fala que “esse gênio argentino da literatura mundial foi um homem que, sem militar em qualquer partido, sentiu nas profundezas do seu ser, o coração da revolução e insurgência. Assim, a seu modo, percorreu países, em protesto contra as ditaduras que assolaram a América Latina e expressando solidariedade com todos os rebeldes, os manifestantes perseguidos ou presos”.

E prossegue no ensinamento: “Assim, em janeiro de 1973, ele estava em Quito para visitar em sua cela imunda Penal Garcia Moreno Jaime Galarza escritor cuja poesia e cujos livros, em especial “A Festa do Petróleo”, suscitaram reações incendiárias contrárias aos versos. Da capital equatoriana, Cortázar viajou para a Argentina para visitar, na prisão, seu querido amigo e poeta Francisco Urondo. Tal visita não foi permitida, fazendo com que Cortázar revidasse publicamente com “Carta muita aberta para Paco Urondo”, mostrando não só o seu espírito de solidariedade, mas condenando a ditadura militar que sangrou seu país.

Posteriormente, em janeiro de 1976, Julio Cortázar se converteu num dos principais promotores do Tribunal Russell 2, reunido em Roma, a qual julgou e condenou os crimes das ditaduras dos generais Jorge Videla, na Argentina, e Augusto Pinochet, no Chile.

Zavala, em sua homenagem, dá uma bela mostra do espírito insurgente de Julio Cortázar, transcrevendo seu poema dedicado ao comandante Ernesto Che Guevara.  Leia o poema. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/o-outro-julio-cortazar-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carta Capital registra descobertas da Comissão da Verdade</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/carta-capital-registra-descobertas-da-comissao-da-verdade/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/carta-capital-registra-descobertas-da-comissao-da-verdade/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 15:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 278]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/09/Carta_capital.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17384</guid>
		<description><![CDATA[[Por Carta Capital - 08.09] Empresas brasileiras e estrangeiras funcionavam como fonte de informações sobre sindicalistas e trabalhadores suspeitos de comandarem greves e fazerem parte de organizações de esquerda, comprovam documentos obtidos pelo Grupo de Trabalho “Ditadura e repressão aos trabalhadores e ao movimento sindical” da Comissão Nacional da Verdade, apresentados nesta segunda-feira 8, em São Paulo. Além de mostrar nomes e endereços de trabalhadores suspeitos de confabular contra o regime, os documentos trazem os nomes do empresariado que monitorava seus funcionários a fim de colaborar com o sistema de censura e repressão nos últimos anos da ditadura civil militar no Brasil (1964-1985). Leia mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/carta-capital-registra-descobertas-da-comissao-da-verdade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ao menos 70 empresas colaboraram com a ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ao-menos-70-empresas-colaboraram-com-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ao-menos-70-empresas-colaboraram-com-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 20:06:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Pauta]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/09/38a8363a-c7de-468a-a5f0-91a97bc1915d.jpeg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17265</guid>
		<description><![CDATA[Petrobras, Ericson, Ford, Brastemp e Volkswagen, entre outras, podem ser responsabilizadas por crimes de lesa-humanidade, diz a Comissão da Verdade por Marsílea Gombata / Carta Capital Empresas brasileiras e estrangeiras colaboraram com os militares durante a ditadura. Elas funcionavam como fonte de informações sobre sindicalistas e trabalhadores suspeitos de comandarem greves e fazerem parte de [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ao-menos-70-empresas-colaboraram-com-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nota do MST: Eduardo Campos agiu com ousadia contra o latifúndio pernambucano</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/nota-do-mst-eduardo-campos-agiu-com-ousadia-contra-o-latifundio-pernambucano/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/nota-do-mst-eduardo-campos-agiu-com-ousadia-contra-o-latifundio-pernambucano/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 16:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 276]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17148</guid>
		<description><![CDATA[[13.08.2014] É com muito pesar que recebemos a notícia da morte do ex-governador e candidato à presidência da República, Eduardo Campos.

Campos foi um grande amigo do MST e apoiador da luta pela terra e pela Reforma Agrária, fato que o fez ganhar notável confiança dos trabalhadores rurais do estado de Pernambuco.

Em muitos momentos, o jovem político agiu com ousadia e coragem a favor da luta dos Sem Terra contra o latifúndio pernambucano, desapropriando áreas históricas reivindicadas pelo MST. Conhecia a questão agrária brasileira, e como candidato à presidência, tinha clareza da necessidade de resolver o problema da concentração da terra no Brasil e os males causados pelo latifúndio.

Comprometeu-se com o projeto de desenvolvimento sustentável para o semiárido brasileiro e com a proposta de desenvolvimento da região canavieira do nordeste, uma das regiões mais pobres e com maior concentração de terra do Brasil, em consequência da monocultura canavieira.

Sem dúvida, sua morte prematura é uma grande perda para a política nacional, e os Sem Terra perdem um amigo e grande apoiador da luta pela terra e pela transformação social no país. O povo brasileiro também perde um político jovem e comprometido com as causas de um país mais justo.

Nosso pesar aos familiares e amigos, ao PSB e ao povo pernambucano. 

