Assuntos

Livros

Para adquirir qualquer uma de nossas publicações, envie mensagem para a Livraria Antonio Gramsci. Localizada na Rua Alcindo Guanabara, 17, térreo, Cinelândia (ao lado do Teatro Dulcina, Rua da Câmara dos Vereadores).

Informações pelo telefone (21)2220-4623 e pelo e-mail  livraria@piratininga.org.br

—————————————————————— 

# Comunicação dos Trabalhadores e Hegemonia

Por Vito Giannotti – Fundação Perseu Abramo/ Editora NPC – 2014

6.11.2014-livrovito

 

Sinopse:  A obra apresenta reflexões sobre diversos conceitos, como o de hegemonia, pensado por Marx, Lenin e Gramsci. Também nega veementemente o mito da neutralidade dos meios de comunicação e explica por que considera a mídia o verdadeiro partido da burguesia.
  Além de apresentar uma sólida base teórica, oferece dicas práticas aos sindicatos e movimentos populares que desejam construir e aprimorar seus veículos de informação. Aborda, portanto, os meios impressos, rádios, TVs e internet, pensando em como aperfeiçoar desde a pauta até a linguagem e a diagramação, para que esses veículos sejam atrativos e compreendidos pela maioria da classe trabalhadora.
O livro é voltado para professores de comunicação, estudantes, sindicalistas, militantes sociais e todos aqueles interessados em entender a importância dos meios de comunicação na formação das ideias e na prática social.

 

# Muralhas da linguagem – 2ª edição

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2009

Sem título
Sinopse:
 O livro Muralhas da Linguagem, de Vito Giannotti, sintetiza quatro décadas de experiência com a linguagem, aqui entendida como um instrumento fundamental tanto de dominação (quando manipulada pelas elites) quanto de emancipação (quando colocada na perspectiva daqueles a quem Walter Benjamin qualificaria como a “legião dos vencidos”).
Se Paulo Freire mostrou que a apropriação da linguagem pelo oprimido é um ato potencialmente revolucionário, Giannotti aborda o problema tal como ele se apresenta na vida contemporânea dos movimentos sociais, da luta sindical, dos milhões de brasileiros diariamente submetidos ao bombardeio ideológico promovido pela grande mídia.
O autor não se limita à denúncia. Ao contrário, propõe um desafio: como fazer do ato comunicativo um momento de criação? Como fazer da “mídia alternativa” um eixo de organização em defesa dos direitos humanos e das liberdades fundamentais? O leitor não encontrará respostas e fórmulas prontas, mas será convidado a ocupar o lugar de protagonista de seu próprio discurso. [Por José Arbex Jr.]

 

# Dicionário de Politiquês

Por Vito Giannotti – Editora NPC – 2010

Sem título1
Sinopse:
 Dicionário de Politiquês é o novo livro de Vito Giannotti, escrito em parceria com Sérgio Domingues. A publicação é um manual prático de linguagem para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas pessoas. São cerca de 3500 verbetes incompreensíveis traduzidos para a língua dos “normais”, ou seja, para a grande maioria da população que não passou mais do que oito anos nos bancos escolares. “A ideia chave do Dicionário é que o intelectual, como o artista, para cumprir seu papel tem que estar onde o povo trabalhador está e efetivamente comunicar-se com ele” afirma o educador Gaudêncio Frigotto na apresentação do livro.

 

 

 

# História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil – 3ª edição

Por Vito Giannotti – 3ª edição revista e ampliada – Editora MAUAD – 2009

Sem título2
Sinopse:
 O livro de Vito Giannotti, da Editora Mauad, nasceu da necessidade de os trabalhadores terem à mão um resumo, uma síntese da sua história, suas lutas, suas vitórias e derrotas. Livros sobre os trabalhadores do Brasil há muitos. Muitos são bons. Alguns, ótimos. O problema é que muito raramente caem nas mãos dos trabalhadores. As razões são muitas, no mínimo dez. Uma delas é que quase não se encontram livros sobre este assunto que sejam sínteses. Que apresentem um quadro geral com os problemas, as soluções e as lições desta bela história de mais de um século. O livro de Giannotti tenta responder a este desafio.
Nesta terceira edição foram acrescentadas várias informações importantes que faltavam. Foram sugestões vindas de amigos e companheiros de vários Estados: lutas, greves, batalhas que passaram despercebidas nesta longa guerra de classe. Por isso, o livro teve acrescidas umas vinte páginas.

