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Além das Agendas, Cartilhas, Jornais e Revistas. O NPC produz livros sobre temas de interesse da classe trabalhadora. Para adquirir qualquer uma de nossas publicações, venha nos fazer uma visita e saiba mais sobre o nosso trabalho!

O Núcleo Piratininga de Comunicação fica na rua Alcindo Guanabara,17/sala 912 – Cinelândia – Centro do RJ.
Informações pelo telefone (21)2220-5618 / 2220-4895 / 2220-4623
Pelo e-mail  npiratininga@piratininga.org.br

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PRODUÇÕES DA EDITORA NPC

# Da Organização pela Base à Institucionalização – Associações de Trabalhadores: o Resgate de uma Experiência Classista

Por Giuseppina de Grazia – Editora NPC – 2017

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Sinopse:  O livro tem prefácio de Vito Giannotti e apresentação de Ricardo Antunes e Claudia Santiago Giannotti. Além de recuperar momentos importantes da história geral das lutas dos trabalhadores no Brasil, o trabalho de Giuseppina joga luz sobre experiências de organização popular que ocorreram na cidade de São Paulo das décadas de 1970 e 1980.
O livro trata das oposições sindicais, especificamente da Oposição Metalúrgica de São Paulo, e da criação de Associações de Trabalhadores a partir das greves dos metalúrgicos da capital em 1978 e 1979.
A reconstrução das lutas dos trabalhadores foi uma das características que marcaram o final dos anos 1970 e a década seguinte. 

 

 


# 20 Anos do SINDIPETRO-NF: Uma História de Lutas

Por Giuseppina de Grazia – Editora NPC – 2017

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Sinopse:  O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense lança no início de 2017 um livro contando a história de seus primeiros 20 anos, desde a separação do Sindipetro-RJ, em 1996; até os dias de hoje. Os anos duros do massacre neoliberal promovido pelo governo de Fernando Henrique Cardoso estão relatados no trabalho com riqueza de detalhes.
O livro trata do fenômeno que ficou conhecido como Novo Sindicalismo no Brasil, e traz em destaque a histórica greve da categoria em 1995.
O trabalho foi feito pelas pesquisadoras Beatriz Passarelli Gomes e Juliane Furno, sob a supervisão do Núcleo Piratininga de Comunicação e do Departamento de Comunicação da entidade. O NPC é também responsável pela edição e produção do trabalho.

 


# Experiências em Comunicação Popular no Rio de Janeiro Ontem e Hoje

Por Claudia Santiago Giannotti – Editora NPC – 2016

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Sinopse: O livro apresenta um olhar sobre a comunicação popular no Rio de Janeiro. Para além das questões teóricas, a obra faz um mapeamento de diversas experiências e iniciativas espalhadas pela cidade. O livro, que tem como título “Experiências em comunicação popular ontem e hoje: uma história de resistência nas favelas cariocas”, foi escrito a muitas mãos, em um trabalho coordenado e orientado pela jornalista Claudia Santiago, uma referência nacional no assunto.
A obra está centrada no debate sobre a comunicação popular e põe em questão conceitos e definições sobre o tema. Depois, apresenta um panorama completo de experiências em favelas de diversas áreas da cidade. Contando muitas histórias fascinantes de resistência, destacam-se exemplos de comunicação em comunidades na Maré, no Borel, na Rocinha, Cidade de Deus, favelas do Alemão e Santa Marta.
As entrevistas com os protagonistas dessa história são intercaladas com a pesquisa em arquivo. Tudo foi escrito em uma linguagem acessível para todos aqueles que se interessam pelo tema.

 