[Por Direção Nacional do MST]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/nota-do-mst-eduardo-campos-agiu-com-ousadia-contra-o-latifundio-pernambucano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição sobre a vida de Anne Frank está em cartaz em São Paulo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-sobre-a-vida-de-anne-frank-esta-em-cartaz-em-sao-paulo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-sobre-a-vida-de-anne-frank-esta-em-cartaz-em-sao-paulo/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2014 16:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 276]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/08/anne-frank.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17143</guid>
		<description><![CDATA[Foi inaugurada, na capital paulista, a exposição itinerante “Anne Frank: Histórias que ensinam valores”. A mostra apresenta fatos importantes da vida de Anne por meio de painéis, vídeos e documentos históricos. A menina judia ficou conhecida internacionalmente após a publicação do seu “Diário de Anne Frank”. Nele, ela conta o período em que ficou escondida junto com a família em um apartamento na Holanda. O livro foi publicado pelo pai dela, único sobrevivente. A mostra é gratuita e fica em cartaz até o dia 23 de agosto na biblioteca do Senac Lapa Tito. Até o final de 2016, percorrerá 56 bibliotecas do Senac São Paulo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-sobre-a-vida-de-anne-frank-esta-em-cartaz-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Balaiada: a guerra do Maranhão</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/balaiada-a-guerra-do-maranhao/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/balaiada-a-guerra-do-maranhao/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 16:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 275]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/08/Balaiada.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17065</guid>
		<description><![CDATA[.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/balaiada-a-guerra-do-maranhao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Documentos sugerem que montadoras colaboraram com a ditadura no Brasil</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/documentos-sugerem-que-montadoras-colaboraram-com-a-ditadura-no-brasil/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/documentos-sugerem-que-montadoras-colaboraram-com-a-ditadura-no-brasil/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 16:37:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[De olho no mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/08/brian2.png</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=17051</guid>
		<description><![CDATA[  Documento do extinto Dops da Polícia Civil traz suposta “lista negra” da Volks Quando João Paulo de Oliveira foi demitido em 1980 pela Rapistan, um fabricante de esteiras transportadoras cuja matriz fica em Michigan, nos Estados Unidos, seus problemas estavam apenas começando. Nos anos seguintes, a ditadura militar no Brasil (1964-1985) prendeu ou deteve [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/documentos-sugerem-que-montadoras-colaboraram-com-a-ditadura-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Grandes escritores se vão, ficam suas ideias</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/grandes-escritores-se-vao-ficam-suas-ideias/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/grandes-escritores-se-vao-ficam-suas-ideias/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2014 23:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 274]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/07/escritores.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16971</guid>
		<description><![CDATA["Concluo recordando que, no Brasil atual, outra maneira fácil de manter clara a distinção é a seguinte: quem é de esquerda luta para manter a soberania nacional e é socialista; quem é de direita, é entreguista e capitalista. Quem, na sua visão do social, coloca a ênfase na justiça, é de esquerda. Quem a coloca na eficácia e no lucro, é de direita". É assim que termina o texto “Esquerda e direita”, assinado por Ariano Suassuna. O escritor, conhecido por unir a cultura erudita à popular e valorizar a produção cultural do Nordeste, nos deixou recentemente. São de sua autoria obras como “Auto da Compadecida” e “Pedra do Reino”. No mesmo mês, também perdemos João Ubaldo Ribeiro, autor de Viva o povo brasileiro; e Rubem Alves, nome ligado à Teologia da Libertação e a reflexões importantes no campo da pedagogia. São escritores que se vão, mas permanecem imortais em seus textos. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/grandes-escritores-se-vao-ficam-suas-ideias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Seis décadas sem Frida Khalo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/mercedes-sosa/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/mercedes-sosa/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 16:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 273]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/07/frida-e1405108321388.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16819</guid>
		<description><![CDATA[Em 13 de julho completam-se 60 anos da morte da artista e ativista do Partido Comunista Mexicano, Frida Kahlo. Foi justamente em uma manifestação comunista na Cidade do México no dia 7 de julho de 1954 que a mexicana Frida apareceu publicamente pela última vez. Como lembra Eduardo Galeano em seu livro “Os Filhos dos Dias”, na ocasião Frida estava de cadeira de rodas e “morreu, sem ruídos, pouco depois”. Em uma matéria publicada em janeiro na Agência Carta Maior, a jornalista Najla Passos compara a arte de Frida com a de seu companheiro Diego Rivera e afirma que ambos revelaram seu tempo histórico nas telas que pintaram. No entanto, Frida “exibiu também suas vísceras”. Najla destaca: “Enquanto ele retratou, ainda que com vigor especial, as paixões revolucionárias de sua época, emolduradas pelo muralismo que dominava o México, Frida encontrou um estilo único e fez da sua arte uma espécie de exorcismo: pintou a paixão pela cultura popular mexicana e pela revolução, mas também expôs seus infortúnios, dores, desgraças, abortos, tristezas, desconsolos”. Este ícone da arte, da esquerda e também do feminismo, terá sua obra lembrada e homenageada em uma exposição que vai de 22 de julho a 22 de agosto, no Terraço Shopping, em Brasília.  A exposição contará com trabalhos de pessoas de diversos países que mostrarão diferentes olhares sobre a artista a ativista.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/mercedes-sosa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Brizola foi gauche na vida</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/brizola-foi-gauche-na-vida/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/brizola-foi-gauche-na-vida/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2014 10:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 272]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/06/brizola.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16662</guid>
		<description><![CDATA[Em 19 de junho completaram-se 10 anos da morte de Leonel Brizola. Em março deste ano, o memorável direito de resposta, lido por Cid Moreira em pleno Jornal Nacional, completou 20 anos. Veja aqui]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/brizola-foi-gauche-na-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão da Verdade lança livro com nomes de torturadores da ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-da-verdade-lanca-livro-com-nomes-de-torturadores-da-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-da-verdade-lanca-livro-com-nomes-de-torturadores-da-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2014 10:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 272]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/06/bagulhao.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16659</guid>
		<description><![CDATA[Presos políticos do Presídio Romão Gomes, em São Paulo, escreveram uma carta com os nomes e codinomes de 233 torturadores do regime militar no país. O documento, elaborado na época da ditadura, foi revisto e virou um livro, intitulado Bagulhão: A Voz dos Presos Políticos contra os Torturadores. O lançamento foi realizado no dia 16 de junho pela Comissão Estadual da Verdade de São Paulo. Segundo a comissão, foi a primeira denúncia pública de presos políticos sobre torturas e torturadores, embora outros documentos tenham sido elaborados na época e divulgados, mas de forma clandestina. Este, na ocasião, foi enviado ao presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (na época) Caio Mário da Silva Pereira.

O nome Bagulhão se refere ao fato de o documento ganhar volume com o passar do tempo e também porque bagulho, na linguagem usada por quem estava preso, significava algo que os “presos temiam muito”. O documento, segundo ele, começou a ser produzido pelos presos em 1969, de forma conjunta, e foi feito de forma sigilosa, para que os militares não tivessem conhecimento sobre ele. Além da identificação dos torturadores, o documento descrevia também os principais métodos e instrumentos de tortura que eram empregados pelos órgãos de repressão e as condições carcerárias. &#124; Informações da Agência Brasil.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-da-verdade-lanca-livro-com-nomes-de-torturadores-da-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Campanha pela libertação de Ângela Davis</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/campanha-pela-libertacao-de-angela-davis/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/campanha-pela-libertacao-de-angela-davis/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2014 19:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 271]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/06/free_angela-e1402686571710.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16538</guid>
		<description><![CDATA[1972 - ESTADOS UNIDOS - Nos EUA, uma forte campanha pela libertação de Ângela Davis, ativista do Movimento Negro Panteras Negras, espalha o cartaz irreverente com os dizeres: “Muito negra para estar livre. Muito bonita para estar presa”.

Sua prisão ocorre devido sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos. [Fonte: Livro Agenda NPC 2011 - Mulheres na História]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/campanha-pela-libertacao-de-angela-davis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>‘PRK-30’, o fino do humor no rádio</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/prk-30-o-fino-do-humor-no-radio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/prk-30-o-fino-do-humor-no-radio/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 28 May 2014 21:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 270]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16334</guid>
		<description><![CDATA[Um dos melhores momentos do rádio brasileiro em todos os tempos. Lauro Borges, com a sua versatilidade, com o seu humor na criação de tipos inesquecíveis, deixou marcada sua personalidade. Ele sempre contou com a inestimável colaboração de outro grande humorista e cantor, Castro Barbosa. Embora de estilos diferentes, Lauro Borges e Castro Barbosa entrosavam-se admiravelmente, formando uma simbiose perfeita do que resultou a dupla famosa da PRK-30, responsável por muitas horas de alegria vividas por todo o Brasil. Realização: Oswaldo Cadaxo. Produção: Renato Murce. [Observatório da Imprensa]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/prk-30-o-fino-do-humor-no-radio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferroviário fundador do PCB morre aos 97 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ferroviario-fundador-do-pcb-morre-aos-97-anos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ferroviario-fundador-do-pcb-morre-aos-97-anos/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 20 May 2014 19:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 269]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16189</guid>
		<description><![CDATA[[*Por Fatima Lacerda] Aos 97 anos de idade, o líder sindical Bentilho Jorge da Silva faleceu na segunda-feira, dia 5, na Engenhoca, em Niterói, onde viveu nos últimos 35 anos, na companhia dos filhos. Eram nove. 

Bentilho era ferroviário, fundador do Partido Comunista do Brasil (PCB), em 1922, e sofreu várias prisões políticas ao longo da vida. Era correligionário e amigo pessoal de Carlos Mariguella que chegou a realizar reuniões clandestinas no Barreto, em Niterói, em sua residência, nos idos 1967. 

O líder ferroviário foi preso em 1967, permanecendo mais de um ano no DOPS, no Rio de Janeiro, onde foi barbaramente torturado. Depois de libertado, as perseguições continuaram, praticadas pelo “CCC” (Comando de Caça aos Comunistas). Outras prisões ocorreram na ditadura Vargas, quando atuava com Luís Carlos Prestes.