 

 

# História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2007

Sem título2A
Sinopse:
 “Falar do livro é falar do Vito. É um trabalho excepcional, em que ele atua fundamentalmente junto à classe trabalhadora no sentido de reforçar ou de criar a consciência revolucionária do trabalhador, chamando a atenção para a sua história, a sua luta, que nada têm a ver com a história oficial. O livro desmistifica a idéia de que a sociedade brasileira é pacífica, não reage. Muito ao contrário, mostra que ela luta sempre. É importante, também, porque, reforçando a luta do trabalhador, ele está reforçando a idéia do velho Marx de que a luta de classes continua.” [Professor Rubem Aquino, historiador, assina a apresentação do livro].

 

 

 

 

# Manual de Linguagem Sindical

Por Claudia Santiago, Sérgio Domingues, Vito Giannotti – Editora NPC – 1999


Sem título4
Sinopse: 
Junte o Economês, Informatiquês, Intelectualês, Juridiquês, Psicologuês e Politiquês. Você terá o Sindicalês. Uma linguagem utilizada pelos ativistas, diretores e profissionais sindicais. Uma linguagem perfeitamente entendida por eles, mas não pelo público dos sindicatos. Um público muito especial: milhões de trabalhadores e trabalhadoras. É por estas razões que o sindicalês é uma linguagem proibida. Proibida porque não é entendida, compreendida, assimilada por aqueles que procura atingir. Porque não leva os trabalhadores a lutar e se mobilizar por seus direitos. Este manual pretende ajudar os comunicadores sindicais a se livrar do sindicalês.
Leia alguns verbetes do Manual de Linguagem Sindical clicando aqui.

 

 

# Força Sindical – A Central Neoliberal

Por Vito Giannotti – Editora MAUAD – 2002

Sem título7
Sinopse:
 Nas palavras de Ricardo Antunes, professor de sociologia da Unicamp, neste livro, Vito Giannotti mostra o resultado de uma simbiose entre o ideário neoliberal das eras Collor e FHC e o velho peleguismo herdeiro da estrutura sindical getulista: a Força Sindical e seu sindicalismo de negócios. “É um trabalho limpo, como o texto que devoramos rapidamente. (…) Limpo, ao aceitar o desafio que é de muitos, e de pôr o dedo na ferida, dando nomes aos bois”, diz Virgínia Fontes, professora de História da Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ). Giannotti conta a história desde as raízes históricas desta Central, que ele define como completamente patronal, até a seqüência de traições aos interesses imediatos e históricos dos trabalhadores. O final é a farsa das festas-bingo dos Primeiros de Maio financiados pelos empresários.

 

 

 

#  O que é Jornalismo SindicalSem título8

Por Vito Giannotti – Editora Brasiliense – 2000 


Sinopse:
 Jornais, boletins e cartilhas sindicais têm suas especificidades. Os destinatários desta comunicação têm interesses específicos e, sobretudo, na sua maioria, não têm hábito de ler jornal. Por isso, o jornalismo sindical exige uma linguagem específica e uma apresentação muito atrativa.

 

 

 

 

 

 

# Comunicação Sindical — Falando para milhões

Por Claudia Santiago e Vito Giannotti – Editora Vozes – 1996

Sem título9
Sinopse:
 A comunicação de um sindicato com os trabalhadores de sua base pode ser comparada a um mosaico composto de milhares de pedrinhas. Nenhuma dessas pedras é o mosaico, mas o conjunto delas, colocadas seguindo uma determinada forma, pode dar um belíssimo resultado final. Cada pedra desse mosaico é um instrumento. É preciso saber usá-lo, de forma certa e na hora certa. Se isso acontecer temos na mão um poderoso instrumento de luta contra a hegemonia dos Meios de Comunicação da Burguesia.