# O RIO QUE QUEREMOS: Propostas Para Uma Cidade Inclusiva

Por Theófilo Rodrigues (org.) – Editora NPC – 2016

O RIO QUE QUEREMOS

Sinopse:  Não há muitas dúvidas de que o peso de ter sido a capital do Brasil por quase duzentos anos deixou sua marca no Rio de Janeiro. Cidade onde todos pensam a questão nacional e internacional, como atestam os títulos de seus principais jornais – O Globo e Jornal do Brasil são exemplos -, durante muitos tempos o Rio deixou de olhar para si mesmo.
O Rio que queremos: propostas para uma cidade inclusiva é uma contribuição para a reversão do problema. Trata-se de um debate coletivo construído por 31 autores, entre sociólogos, economistas, cientistas políticos, juristas e historiadores que voltaram seus olhos para temas profundos da cidade. Entre eles um fio comum que costura a discussão do inicio ao fim: o direito à cidade. Não se trata apenas de um livro acadêmico, como poderia fazer imaginar a formação de seus autores.
Os textos apresentados são de fácil acesso para todo o público e profundamente marcados pelo compromisso com a construção de uma cidade mais justa e igualitária. Não fosse assim, não haveria sentido em tamanho esforço coletivo. [Por Marcelo Baumann Burgos – prefácio]

 


# Deus e o Diabo na Praça da Sé

Por Leovegildo Pereira Leal – Editora NPC – 2016

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Sinopse:  A obra apresenta, por meio de fragmentos, um retrato da vida dos trabalhadores que vêm e vão pela Praça da Sé, em São Paulo, muitos dos quais lutam diariamente para sobreviver apesar das péssimas condições de vida, de trabalho e da falta de perspectiva.

 

 

 

 

 

 

 


# FISENGE 20 Anos – Duas Décadas de Lutas e Esperanças (1993-2013)

Por Claudia Santiago e Equipe NPC – Editora NPC – 2014

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Sinopse:
  Anos 90, a década perdida. Foi nesse momento, exatamente em 1993, que a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) foi fundada. Com o objetivo de resgatar essa história, a Federação irá lançar, em agosto, o livro de memórias “Fisenge 20 anos: duas décadas de lutas e esperanças”. Desde o ano passado, a entidade vem promovendo uma série de atividades de comemoração, como a publicação de uma revista; um ato comemorativo no Rio de Janeiro com a presença de lideranças do parlamento e dos movimentos social e sindical; um selo comemorativo; e boletins especiais.
Ao todo, foram seis meses de trabalho conjunto com o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), responsável pela produção e edição do livro. Centenas de fotos e documentos foram revisitados e resgatados em um mergulho histórico da fundação da Fisenge e a conjuntura nacional dessas duas décadas. A jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago acredita que os sindicatos têm a tarefa também de contar as suas histórias. “É nas páginas da imprensa sindical que está a memória das lutas dos trabalhadores. A imprensa sindical é referência para os historiadores que estudam o tema. Se não a preservamos, nossa história escapa de nossas mãos”, pontua Claudia.

 


# Marxismo e Filosofia Contemporânea

Por Roberto Ponciano – Editora NPC – 2014

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    Sinopse:  O objetivo deste livro, publicado pela Editora NPC, é provar a existência de uma ética humanista do devir a partir de Marx. Esta ética trabalha o devir como um conceito marxista/hegeliano, o “vir a ser”, numa perspectiva que não é simplesmente uma filosofia utilitarista que justifica o poder, mas uma ontologia integral humanista e finita.
   Trata-se de uma filosofia que dá conta da problemática existencial humana e de uma cosmogonia que abarque uma teleologia humanista do devir. Visa não a uma simples repartição de bens entre as pessoas, mas a uma nova concepção integral de organização sócio-metabólica humana. A linha mestra que vai nos conduzir em todos os capítulos é a teoria da alienação e do fetiche, fundamentos básicos da teoria marxista.

 

 

 


BIBLIOGRAFIA DE VITO GIANNOTTI

# Comunicação dos Trabalhadores e Hegemonia

Por Vito Giannotti – Fundação Perseu Abramo/ Editora NPC – 2014

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Sinopse:
  
A obra apresenta reflexões sobre diversos conceitos, como o de hegemonia, pensado por Marx, Lenin e Gramsci. Também nega veementemente o mito da neutralidade dos meios de comunicação e explica por que considera a mídia o verdadeiro partido da burguesia.
Além de apresentar uma sólida base teórica, oferece dicas práticas aos sindicatos e movimentos populares que desejam construir e aprimorar seus veículos de informação. Aborda, portanto, os meios impressos, rádios, TVs e internet, pensando em como aperfeiçoar desde a pauta até a linguagem e a diagramação, para que esses veículos sejam atrativos e compreendidos pela maioria da classe trabalhadora.
O livro é voltado para professores de comunicação, estudantes, sindicalistas, militantes sociais e todos aqueles interessados em entender a importância dos meios de comunicação na formação das ideias e na prática social.