Como ferroviário foi dirigente sindical, ao lado de Batistinha, entre 1945 e 1963. Batistinha chegou a ser eleito deputado federal e, posteriormente, foi cassado e preso. Na época, Bentilho foi um dos coordenadores da sua campanha, sendo responsável pela redação do “Manifesto aos Ferroviários”.

*Fátima Lacerda é jornalista da Agência Petroleira de Notícias]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ferroviario-fundador-do-pcb-morre-aos-97-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caso Riocentro: Justiça Aceita Denúncia Contra Agentes da Ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/caso-riocentro-justica-aceita-denuncia-contra-agentes-da-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/caso-riocentro-justica-aceita-denuncia-contra-agentes-da-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 16 May 2014 18:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric de Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/05/8B0737D0AF39898804E2CBF7ED93B62D8DDA16A24885B880F8039256218EF3AA.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16175</guid>
		<description><![CDATA[Eles tentaram explodir o palco do centro de convenções, durante show que reuniu público de 20 mil pessoas, para colocar a culpa nos militantes de esquerda. Por Najla Passos da Carta Maior Brasília &#8211; A Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra cinco militares e um delegado [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/caso-riocentro-justica-aceita-denuncia-contra-agentes-da-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º de Maio: a velha luta continua</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-maio-a-velha-luta-continua-2/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-maio-a-velha-luta-continua-2/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 06 May 2014 01:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 268]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/05/voz_trabalhador.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=16036</guid>
		<description><![CDATA[Todos sabem que o 1º de maio é o dia da luta pelas 8 horas. Isto foi 130 anos atrás. Naquela época os traba­lhadores não tinham nenhum direito reconhecido. Com muita luta, muitas greves, protestos e manifestações aos poucos a classe trabalhadora arrancou os chamados direi­tos trabalhistas. Não foi mole, não. Precisou muita força e participação de milhares de trabalhadores. Só para lem­brar, no 1º de maio de 1919, no Rio de Janeiro (RJ), na Praça Mauá, 60 mil manifestantes se reuniram para exi­gir esses direitos. Foram 10% da população da época. Mas demorou muitos anos ainda até se conquistar algum “di­reito”. Só anos depois os trabalhadores começaram a con­quistar as “Leis Trabalhistas”. E hoje? Não há mais nada a fazer? Ao contrário. Os em­presários, os patrões querem voltar atrás. Querem reti­rar o que demorou 130 anos para ser conquistado. Como? Eles querem aumentar seus lucros ao extremo, por isso a exploração aumenta. &#124; Por Vito Giannotti &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-maio-a-velha-luta-continua-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em entrevista, Maria Rita Kehl fala sobre torturas a índios e camponeses durante a ditadura civil-militar brasileira</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-entrevista-maria-rita-kehl-fala-sobre-torturas-a-indios-e-camponeses-durante-a-ditadura-civil-militar-brasileira/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-entrevista-maria-rita-kehl-fala-sobre-torturas-a-indios-e-camponeses-durante-a-ditadura-civil-militar-brasileira/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 23:27:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 266]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/04/memoria.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=15815</guid>
		<description><![CDATA[[Por Guilherme Freitas/ O Globo] Em novembro de 2012, foi criado um grupo de trabalho da Comissão Nacional da Verdade (CNV) para investigar violações de direitos humanos sofridas por índios e camponeses. Desde então, a psicanalista Maria Rita Kehl, integrante da CNV e coordenadora do grupo, visitou povos indígenas no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul do país. Os depoimentos e relatórios colhidos até agora compõem um painel de abusos sistemáticos cometidos ao longo do período analisado pela comissão (1946 a 1988), em especial durante a ditadura. Inúmeras mortes foram causadas por obras do governo em terras indígenas (como a construção de estradas na Amazônia), sem estudo nem aviso prévio. Frentes de contato despreparadas levaram doenças a tribos isoladas. Há ainda denúncias de trabalho escravo, trabalho infantil, torturas e prisões irregulares. Em entrevista por telefone, Maria Rita Kehl diz que a situação dos índios hoje é “muito parecida” com a do período da ditadura: “Em todas as audiências públicas surgem também denúncias atuais”. Leia a entrevista completa. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-entrevista-maria-rita-kehl-fala-sobre-torturas-a-indios-e-camponeses-durante-a-ditadura-civil-militar-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A noite que durou 21 anos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/15639/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/15639/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 19:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/04/golpe.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=15639</guid>
		<description><![CDATA[O Golpe se torna vitorioso no País. Não houve quase greve nenhuma e nenhum tiro foi dado, mas a repressão, só no Rio, no dia 1º de Abril, prendeu 100 mil pessoas. Os presos foram amontoados nas delegacias e quarteis da região e muitos foram trancafiados no Estádio Mestre Ziza, no Complexo Poliesportivo Caio Martins, em Niterói. Ainda sobrou gente para encher os porões de três navios ancorados na Baía de Guanabara. Durante 21 anos, militantes de esquerda e opositores do regime serão perseguidos, presos, exilados ou assassinados pela Ditadura. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/15639/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quando o proletariado tomou o céu de assalto</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/quando-o-proletariado-tomou-o-ceu-de-assalto/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/quando-o-proletariado-tomou-o-ceu-de-assalto/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2014 16:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 265]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/03/comuna_de_paris-e1395333774565.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=15446</guid>
		<description><![CDATA[Em 18 de Março de 1871 teve início na França o primeiro poder proletário na história da humanidade, a Comuna de Paris. Na época, disse Karl Marx: “o proletariado tomou o céu de assalto”. Para saber mais sobre o assunto, você pode ler alguns bons livros, entre eles: "150 anos da Comuna de Paris", "A Guerra Civil na França", "Comuna de Paris. O proletariado toma o céu de assalto", "Karl Marx, história e vida". Confira aqui! ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/quando-o-proletariado-tomou-o-ceu-de-assalto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Publicação “Luta, Substantivo Feminino” recupera a história de resistência de mulheres à ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/publicacao-luta-substantivo-feminino-recupera-a-historia-de-resistencia-de-mulheres-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/publicacao-luta-substantivo-feminino-recupera-a-historia-de-resistencia-de-mulheres-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 02:34:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 264]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/03/luta_substantivo.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=15312</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sheila Jacob] Este livro conta a história de mulheres torturadas, desaparecidas e mortas na luta contra a ditadura civil-militar brasileira. Além do registro da história de vida de 45 lutadoras, a publicação também apresenta o testemunho de 27 sobreviventes que narram com impressionante coragem as brutalidades das quais foram vítimas. São relatos de torturas sexuais, casos de partos na prisão e episódios de aborto. O livro está dividido de acordo com o período das repressões ali relatadas: “Do golpe aos anos ‘linha dura’ (1964-1974)”, “A Guerrilha do Araguaia” e “Da distensão ao fim da ditadura (1974-1985)”. A publicação foi lançada em 2010 e é uma iniciativa da Secretria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH). Perto do 8 de março no ano em que lembramos os 50 anos do golpe, publicações como esta são mais do que importantes de ser conhecidas e divulgadas. O livro está disponível na íntegra na internet. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/publicacao-luta-substantivo-feminino-recupera-a-historia-de-resistencia-de-mulheres-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Banco Itaú recolhe calendário que caracteriza golpe como ‘Revolução de 64’</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/banco-itau-recolhe-calendario-que-caracteriza-golpe-como-revolucao-de-64/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/banco-itau-recolhe-calendario-que-caracteriza-golpe-como-revolucao-de-64/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 18:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 263]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/02/itau.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=15045</guid>