 

 

 

 

 LIVROS DE NOSSOS COLABORADORES

 

# FISENGE 20 Anos – Duas Décadas de Lutas e Esperanças (1993-2013)

Por Claudia Santiago e Equipe NPC – Editora NPC – 2014

CAPA OK   
    Sinopse:  Anos 90, a década perdida. Foi nesse momento, exatamente em 1993, que a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) foi fundada. Com o objetivo de resgatar essa história, a Federação irá lançar, em agosto, o livro de memórias “Fisenge 20 anos: duas décadas de lutas e esperanças”. Desde o ano passado, a entidade vem promovendo uma série de atividades de comemoração, como a publicação de uma revista; um ato comemorativo no Rio de Janeiro com a presença de lideranças do parlamento e dos movimentos social e sindical; um selo comemorativo; e boletins especiais.
Ao todo, foram seis meses de trabalho conjunto com o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC), responsável pela produção e edição do livro. Centenas de fotos e documentos foram revisitados e resgatados em um mergulho histórico da fundação da Fisenge e a conjuntura nacional dessas duas décadas. A jornalista e coordenadora do NPC, Claudia Santiago acredita que os sindicatos têm a tarefa também de contar as suas histórias. “É nas páginas da imprensa sindical que está a memória das lutas dos trabalhadores. A imprensa sindical é referência para os historiadores que estudam o tema. Se não a preservamos, nossa história escapa de nossas mãos”, pontua Claudia.

 

 # Marxismo e Filosofia Contemporânea

Por Roberto Ponciano – Editora NPC – 2014

Sem título12

    Sinopse:  O objetivo deste livro, publicado pela Editora NPC, é provar a existência de uma ética humanista do devir a partir de Marx. Esta ética trabalha o devir como um conceito marxista/hegeliano, o “vir a ser”, numa perspectiva que não é simplesmente uma filosofia utilitarista que justifica o poder, mas uma ontologia integral humanista e finita.
   Trata-se de uma filosofia que dá conta da problemática existencial humana e de uma cosmogonia que abarque uma teleologia humanista do devir. Visa não a uma simples repartição de bens entre as pessoas, mas a uma nova concepção integral de organização sócio-metabólica humana. A linha mestra que vai nos conduzir em todos os capítulos é a teoria da alienação e do fetiche, fundamentos básicos da teoria marxista.

 

 

# O Novo Sindicalismo, a Estrutura Sindical e a Voz dos Trabalhadores

Por Guilherme Marques Soninho – Editora ADIA – 2004

Sem título3   
   Sinopse:  Analisar o novo sindicalismo pelo seu ponto de chegada, hoje, é um equívoco. Tanto quanto julgar os “Dez dias que abalaram o mundo” do começo da fantástica Revolução Russa, pelas cenas macabras da queda do Muro de Berlim. O mérito do Guilherme, neste texto, é mostrar que houve o novo, sim, mas que dentro dele havia, desde antes da CUT nascer, duas visões. Havia duas vertentes.
    Uma que ele localiza no que será a visão vitoriosa e majoritária, na CUT. Outra, a visão derrotada. A visão das oposições sindicais, da minoria dos sindicatos e de movimentos sociais, que inicialmente marchavam junto com o novo sindicalismo. Mas, na visão do texto, o resultado final, não pode negar toda a novidade trazida no processo de construção.
[…] o texto é mais do que uma análise pontual do novo sindicalismo e sua relação com a velha estrutura sindical. É uma análise do sindicalismo da CUT no seu nascimento, no seu auge e na fase de integração ao sistema.