 

 


# Muralhas da linguagem – 2ª edição

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2009

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Sinopse:
 O livro Muralhas da Linguagem, de Vito Giannotti, sintetiza quatro décadas de experiência com a linguagem, aqui entendida como um instrumento fundamental tanto de dominação (quando manipulada pelas elites) quanto de emancipação (quando colocada na perspectiva daqueles a quem Walter Benjamin qualificaria como a “legião dos vencidos”).
Se Paulo Freire mostrou que a apropriação da linguagem pelo oprimido é um ato potencialmente revolucionário, Giannotti aborda o problema tal como ele se apresenta na vida contemporânea dos movimentos sociais, da luta sindical, dos milhões de brasileiros diariamente submetidos ao bombardeio ideológico promovido pela grande mídia.
O autor não se limita à denúncia. Ao contrário, propõe um desafio: como fazer do ato comunicativo um momento de criação? Como fazer da “mídia alternativa” um eixo de organização em defesa dos direitos humanos e das liberdades fundamentais? O leitor não encontrará respostas e fórmulas prontas, mas será convidado a ocupar o lugar de protagonista de seu próprio discurso. [Por José Arbex Jr.]

 

 


# Dicionário de Politiquês

Por Vito Giannotti – Editora NPC – 2010

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Sinopse:
 Dicionário de Politiquês é o novo livro de Vito Giannotti, escrito em parceria com Sérgio Domingues. A publicação é um manual prático de linguagem para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas pessoas. São cerca de 3500 verbetes incompreensíveis traduzidos para a língua dos “normais”, ou seja, para a grande maioria da população que não passou mais do que oito anos nos bancos escolares. “A ideia chave do Dicionário é que o intelectual, como o artista, para cumprir seu papel tem que estar onde o povo trabalhador está e efetivamente comunicar-se com ele” afirma o educador Gaudêncio Frigotto na apresentação do livro.

 

 

 


# História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil – 3ª edição

Por Vito Giannotti – 3ª edição revista e ampliada – Editora MAUAD – 2009

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Sinopse:
 O livro de Vito Giannotti, da Editora Mauad, nasceu da necessidade de os trabalhadores terem à mão um resumo, uma síntese da sua história, suas lutas, suas vitórias e derrotas. Livros sobre os trabalhadores do Brasil há muitos. Muitos são bons. Alguns, ótimos. O problema é que muito raramente caem nas mãos dos trabalhadores. As razões são muitas, no mínimo dez. Uma delas é que quase não se encontram livros sobre este assunto que sejam sínteses. Que apresentem um quadro geral com os problemas, as soluções e as lições desta bela história de mais de um século. O livro de Giannotti tenta responder a este desafio.
Nesta terceira edição foram acrescentadas várias informações importantes que faltavam. Foram sugestões vindas de amigos e companheiros de vários Estados: lutas, greves, batalhas que passaram despercebidas nesta longa guerra de classe. Por isso, o livro teve acrescidas umas vinte páginas.

 

 


# História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2007

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Sinopse: “Falar do livro é falar do Vito. É um trabalho excepcional, em que ele atua fundamentalmente junto à classe trabalhadora no sentido de reforçar ou de criar a consciência revolucionária do trabalhador, chamando a atenção para a sua história, a sua luta, que nada têm a ver com a história oficial. O livro desmistifica a idéia de que a sociedade brasileira é pacífica, não reage. Muito ao contrário, mostra que ela luta sempre. É importante, também, porque, reforçando a luta do trabalhador, ele está reforçando a idéia do velho Marx de que a luta de classes continua.” [Professor Rubem Aquino, historiador, assina a apresentação do livro].