		<description><![CDATA[O Banco Itaú despertou críticas por causa da agenda de 2014 distribuída a seus clientes. O material procura destacar acontecimentos que marcaram a história do Brasil. No dia 31 de março, está registrado o “aniversário da revolução de 1964”. O termo foi usado pelos militares na época para justificar o golpe que implantou uma ditadura no país. 50 anos depois, o banco Itaú vem sendo criticado por repetir essa história. No Twitter, uma correntista fez piada: “Se o Itaú acha que houve revolução em 64, ele pode estar enganado sobre muitas outras coisas, como meu saldo, por exemplo”. Leia mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/banco-itau-recolhe-calendario-que-caracteriza-golpe-como-revolucao-de-64/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em São Paulo, Comissão da Verdade homenageia mais de 500 operários que lutaram CONTRA A DITADURA</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-sao-paulo-comissao-da-verdade-homenageia-mais-de-500-operarios-que-lutaram-contra-a-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-sao-paulo-comissao-da-verdade-homenageia-mais-de-500-operarios-que-lutaram-contra-a-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2014 12:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 262]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/02/ato_sindical.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=14879</guid>
		<description><![CDATA[Os membros das dez centrais sindicais brasileiras, trabalhadores e sindicalistas se reuniram no sábado (01/02) no Teatro Cacilda Becker em São Bernardo do Campo, São Paulo. O Ato Sindical Unitário ‘Unidos, Jamais Vencidos’ lembrou a repressão na região do ABC e da Grande São Paulo durante o regime militar. Os presentes homenagearam mais de 500 trabalhadores que foram perseguidos durante o regime militar. A audiência foi promovida pelo Coletivo de Apoio ao GT-13 ‘Ditadura e Repressão aos Trabalhadores e ao Movimento Sindical’, da Comissão Nacional da Verdade. Houve homenagem a operários assassinados, como Virgílio Gomes da Silva, Manoel Fiel Filho e Santo Dias. Os presentes também exigiram a condenação dos torturadores e reparação aos familiares. &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-sao-paulo-comissao-da-verdade-homenageia-mais-de-500-operarios-que-lutaram-contra-a-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Professor recorda em livro os 40 anos da Tragédia da Gameleira, em Belo Horizonte</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/professor-recorda-em-livro-os-40-anos-da-tragedia-da-gameleira-em-belo-horizonte/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/professor-recorda-em-livro-os-40-anos-da-tragedia-da-gameleira-em-belo-horizonte/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 21:05:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 261]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/01/marmita_joão.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=14802</guid>
		<description><![CDATA[No dia 4 de fevereiro de 1971, às 11h45, Belo Horizonte foi abalada pelo maior desastre da construção civil brasileira até hoje conhecido, o desabamento do Pavilhão de Exposições da Gameleira. O acidente causou a morte de 69 operários e mutilou mais de uma centena. Mais de 40 anos após a tragédia, os sobreviventes e as famílias dos mortos ainda esperam por justiça. Até hoje sem punições, a Tragédia da Gameleira, como ficou conhecida, retrata um país dominado, à época, pela ditadura militar, sem espaço para debates, reflexões ou divulgação da verdade. Essa história está narrada no livro “Essa marmita é do João – Nos escombros da Gameleira”, de Antônio Libério de Borba, professor do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG). &#124; Por Lígia Coelho&#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/professor-recorda-em-livro-os-40-anos-da-tragedia-da-gameleira-em-belo-horizonte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro sobre a ditadura voltado para jovens disponível para download</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-a-ditadura-voltado-para-jovens-disponivel-para-download/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-a-ditadura-voltado-para-jovens-disponivel-para-download/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 21:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 261]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/01/Brasil-ditadura.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=14799</guid>
		<description><![CDATA[Está na internet a versão completa do livro Brasil: ditadura militar - um livro para os que nasceram bem depois. A publicação foi escrita por Joana D’Arc Ferraz e Elaine Bortone, pesquisadoras do tema e integrantes do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro. O livro é ilustrado por Diana Helene e foi feito para o público infanto-juvenil. Ele nos conta a história de Clarice, uma menina que cresceu durante a ditadura. A partir de suas lembranças vamos conhecendo aos poucos como era viver no Brasil naquele período. De maneira bem didática recupera episódios como a o Golpe de 1964, o enterro do estudante Edson Luis, a Passeata dos 100 mil, o AI-5, a opção pela luta armada, a aprovação da Lei da Anistia, o movimento das Diretas Já e outros. A ideia é servir para a divulgação de uma história que não podemos esquecer. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/livro-sobre-a-ditadura-voltado-para-jovens-disponivel-para-download/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Depoimentos lembram a resistência dos trabalhadores à ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/14654/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/14654/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2014 20:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Schneider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 260]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/01/logo-iiep.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=14654</guid>
		<description><![CDATA[No dia 14 de dezembro de 2013 foi realizada, no Memorial da Resistência em São Paulo, uma apresentação dos resultados do projeto Investigação Operária, sobre como funcionou a repressão aos trabalhadores das fábricas e nos bairros durante a ditadura civil-militar. Mostra também como foi a resistência e a cooperação de empresas com a repressão política. No blog do projeto, estão disponíveis alguns vídeos que foram exibidos durante o evento. São depoimentos emocionantes de quem sofreu e lutou por mudanças naquele período. Assista!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/14654/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>1º de janeiro: aniversário da Revolução Cubana, Haitiana e aparecimento dos Zapatistas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-janeiro-aniversario-da-revolucao-cubana-haitiana-e-aparecimento-dos-zapatistas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-janeiro-aniversario-da-revolucao-cubana-haitiana-e-aparecimento-dos-zapatistas/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2014 20:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sheila Jacob</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 260]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2014/01/revcuabana.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=14691</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro dia do ano é uma data importante para lembrarmos diversos acontecimentos que marcaram a história de resistência do nosso continente. No dia 1º de janeiro de 1804, há 210 anos, foi proclamada a independência do Haiti após uma década de lutas, insurreições e corajosas rebeliões de escravos. Em 1/1/1959, a Revolução Cubana se torna vitoriosa, derrubando a ditadura de Fulgêncio Batista e espalhando seu exemplo mundo afora. Mais recentemente, no primeiro dia de 1994, veio a público o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), movimento mexicano em defesa da reforma agrária e dos direitos dos povos indígenas.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1o-de-janeiro-aniversario-da-revolucao-cubana-haitiana-e-aparecimento-dos-zapatistas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>JK foi assassinado, conclui Comissão da Verdade de São Paulo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/jk-foi-assassinado-conclui-comissao-da-verdade-de-sao-paulo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/jk-foi-assassinado-conclui-comissao-da-verdade-de-sao-paulo/#respond</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Dec 2013 15:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur William Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 259]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=12864</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão da Verdade da cidade de São Paulo divulgou um documento com evidências que mudam a versão oficial sobre a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek. O dossiê reúne 90 indícios que contrariam a versão de que Juscelino teria morrido num acidente de carro.