 

 

# Neoliberalismo: de onde vem e para onde vai

Por Reginaldo Moraes – Editora SENAC – 2002

Sem título5
   
    Sinopse: Neoliberalismo — corrente de pensamento + movimento intelectual organizado + conjunto de políticas adotadas pelos governos neoconservadores e propagadas a partir de organizações multilaterais (Banco Mundial e FMI).
    O livro traça um didático roteiro para compreendê-lo: I. O liberalismo clássico; II. E o Neoliberalismo – o que é e de onde vem?;III. orientações políticas do neoliberalismo; IV. Efeitos da intervenção estatal – segundo os liberais; V. Impactos do neoliberalismo no mundo do trabalho; VI. Os bens públicos e as políticas sociais; VII. Diagnóstico, prognóstico, terapêutica – as receitas neoliberais.

 

 

# História do Brasil Recente-1964-1992

Por Sonia Mendonça e Virgínia Fontes – 3ª edição revista e atualizada – Editora Ática – 1994

Sem título6   Sinopse:  O livro — de caráter didático — faz um quadro econômico, social e político da história do Brasil atual. Apresenta os antecedentes do golpe de 1964, procurando incorporar as diversas dimensões da crise então em curso e enfatizando o fato de que, do ponto de vista estritamente econômico, o golpe foi responsável pelo aprimoramento e consolidação do modelo consorciado entre o Estado, grandes empresas nacionais e empresas multinacionais (estas últimas constituindo o pólo dinâmico do tripé), modelo que havia sido implantado a partir de 1955. Apresenta as bases do “milagre” brasileiro e a poderosa concentração de capitais e de renda que propiciou, assim como as crescentes crises de legitimidade que a ditadura experimentou.
O processo de abertura é trabalhado tanto em seu viés econômico, com as crises internacionais dos anos 70 e as fissuras internas entre os setores dominantes, quanto na exaustão das classes trabalhadora e seu impulso organizativo e revindicativo, retomado também nos anos 70. No período da chamada Nova República aprofunda-se a crise econômica e acirram-se os conflitos sociais, com a manutenção das organizações populares e com barreiras opostas pelos setores conservadores (Centrão, UDR e, finalmente, o período Collor) a uma plena democratização.

 

# O Social-liberalismo – Auge e crise da supremacia burguesa na era neoliberal

Por Rodrigo Castelo – Editora Expressão Popular – 2013

Sem título10
   Sinopse:  O objetivo principal deste livro é estabelecer um marco conceitual sobre a atual hegemonia construída pela concepção do mundo burguesa sobre a “questão social”, contextualizando-a dentro da crise orgânica do capital nos anos 1970, da ofensiva neoliberal para recomposição da supremacia burguesa e da crise conjuntural capitalista dos anos 1990.
  O autor defende uma tese oposta sobre a possibilidade de diálogos entre liberalismo e socialismo gerarem uma síntese inovadora, algo mais do que uma bizarra combinação ideológica. Ao longo do trabalho, ele mostra como o social-liberalismo opera como uma arma ideológica de neutralização político-cultural das forças adversárias, que se veem de mãos atadas (e cabeças degoladas) diante da ofensiva burguesa.

 

 

# Da Favela Para as Favelas 

Por Repper Fiell – 2011

Sem título11
   Sinopse: O nome “Repper”, ao invés do rapper americano, não é a toa: é pra valorizar o repente, que ouvia do seu avô na infância em Campina Grande. Eu li de um fôlego este pequeno grande livro. Babei! Adorei! Senti nas suas palavras uma força suave dando aulas como quem não quer nada. Quase estivesse falando para um filho seu de seis ou sete anos. Fiell nos fala, neste livreto, com a maior simplicidade, de economia, de cidades, de violência policial, consumismo, modismos, da educação do nosso país, de drogas, amor, vizinhos, escola e mil coisas mais.
   Para mim o livro que li num tapa é uma lição de marxismo como poucas vezes escutei de grandes mestres. Fala da sua classe em contraposição a outra com tranquilidade, sem precisar babar, mas com uma firmeza cruelmente realista. Fiell, não tem ilusões. Sonha mas com os pés no chão. E não tira da boca palavras como solidariedade, coletividade, socialismo. Coisas que hoje andam em desuso. É das melhores coisas que li nos últimos tempos. Vou forçar uns 300 ou mais amigos meus a ler. Eles me agradecerão.[Por Vito Giannotti]