 

 

 

 


# Manual de Linguagem Sindical

Por Claudia Santiago, Sérgio Domingues, Vito Giannotti – Editora NPC – 1999

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Sinopse: 
Junte o Economês, Informatiquês, Intelectualês, Juridiquês, Psicologuês e Politiquês. Você terá o Sindicalês. Uma linguagem utilizada pelos ativistas, diretores e profissionais sindicais. Uma linguagem perfeitamente entendida por eles, mas não pelo público dos sindicatos. Um público muito especial: milhões de trabalhadores e trabalhadoras. É por estas razões que o sindicalês é uma linguagem proibida. Proibida porque não é entendida, compreendida, assimilada por aqueles que procura atingir. Porque não leva os trabalhadores a lutar e se mobilizar por seus direitos. Este manual pretende ajudar os comunicadores sindicais a se livrar do sindicalês.
Leia alguns verbetes do Manual de Linguagem Sindical clicando aqui.

 

 

 


# Força Sindical – A Central Neoliberal

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2002

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Sinopse:
 Nas palavras de Ricardo Antunes, professor de sociologia da Unicamp, neste livro, Vito Giannotti mostra o resultado de uma simbiose entre o ideário neoliberal das eras Collor e FHC e o velho peleguismo herdeiro da estrutura sindical getulista: a Força Sindical e seu sindicalismo de negócios. “É um trabalho limpo, como o texto que devoramos rapidamente. (…) Limpo, ao aceitar o desafio que é de muitos, e de pôr o dedo na ferida, dando nomes aos bois”, diz Virgínia Fontes, professora de História da Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ). Giannotti conta a história desde as raízes históricas desta Central, que ele define como completamente patronal, até a seqüência de traições aos interesses imediatos e históricos dos trabalhadores. O final é a farsa das festas-bingo dos Primeiros de Maio financiados pelos empresários.

 

 

 

 


#  O que é Jornalismo SindicalSem título8

Por Vito Giannotti – Editora Brasiliense – 2000 


Sinopse:
 Jornais, boletins e cartilhas sindicais têm suas especificidades. Os destinatários desta comunicação têm interesses específicos e, sobretudo, na sua maioria, não têm hábito de ler jornal. Por isso, o jornalismo sindical exige uma linguagem específica e uma apresentação muito atrativa.

 

 

 

 

 


# Comunicação Sindical — Falando para milhões

Por Claudia Santiago e Vito Giannotti – Editora Vozes – 1996

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Sinopse:
 A comunicação de um sindicato com os trabalhadores de sua base pode ser comparada a um mosaico composto de milhares de pedrinhas. Nenhuma dessas pedras é o mosaico, mas o conjunto delas, colocadas seguindo uma determinada forma, pode dar um belíssimo resultado final. Cada pedra desse mosaico é um instrumento. É preciso saber usá-lo, de forma certa e na hora certa. Se isso acontecer temos na mão um poderoso instrumento de luta contra a hegemonia dos Meios de Comunicação da Burguesia.

 

 

 

 

 


 LIVROS DOS NOSSOS COLABORADORES


#
Cidadania e Internet – Entre a Representação Midiática e a Representatividade Política

Por Gustavo Barreto – Editora Appris – 2017

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Sinopse: Em meados de 2015, a rede social mais popular do mundo anuncia um número impressionante: naquele dia, uma em cada sete pessoas no mundo conectou-se ao Facebook. O número de usuários chegaria a 1,5 bilhão ao final do ano.
Outros aplicativos passariam a divulgar, ano após ano, a partir da década de 2000, vultuosos balanços sobre o número de pessoas que conseguiam agregar a partir dos distintos serviços oferecidos, como troca de mensagens em tempo real e espaço “infinito” para fotos e vídeos produzidos a cada segundo.
Os dados escondiam uma nova dinâmica, que desde os anos 1990 parece não encontrar barreiras: existe uma nova forma de comunicação em ascensão. Mas como foi possível formulá-la? Como se desenvolveu a partir das ideias de seus primeiros formuladores? Quais rumos está tomando? E, sobretudo, de que forma essa nova comunicação pode ampliar a cidadania e melhorar a qualidade de vida das pessoas? Essas são algumas das perguntas que o autor faz neste livro.
O objetivo principal é analisar práticas na rede e em rede que buscam a ampliação da cidadania e dos direitos humanos, contextualizando essa relação por meio da breve história dos conceitos que envolvem a reivindicação coletiva por cidadania, a partir da utilização de aparatos tecnológicos e comunicacionais. Utilizando o surgimento do conceito de cibercultura como um marco, o autor traça um perfil dos usos cidadãos da cultura digital. Desde a simbologia da rede na Antiguidade e na Modernidade, por meio de uma breve história das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), até os recentes movimentos da sociedade civil que atuam em rede, o objetivo do trabalho é produzir uma cartografia conceitual da comunicação digital contemporânea, sobretudo no Brasil, e identificar os princípios que fundamentam o uso atual da internet.