Em agosto de 1976, Juscelino Kubitschek teria morrido num acidente de carro na Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Porém, de acordo com Gilberto Natalini, presidente da Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, não há mais dúvidas de que o ex-presidente foi vítima de conspiração, complô e atentado político. Leia mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/jk-foi-assassinado-conclui-comissao-da-verdade-de-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dom Waldyr Calheiros: UM BISPO DO POVO TRABALHADO, PRESENTE!</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/dom-waldyr-calheiros-um-bispo-do-povo-trabalhado-presente/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/dom-waldyr-calheiros-um-bispo-do-povo-trabalhado-presente/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 258]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/12/domwaldyr-e1386612823941.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=12731</guid>
		<description><![CDATA[No dia 30 de novembro fomos surpreendidos pela notícia da morte de Dom Waldyr Calheiros, símbolo de resistência e dedicação às causas sociais no Brasil. Era grande defensor dos princípios da Teologia da Libertação e incentivador das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), de movimentos populares e das pastorais sociais. Ex-bispo católico brasileiro e bispo emérito da Diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda, ficou conhecido por seu engajamento no período da ditadura civil-militar brasileira, quando deu abrigo e auxiliou perseguidos políticos. Também apoiou lutas sociais e movimentos de trabalhadores. Em 1988, quando houve a greve na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), adotou posição favorável aos operários e abrigou líderes do movimento. Também celebrou uma missa de velório de Walmir, Barroso e William, os três trabalhadores mortos pela repressão. / Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/dom-waldyr-calheiros-um-bispo-do-povo-trabalhado-presente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Julinho de Grammont: um marxista grande jornalista sindical dos anos 70 e 80</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/julinho-de-grammont-um-marxista-grande-jornalista-sindical-dos-anos-70-e-80/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/julinho-de-grammont-um-marxista-grande-jornalista-sindical-dos-anos-70-e-80/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 18:08:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 258]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=12729</guid>
		<description><![CDATA[Julio de Grammont não foi só jornalista sindical.  Ele é o típico representante de uma leva de jornalistas que durante a Ditadura fizeram um jornalismo militante clandestino de esquerda e com o avanço das lutas populares/sindicais passaram a ser jornalistas sindicais. Na PUC/ SP foi homenageado no dia 9 de dezembro em um evento da CUT por sua condição de editor do ABCD Jornal, da Ala Vermelha. Durante a greve dos metalúrgicos de São Bernardo, em 79/80, o jornal passou a ser o canal de informação diária da categoria em greve. Nos anos 80 será um baluarte da imprensa sindical, que foi a grande ferramenta de mobilização de milhares de greves na década recorde de greves na história do Brasil.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/julinho-de-grammont-um-marxista-grande-jornalista-sindical-dos-anos-70-e-80/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>19º Curso Anual do NPC é encerrado neste domingo com filme e debate sobre ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/19o-curso-anual-do-npc-acaba-neste-domingo-com-filme-e-debate-sobre-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/19o-curso-anual-do-npc-acaba-neste-domingo-com-filme-e-debate-sobre-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 12:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Schneider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 257]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/11/1964_golpe_contra_o_brasil.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=12366</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sheila Jacob] 19º Curso Anual de Comunicação do NPC terminou no domingo, 24/11, com a exibição do filme “1964 – um golpe contra o Brasil”. Participaram do debate Alípio Freire, 