 


# As Batalhas de O Globo: Ditadura Militar, Lula X Collor, Privatizações e a Vitória do PT em 2002

Por João Braga Arêas – Editora Prismas – 2015

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Sinopse:  João Braga Arêas foi palestrante no 22º Curso Anual do NPC. Ele esteve na mesa “As batalhas da mídia: de 1964 a 2016”. Nós o convidamos por ter pesquisado a atuação das organizações Globo e, em especial, do jornal O Globo, nos últimos anos. Neste livro, o autor analisa detalhadamente a trajetória dessa empresa, mostrando como o jornal O Globo atua como propagandista das grandes empresas no Brasil, defendendo governos antipopulares (como Collor de Melo) e as privatizações. Somado a isso, a empresa desqualifica e criminaliza as organizações populares que conservam algum grau de autonomia. Nada mais atual, já que, como sabemos, a Rede Globo não apenas apoiou a ditadura em 1964, mas também foi fundamental para o golpe de 2016.
Pouca coisa será mais ideológica do que o jornal O Globo. Nas manifestações populares de 2013 ficou evidente que a população sabe o que faz essa empresa… mas essa mesma população necessita de informações sólidas para enfrentar o imenso poderio dessa empresa. É preciso ir além das denúncias e demonstrar o papel cumprido por essa empresa, com documentação, rigor analítico e a paixão própria a quem averígua a verdade das relações sociais. O desvendamento sistemático, coerente e claro da atuação desse jornal é fundamental.
É o que assegura este livro, fruto de pesquisa cuidadosa e séria. Nele veremos como o jornal O Globo atua como propagandista das grandes empresas monopolistas no Brasil (não importa a sua nacionalidade), defendendo governos anti-populares (como Collor de Melo) e as privatizações. Enquanto isso, O Globo aproveita-se para desqualificar e mesmo criminalizar sistematicamente as organizações populares que conservam algum grau de autonomia. Se é doloroso conviver com uma imprensa dominada por um pequeno punhado de famílias, é uma satisfação ler trabalhos como este livro, que enfrentam a tarefa de desmascarar esse fenômeno.

 


 # Padrões de Manipulação na Grande Imprensa

Por Perseu Abramo – Editora Perseu Abramo – 2017

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Sinopse:  leia o livro completo clicando na capa  
A publicação deste livro não poderia ter momento mais oportuno do que este em que a mídia opera como maestro de uma grande orquestração, a orquestração de um golpe de Estado e de uma tentativa de impor um novo regime à jovem democracia brasileira, subordinando o voto a uma espécie de superego oligárquico composto pelo triunvirato judiciário-midiático-financeiro.
Os capítulos deste volume giram em torno de um pequeno e precioso ensaio analítico de Perseu Abramo. Um exercício de pensamento crítico voltado ao desvendamento das artimanhas, dos métodos e recursos do discurso manipulador.
O mestre Perseu e os autores deste livro colocam diante de si o manancial de tragédias e comédias encenadas pela mídia brasileira e buscam identificar os padrões de seus artefatos, aquilo que poderíamos também chamar de rotinas lógicas da desrazão, de desconstrução da realidade e da criação de uma nova “supra-realidade” que a substitua nos corações e mentes dos leitores, ouvintes e telespectadores.
 [Por REGINALDO MORAES – Prefácio]

 


# O Novo Sindicalismo, a Estrutura Sindical e a Voz dos Trabalhadores

Por Guilherme Marques Soninho – Editora ADIA – 2004

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   Sinopse:  Analisar o novo sindicalismo pelo seu ponto de chegada, hoje, é um equívoco. Tanto quanto julgar os “Dez dias que abalaram o mundo” do começo da fantástica Revolução Russa, pelas cenas macabras da queda do Muro de Berlim. O mérito do Guilherme, neste texto, é mostrar que houve o novo, sim, mas que dentro dele havia, desde antes da CUT nascer, duas visões. Havia duas vertentes.
    Uma que ele localiza no que será a visão vitoriosa e majoritária, na CUT. Outra, a visão derrotada. A visão das oposições sindicais, da minoria dos sindicatos e de movimentos sociais, que inicialmente marchavam junto com o novo sindicalismo. Mas, na visão do texto, o resultado final, não pode negar toda a novidade trazida no processo de construção.
[…] o texto é mais do que uma análise pontual do novo sindicalismo e sua relação com a velha estrutura sindical. É uma análise do sindicalismo da CUT no seu nascimento, no seu auge e na fase de integração ao sistema.