jornalista, ex-preso político e diretor do documentário, e Mauro Iasi, professor da UFRJ. O

filme aborda os preparativos para o golpe de 1964, que se arrastavam há anos. Mostra como 

o governo de João Goulart atacou os interesses da classe dominante ao propor reformas de 

base, tão importantes para o Brasil de hoje. Também mostra como o perigo do comunismo aterrorizava os EUA, com medo não de uma nova Cuba, mas de uma nova China no continente latino-americano. O documentário é feito de imagens da época e entrevistas com pesquisadores e com quem participou ativamente da resistência nesse período. “O objetivo do filme é passar em escolas e diversas entidades no próximo ano, quando se completam 50 anos do golpe. Queremos que os mais jovens conheçam essa história”, explicou o diretor Alípio Freire, que distribuiu cem cópias do filme aos participantes.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/19o-curso-anual-do-npc-acaba-neste-domingo-com-filme-e-debate-sobre-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Homenagem ao jornalista e lutador Maurício Azêdo, presidente da ABI</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/homenagem-ao-jornalista-e-lutador-mauricio-azedo-presidente-da-abi/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/homenagem-ao-jornalista-e-lutador-mauricio-azedo-presidente-da-abi/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2013 00:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 256]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/11/mauricio_azedo.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=11899</guid>
		<description><![CDATA[PCB e chegou a ser preso e torturado pela ditadura civil-militar brasileira. Em seu último texto, conclamava militantes de movimentos diversos a participarem de uma reunião ampla para programar jornadas revolucionárias no continente. “Somos os que estiveram presos no Estado Nacional do Chile e assistiram impotentes ao assassinato e ao corte das mãos do poeta popular Víctor Jara. Somos os que enfrentamos a dura ditadura militar do Brasil que matou milhares de brasileiros. Fomos companheiros de luta de Carlos Marighella, assim como estivemos no Uruguai e na Argentina organizando lutas ao lado dos tupamaros e montaneros. Estamos prontos a retomar o papel que nos cabe na luta em defesa do povo de nossos países”, escreveu. Leia a carta completa em nossa página. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/homenagem-ao-jornalista-e-lutador-mauricio-azedo-presidente-da-abi/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>22/10/1964: Filósofo Jean-Paul Sartre ganha Nobel de Literatura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/22101964-filosofo-jean-paul-sartre-ganha-nobel-de-literatura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/22101964-filosofo-jean-paul-sartre-ganha-nobel-de-literatura/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 16:49:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 255]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/10/nobel_sarte.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=8337</guid>
		<description><![CDATA[Em 22 de outubro de 1964, o filósofo Jean-Paul Sartre (foto) é galardoado com o Prêmio Nobel de Literatura, porém manifesta sua recusa em recebê-lo. “Se eu tivesse aceitado o Nobel – e ainda que tivesse feito um discurso insolente em Estocolmo, o que teria sido absurdo – eu seria recuperado (para o sistema)”, explicou ele em entrevista ao semanário Le Nouvel Observateur no dia 19 de novembro de 1964. “Se tivesse sido membro de um partido, do partido comunista, por exemplo, a situação teria sido diferente. Indiretamente teria sido ao meu partido que o prêmio tinha sido outorgado. É a ele, em todo caso, que poderia servir. Porém, quando se trata de um homem isoladamente, ainda que tenha opiniões  ‘extremistas’ se o recupera necessariamente, de certo modo, coroando-o. É uma maneira de dizer: ‘Finalmente, é um dos nossos’. Eu não podia aceitar isso”, acrescentou ele. &#124; Por Max Altman, no Opera Mundi &#124; Leia o texto completo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/22101964-filosofo-jean-paul-sartre-ganha-nobel-de-literatura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Fotos retratam desaparecimento de militantes durante ditaduras latino-americanas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/fotos-retratam-desaparecimento-de-militantes-durante-ditaduras-latino-americanas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/fotos-retratam-desaparecimento-de-militantes-durante-ditaduras-latino-americanas/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2013 19:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 254]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/10/foto_gustavo_germano.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=8140</guid>
		<description><![CDATA[O fotógrafo argentino Gustavo Germano retrata famílias amputadas pelas ditaduras civil-militares do Brasil e da Argentina. Fotos daquele tempo são confrontadas com registros dos dias atuais, marcados pela dor da perda. O nome da exposição é “Ausências” e já esteve em vários países. Pode ser acessada também pela internet. Confira!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/fotos-retratam-desaparecimento-de-militantes-durante-ditaduras-latino-americanas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>50 anos depois, vítimas exibem marcas do Massacre de Ipatinga</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/50-anos-depois-vitimas-exibem-marcas-do-massacre-de-ipatinga/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/50-anos-depois-vitimas-exibem-marcas-do-massacre-de-ipatinga/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2013 15:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 253]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/10/chacina_mg.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=7988</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão Nacional da Verdade realizou, no dia 7 de outubro, uma audiência pública sobre os 50 anos do Massacre de Ipatinga. 18 vítimas e testemunhas prestaram depoimentos sobre a maneira com que cada um ainda sente os efeitos daquele episódio. No dia 7 de outubro de 1963, policiais militares atiraram de metralhadora contra milhares de trabalhadores que estavam na porta da Usiminas, no Vale do Aço mineiro. Era uma manhã fria e chuvosa, e os trabalhadores protestavam contra a violência praticada pela polícia e seguranças da estatal contra os funcionários da companhia nos alojamentos da empresa. Os dados oficiais falam em oito mortos e 80 feridos, mas as testemunhas falam em 33 assassinados e milhares de feridos. &#124; Com informações da Comissão Nacional da Verdade&#124; Continue lendo. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/50-anos-depois-vitimas-exibem-marcas-do-massacre-de-ipatinga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Massacre do Carandiru completa 21 anos e violência policial continua sendo realidade</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/massacre-do-carandiru-completa-21-anos-e-violencia-policial-continua-sendo-realidade/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/massacre-do-carandiru-completa-21-anos-e-violencia-policial-continua-sendo-realidade/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 00:17:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 252]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/10/carandiru.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=7811</guid>
		<description><![CDATA[Nesta semana, lembramos os 21 anos do Massacre do Carandiru, episódio que manchou de sangue a história do Brasil. Em 2 de outubro de 1992, 111 presos da Casa de Detenção de São Paulo foram barbaramente assassinados por policiais que invadiram o local para “conter uma rebelião”. Neste ano, 25 policiais envolvidos foram condenados a mais de 600 anos de prisão, mas ainda cabem recursos. Apesar das condenações pontuais, as autoridades envolvidas na chacina não chegaram a ser acusadas. Trata-se do governador de SP na época, Luiz Antonio Fleury, e o secretário de segurança pública Pedro Franco. O grupo de rap Racionais MC’s fez uma música em 1997 para lembrar o crime. É a Diário de um Detento, que em um de seus versos mais marcantes afirma: “O ser humano é descartável no Brasil”. Infelizmente, mais de 20 anos depois do episódio, essa continua sendo uma triste realidade no país. &#124; Por Sheila Jacob - NPC &#124; Continue lendo.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/massacre-do-carandiru-completa-21-anos-e-violencia-policial-continua-sendo-realidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Viva a classe operária brasileira!”</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/viva-a-classe-operaria-brasileira/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/viva-a-classe-operaria-brasileira/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2013 00:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 252]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/10/ato_sindical.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=7808</guid>
		<description><![CDATA[A frase ecoou, com entusiasmo juvenil, num auditório que reuniu diferentes gerações de sindicalistas e lutadores do povo, no dia 1º de outubro último. O autor da palavra de ordem atende pelo nome de Clodismith Riani, de 94 anos de idade, em seu depoimento no Ato Sindical Unitário "O Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) e o enfrentamento ao golpe de 64 – Homenagem aos Lutadores", realizado na sede do sindicato dos engenheiros, na Capital paulista. O evento foi organizado pelo coletivo de apoio ao Grupo de Trabalho Ditadura e Repressão aos Trabalhadores e ao Movimento Sindical da Comissão Nacional da Verdade (CNV). À abertura, o presidente dos engenheiros, Murilo Celso de Campos Pinheiro, falou da honra em abrigar ato de tal envergadura para a história não só do movimento sindical, mas do País. “Um debate onde o Brasil busca a transparência, a verdade e a democracia, acima de tudo”, destacou. &#124; Por Rosângela Ribeiro Gil &#124; Leia a matéria completa e assista aos depoimentos.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/viva-a-classe-operaria-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Corpo exumado em Brasília pode ser de líder camponês assassinado pela ditadura</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/corpo-exumado-em-brasilia-pode-ser-de-lider-campones-assassinado-pela-ditadura/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/corpo-exumado-em-brasilia-pode-ser-de-lider-campones-assassinado-pela-ditadura/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Sep 2013 21:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 251]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/09/líder_campones.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=7700</guid>