 

 


# Neoliberalismo: de onde vem e para onde vai

Por Reginaldo Moraes – Editora SENAC – 2002

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    Sinopse: Neoliberalismo — corrente de pensamento + movimento intelectual organizado + conjunto de políticas adotadas pelos governos neoconservadores e propagadas a partir de organizações multilaterais (Banco Mundial e FMI).
    O livro traça um didático roteiro para compreendê-lo:
I. O liberalismo clássico;
II. E o Neoliberalismo – o que é e de onde vem?;
III. orientações políticas do neoliberalismo;
IV. Efeitos da intervenção estatal – segundo os liberais;
V. Impactos do neoliberalismo no mundo do trabalho;
VI. 
Os bens públicos e as políticas sociais;
VII.
 Diagnóstico, prognóstico, terapêutica – as receitas neoliberais.

 

 

 


# História do Brasil Recente-1964-1992

Por Sonia Mendonça e Virgínia Fontes – 3ª edição revista e atualizada – Editora Ática – 1994

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O processo de abertura é trabalhado tanto em seu viés econômico, com as crises internacionais dos anos 70 e as fissuras internas entre os setores dominantes, quanto na exaustão das classes trabalhadora e seu impulso organizativo e revindicativo, retomado também nos anos 70. No período da chamada Nova República aprofunda-se a crise econômica e acirram-se os conflitos sociais, com a manutenção das organizações populares e com barreiras opostas pelos setores conservadores (Centrão, UDR e, finalmente, o período Collor) a uma plena democratização.

 


# O Social-liberalismo – Auge e crise da supremacia burguesa na era neoliberal

Por Rodrigo Castelo – Editora Expressão Popular – 2013

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   Sinopse:  O objetivo principal deste livro é estabelecer um marco conceitual sobre a atual hegemonia construída pela concepção do mundo burguesa sobre a “questão social”, contextualizando-a dentro da crise orgânica do capital nos anos 1970, da ofensiva neoliberal para recomposição da supremacia burguesa e da crise conjuntural capitalista dos anos 1990.
  O autor defende uma tese oposta sobre a possibilidade de diálogos entre liberalismo e socialismo gerarem uma síntese inovadora, algo mais do que uma bizarra combinação ideológica. Ao longo do trabalho, ele mostra como o social-liberalismo opera como uma arma ideológica de neutralização político-cultural das forças adversárias, que se veem de mãos atadas (e cabeças degoladas) diante da ofensiva burguesa.

 

 

 


# Da Favela Para as Favelas 

Por Repper Fiell – 2011

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   Sinopse: O nome “Repper”, ao invés do rapper americano, não é a toa: é pra valorizar o repente, que ouvia do seu avô na infância em Campina Grande. Eu li de um fôlego este pequeno grande livro. Babei! Adorei! Senti nas suas palavras uma força suave dando aulas como quem não quer nada. Quase estivesse falando para um filho seu de seis ou sete anos. Fiell nos fala, neste livreto, com a maior simplicidade, de economia, de cidades, de violência policial, consumismo, modismos, da educação do nosso país, de drogas, amor, vizinhos, escola e mil coisas mais.
   Para mim o livro que li num tapa é uma lição de marxismo como poucas vezes escutei de grandes mestres. Fala da sua classe em contraposição a outra com tranquilidade, sem precisar babar, mas com uma firmeza cruelmente realista. Fiell, não tem ilusões. Sonha mas com os pés no chão. E não tira da boca palavras como solidariedade, coletividade, socialismo. Coisas que hoje andam em desuso. É das melhores coisas que li nos últimos tempos. Vou forçar uns 300 ou mais amigos meus a ler. Eles me agradecerão.[Por Vito Giannotti]