		<description><![CDATA[Uma equipe de peritos da Polícia Federal e da Polícia Civil do Distrito Federal realizou, nesta semana, a exumação dos restos mortais que podem ser do líder camponês maranhense Epaminondas Gomes de Oliveira. Ele foi membro do Partido Revolucionário dos Trabalhadores (PRT), organização derivada da Ação Popular, e morreu aos 68 anos, sob custódia do Exército, em 20 de agosto de 1971. A Comissão Nacional da Verdade coordenou a exumação, realizada no Cemitério Campo da Esperança. No atestado de óbito consta que a morte foi em decorrência de anemia e insuficiência renal. Um dos netos do camponês, Epaminondas de Oliveira Neto, discorda dessa versão. "Uma pessoa que estava junto com ele [no momento em que morreu] nos contou que ele foi espancado e torturado até a morte porque não abriu mão de seus ideais comunistas", disse. Um dos peritos que trabalham no caso disse que a ossada será examinada minuciosamente à procura de eventuais traumatismos ou enfermidades. Serão realizados exames antropológico, toxicológico e de DNA. O resultado só deverá ser apresentado em dois ou três meses. &#124; Informações da Agência Brasil.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/corpo-exumado-em-brasilia-pode-ser-de-lider-campones-assassinado-pela-ditadura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em 17/9/1922 nasceu Agostinho Neto, um dos líderes da libertação de Angola</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-1791922-nasceu-agostinho-neto-um-dos-lideres-da-libertacao-de-angola/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-1791922-nasceu-agostinho-neto-um-dos-lideres-da-libertacao-de-angola/#respond</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2013 17:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 250]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/09/agostinho_neto.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=4306</guid>
		<description><![CDATA[Agostinho Neto é uma das grandes personalidades de esquerda do século 20. Médico angolano, foi um dos principais nomes e incentivadores dos movimentos de independência das colônias africanas. Chegou a ser preso pela PIDE, a polícia política do regime salazarista de Portugal, e assumiu a direção do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Assumiu a presidência de seu país logo após a independência, em 1975, e chegou a receber o Prêmio Lenin da Paz. Além de ter se dedicado às lutas por libertação, também investiu na produção literária, principalmente poemas que até hoje servem de inspiração para os escritores de seu país. Saiba mais sobre sua vida e obra e leia, a seguir, um trecho de seu “Poema para todos”.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-1791922-nasceu-agostinho-neto-um-dos-lideres-da-libertacao-de-angola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>12/9/2013: 36 anos do assassinato de Steve Biko</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/1292013-36-anos-do-assassinato-de-steve-biko/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/1292013-36-anos-do-assassinato-de-steve-biko/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2013 17:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 249]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/09/steve_biko.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=4086</guid>
		<description><![CDATA[Steve Bantu Biko foi um conhecido ativista do movimento contra o preconceito na África do Sul, durante a década de 1960. Por sua atuação, virou símbolo da luta em defesa dos direitos humanos e contra o racismo. Foi um dos fundadores, em 1968, da Organização dos Estudantes Sul-africanos. Em 1972, tornou-se presidente honorário da Convenção dos Negros. Em março de 1973, no auge do regime de segregação racial (apartheid), foi proibido de realizar discursos. Também foi proibida a citação a qualquer de suas declarações anteriores, as feitas em discursos ou mesmo em simples conversas pessoais. Em 6 de setembro de 1977 foi preso em bloqueio rodoviário organizado pela polícia. Levado sob custódia, foi acorrentado às grades de uma janela da penitenciária durante um dia inteiro e sofreu grave traumatismo craniano. Em 11 de setembro, foi embarcado em veículo policial para transporte para outra prisão. Biko morreu durante o trajeto e a polícia alegou que a morte foi gerada pela "prolongada greve de fome empreendida pelo prisioneiro". Ele sempre dizia que "a única condição necessária para a perpetuação da opressão é que as pessoas se omitam". “O racismo e o capitalismo são duas faces da mesma moeda” é uma de suas frases mais célebres. Steve Biko, presente!]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/1292013-36-anos-do-assassinato-de-steve-biko/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em 12/9 completam-se 15 anos da prisão dos Cinco Heróis Cubanos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/em-129-completam-se-15-anos-da-prisao-dos-cinco-herois-cubanos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/em-129-completam-se-15-anos-da-prisao-dos-cinco-herois-cubanos/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2013 17:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 249]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/09/cinco_cubanos.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=4083</guid>
		<description><![CDATA[No dia 12 de setembro de 1998, foram presos, na Flórida/EUA, cinco agentes cubanos antiterroristas que investigavam e combatiam ações criminosas planejadas em Miami contra a ilha comunista. São Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando e René González. Sua prisão desencadeou, desde então, mobilizações internacionais pela Libertação dos Cinco Heróis. "São 15 anos de injusta prisão, 15 anos de vingança pelo delito de defender o direito à vida de seu povo; 15 anos de perversas manipulações, de violações a eles e suas famílias", destacou um documento divulgado pelo Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco Antiterroristas Cubanos condenados nos EUA. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/em-129-completam-se-15-anos-da-prisao-dos-cinco-herois-cubanos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>11 de setembro de 1973: o golpe que matou a democracia no Chile</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-1973-o-golpe-que-matou-a-democracia-no-chile/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-1973-o-golpe-que-matou-a-democracia-no-chile/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 15:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 248]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/09/allende.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3939</guid>
		<description><![CDATA[Em 1970, um sinal de esperança acenava para todo o continente latino-americano. No dia 4 de setembro, 43 anos atrás, chegava à presidência do Chile o grupo de esquerda Unidad Popular, na pessoa de Salvador Allende. Três anos depois, em 11 de setembro de 1973, um golpe acabaria com o sonho de um governo voltado aos interesses dos trabalhadores. No blog da equipe do Vozes das Comunidades, um texto do professor de História, Rodrigo Barrenechea, e do editor da Agência de Notícias Alternativas, Rodrigo Noel de Souza, lembra essa história. Barrenchea é chileno e, junto com Rodrigo Noel, foi aluno do Curso de Comunicação Popular do NPC no ano de 2013. Saiba mais.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/11-de-setembro-de-1973-o-golpe-que-matou-a-democracia-no-chile/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição em Duque de Caxias homenageia Prestes e Olga Benário</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-em-duque-de-caxias-homenageia-prestes-e-olga-benario/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-em-duque-de-caxias-homenageia-prestes-e-olga-benario/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2013 19:07:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 247]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/08/Olga_Prestes.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3831</guid>
		<description><![CDATA[O Museu Ciência e Vida, de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, inaugurou no dia 28 de agosto uma exposição fotográfica em homenagem a Luiz Carlos Prestes e Olga Benário Prestes. A mostra é gratuita e apresenta fotos das trajetórias de vida dos dois combatentes que marcaram a história de resistência do Brasil. No total são 82 fotos, acompanhadas de legendas e textos explicativos elaborados pela historiadora Anita Leocádia Prestes, filha do casal. O Museu Ciência e Vida fica na Rua Aílton da Costa, s/n - 25 de Agosto - Duque de Caxias - RJ. As visitas podem ser feitas de terça a sábado, das 9h às 17h; e domingos e feriados, das 13h às 17h. Telefone: (21) 2671-7797. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/exposicao-em-duque-de-caxias-homenageia-prestes-e-olga-benario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filme sobre ditadura vence festival de Gramado</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/filme-sobre-ditadura-vence-festival-de-gramado/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/filme-sobre-ditadura-vence-festival-de-gramado/#respond</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Aug 2013 17:26:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 246]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/08/repare_bem.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3735</guid>
		<description><![CDATA[REPARE BEM vence Festival de Gramado na categoria melhor filme estrangeiro. O documentário da cineasta portuguesa Maria de Medeiros conta a história de Denise Crispim, ativista política companheira de Eduardo Leite Bacuri, torturado durante 109 dias consecutivos nos porões do regime. Ambos eram militantes da ALN, a Ação de Libertação Nacional, maior organização política de combate à ditadura militar  [Por Lúcia Rodrigues]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/filme-sobre-ditadura-vence-festival-de-gramado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cordéis de Medeiros Braga ensinam sobre a história de lutas no Brasil e no mundo</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/cordeis-de-medeiros-braga-ensinam-sobre-a-historia-de-lutas-no-brasil-e-no-mundo/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/cordeis-de-medeiros-braga-ensinam-sobre-a-historia-de-lutas-no-brasil-e-no-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2013 18:51:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 245]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3605</guid>
		<description><![CDATA[Medeiros Braga é romancista e poeta paraibano. Em seus cordéis, recupera a história de vida de vários lutadores brasileiros e internacionais. Nas suas letras, merecem destaque Paulo Freire, Margarida Maria Alves, Nelson Mandela, Karl Marx, Che Guevara, Rosa Luxemburgo e outras personalidades que se tornaram inesquecíveis pela dedicação à transformação do mundo. Os livretos também recuperam acontecimentos marcantes, como a Guerra de Canudos e as manifestações de junho que tomaram as ruas do Brasil em 2013. É a cultura nordestina mostrando que a arte também pode servir como elemento de formação e transformação.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/cordeis-de-medeiros-braga-ensinam-sobre-a-historia-de-lutas-no-brasil-e-no-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A América para os Estados Unidos</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-america-para-os-estados-unidos/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-america-para-os-estados-unidos/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 20:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Schneider</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 244]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/08/united-fruit.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3419</guid>
		<description><![CDATA[A doutrina Doutrina Monroe, de 1823, que tinha como tese central “A América para os americanos” na prática significava a América para os Estados Unidos. Um caso típico de aplicação da doutrina é o da multinacional norte-americana, United Fruit Company (1899-1970), grande produtora e comerciante de frutas tropicais na América Central e no Caribe que atuava politicamente na nossa região participando da implantação de ditadura e derrubada de regimes democráticos. Em 1928, trabalhadores agrícolas foram assassinados a mando da companhia, na Colômbia ao exigirem melhores condições de trabalho.  Em 1954, na Guatemala, participou do golpe contra Jacobo Arbenz Guzmán. O advogado da United Fruit Company era diretor da CIA. Em 2007, já com o nome de Chiquita Brands foi a julgamento nos EUA pelo envolvimento em assassinato de sindicalistas e camponeses. I Por Claudia Santiago, com informações da Agenda NPC-2014.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-america-para-os-estados-unidos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>CUT faz seminário no Rio</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/cut-faz-seminario-no-rio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/cut-faz-seminario-no-rio/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2013 15:44:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 243]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3202</guid>
		<description><![CDATA[Será realizado no Rio de Janeiro, de 16 a 20 de setembro, o 3º Seminário Internacional o Mundo dos Trabalhadores e seus Arquivos, com o tema "direito à verdade e à memória". As vagas são limitadas. Saiba mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/cut-faz-seminario-no-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filme relata a 7ª Conferência do PCdoB, realizada em 1978 na Albânia</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/filme-relata-a-7a-conferencia-do-pcdob-realizada-em-1978-na-albania/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/filme-relata-a-7a-conferencia-do-pcdob-realizada-em-1978-na-albania/#respond</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 10:36:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 242]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/07/centro_mauricio_grabois.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=3068</guid>
		<description><![CDATA[O Centro de Documentação e Memória da Fundação Maurício Grabois divulga uma versão compacta do documentário sobre a 7ª Conferência Nacional do PCdoB, realizada na Albânia entre 1978 e 1979. Este filme – nunca exibido no Brasil e que muitos imaginavam desaparecido – foi encontrado por Bernardo Joffily e Olívia Rangel numa operação visando resgatar documentos daquele partido no exterior. Leia a matéria de Cezar Xavier e assistia a esse raro documentário.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/filme-relata-a-7a-conferencia-do-pcdob-realizada-em-1978-na-albania/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Em depoimento às Comissões da Verdade, Cecília Coimbra identifica 11 torturadores</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-tortura-nao-quer-fazer-falar-ela-pretende-calar/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-tortura-nao-quer-fazer-falar-ela-pretende-calar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2013 12:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 240]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/07/cecilia_coimbra.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=2639</guid>
		<description><![CDATA[Publicamos em nosso site, o depoimento da professora Cecília Coimbra, membro da Diretoria do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro, sobre a repressão sofrida durante a ditadura civil-militar. Militante de esquerda, Cecília foi presa, torturada e reconheceu 11 torturadores, citados e identificados neste depoimento. Ela solicita que as Comissões Nacional e Estadual da Verdade (RJ) convoquem as pessoas por ela identificadas para prestar depoimento sobre os crimes que cometeram. “A tortura não quer ‘fazer’ falar, ela pretende calar e é justamente essa a terrível situação: através da dor, da humilhação e da degradação tentam transformar-nos em coisa, em objeto. Resistir a isso é um enorme e gigantesco esforço para não perdermos a lucidez, para não permitir que o torturador penetre em nossa alma, em nosso espírito, em nossa inteligência”, diz Cecília. Leia o depoimento completo. &#124;[NPC]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-tortura-nao-quer-fazer-falar-ela-pretende-calar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>24/6/1847</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/2461847/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/2461847/#respond</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 11:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 239]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/06/levante_escravos.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=2436</guid>
		<description><![CDATA[Data planejada para o Levante de Escravos liderado por Estêvão Pimenta, em Vassouras/RJ.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/2461847/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ato lembra assassinatos dos dirigentes do PSTU, José Luís e Rosa Sundermann</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/ato-lembra-assassinatos-dos-dirigentes-do-pstu-jose-luis-e-rosa-sundermann/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/ato-lembra-assassinatos-dos-dirigentes-do-pstu-jose-luis-e-rosa-sundermann/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 238]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/06/sunderman.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=2188</guid>
		<description><![CDATA[Os 19 anos do assassinato de Rosa e José Luís Sundermann foram lembrados em ato e audiência pública na última quarta-feira, 12.06, na Assembleia Legislativa de São Paulo. José Luís era sindicalista e Rosa tinha sido eleita para a direção nacional do PSTU, partido em que militavam, quando foram assassinados em São Carlos (SP). No início dos anos 1990 eles lideraram greves de cortadores de cana na região. Tudo leva a crer que os crimes tiveram motivação política e que tenham sido cometidos por ordem de usineiros. Apesar de denúncias anônimas e de um pedido formal de investigação dos suspeitos feito pela Comissão de Direitos Humanos da Alesp, a impunidade permanece. “Esse crime mostra que, mesmo após a ditadura militar, os lutadores sociais continuam sendo vítimas dos poderosos, que matam e ainda saem impunes”, afirma nota oficial do PSTU sobre o caso. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/ato-lembra-assassinatos-dos-dirigentes-do-pstu-jose-luis-e-rosa-sundermann/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“Olavo Hanssen: uma vida em desafio” reconstrói trajetória do militante</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/olavo-hanssen-uma-vida-em-desafio-reconstroi-trajetoria-do-militante/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/olavo-hanssen-uma-vida-em-desafio-reconstroi-trajetoria-do-militante/#respond</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 18:18:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luisa Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 237]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/06/olavo_hansen2.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=1951</guid>
		<description><![CDATA[[Por Sheila Jacob] Este livro, de autoria de Murilo Leal, reconstrói a trajetória de vida de Olavo Hanssen, que foi militante da Oposição Metalúrgica e do Sindicato dos Químicos de Santo André. Hanssen foi preso no 1º de maio de 1970, juntamente com 18 pessoas, e torturado até a morte no DOPS de São Paulo. A história pessoal do biografado é também uma história coletiva, pois exemplifica muitos dos impasses, escolhas, caminhos e dramas de uma geração e de um momento terrível do nosso passado. Pelo texto sabemos mais sobre as ideias de um grupo da esquerda que recusou a luta armada e manteve uma atividade de resistência e organização da classe trabalhadora em seus sindicatos e locais de trabalho. Leia mais. ]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/olavo-hanssen-uma-vida-em-desafio-reconstroi-trajetoria-do-militante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comissão terá reuniões mensais abertas</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-tera-reunioes-mensais-abertas/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-tera-reunioes-mensais-abertas/#respond</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 18:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur William Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 236]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/06/dulce-e-lucia-comissao-da-verdade.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=1810</guid>
		<description><![CDATA[A Comissão Estadual da Verdade se reunirá sempre na ultima sexta-feira do mês com representantes de grupos e movimentos da sociedade civil que atuam no esclarecimento de crimes da ditadura militar. Na primeira reunião, realizada no dia 24 de maio, foi esclarecido que o objetivo dos encontros é prestar contas sobre o trabalho da comissão e também ouvir sugestões e críticas da sociedade civil]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/comissao-tera-reunioes-mensais-abertas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escravos e militantes do movimento negro são homenageados na Câmara Municipal do Rio</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/escravos-e-militantes-do-movimento-negro-sao-homenageados-na-camara-municipal-do-rio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/escravos-e-militantes-do-movimento-negro-sao-homenageados-na-camara-municipal-do-rio/#respond</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 19:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Arthur William Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim 235]]></category>
                <thumb>https://nucleopiratininga.org.br/wp-content/uploads/2013/05/medalha.jpg</thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/?p=1731</guid>
		<description><![CDATA[Na segunda-feira, 20 de maio, foram homenageados na Câmara dos Vereadores do Rio seis escravos pioneiros no reflorestamento do que hoje é o Parque Nacional da Tijuca. São eles: Matheus, Eleutherio, Constantino, Maria, Manoel e Leopoldo. A medalha de mérito Pedro Ernesto, oferecida a quem se destaca na sociedade brasileira, foi entregue simbolicamente ao técnico ambiental Reinaldo Rosa Pires, um dos mais antigos funcionários do Parque. Na solenidade também foram homenageados 98 militantes do movimento negro que ajudaram na mobilização da marcha que denunciou a farsa da abolição.]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/escravos-e-militantes-do-movimento-negro-sao-homenageados-na-camara-municipal-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A morte de Maiakovski foi um desperdício</title>
		<link>https://nucleopiratininga.org.br/a-morte-de-maiakovski-foi-um-desperdicio/</link>
		<comments>https://nucleopiratininga.org.br/a-morte-de-maiakovski-foi-um-desperdicio/#respond</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2006 03:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>npc</dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória]]></category>
                <thumb></thumb>
            
		<guid isPermaLink="false">http://nucleopiratininga.org.br/beta/a-morte-de-maiakovski-foi-um-desperdicio/</guid>
		<description><![CDATA[“Para Jakobson, o suicídio de Maiakovski foi um fato histórico-literário, anunciado em seu engajamento revolucionário e em sua poesia radical. Não foi apenas um evento pessoal, explicável por  esta ou aquela interpretação psicológica. A morte de Maiakovski foi um esbanjamento, o desperdício de uma geração de poetas que emprestou sua voz a um sonho e, [&#8230;]]]></description>
		<wfw:commentRss>https://nucleopiratininga.org.br/a-morte-de-maiakovski-foi-um-desperdicio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
