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Entrevistas

30 anos do massacre de Eldorado dos Carajás: o fotógrafo diante do horror

[Por José Cicero/ Ag. Pública] No dia 18 de abril de 1996, o fotógrafo carioca João Roberto Ripper, hoje com 73 anos, desembarcou no sudeste do Pará com uma passagem comprada pela sogra, 100 reais no bolso e uma missão de registrar uma das maiores matanças no campo na história do país: o massacre de Eldorado dos Carajás. “Quando eu soube que era um massacre com aquelas proporções, pelo que eu já documentava, eu sabia a importância que tinha”, conta. [...] Três décadas depois, Ripper — um mestre em capturar a beleza das comunidades tradicionais — revisita a memória daquele “asfalto de desamor”. Nesta entrevista, ele reflete sobre a dor de fotografar chorando, a “hipocrisia da imparcialidade da imprensa” e como, mesmo diante da morte, a teimosia em ser feliz e a luta pela terra permanecem como as maiores bandeiras de camponeses. | Confira alguns dos trechos mais importantes da entrevista de João Roberto Ripper concedida à Agência Pública. 

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Festival da Comunicação Sindical e Popular é realizado no Sinpro-Rio

O 5º Festival da Comunicação Sindical e Popular foi realizado no dia 24 de julho. Essa data foi instituída há dez anos como Dia Municipal da Comunicação Popular, em homenagem a Vito Giannotti. A edição de 2026 ocorreu no auditório do Sinpro-Rio, e reuniu uma galera que batalha diariamente pela construção de uma comunicação comprometida com a luta dos trabalhadores. Comunicadores populares, jornalistas, sindicatos, movimentos sociais, coletivos, estudantes e pesquisadores estiveram presentes. Rolou exposições de fotografias de João Roberto Ripper e do Coletivo Amendoeira de comunicação popular; mostra de jornais sindicais e populares e distribuição de livros. Também fizeram parte da programação uma apresentação teatral do grupo En La Barca Jornadas Teatrais e um debate sobre a história das nossas lutas e os desafios da comunicação popular hoje. Veja como foi esse dia acessando o perfil @nucleopiratininga no Instagram.

Artigos

Jornalismo e saúde: a quem serve a (in)formação?

[Por Bruno Cesar Dias/ Outra Saúde] A Internet causou grande impacto na circulação de notícias. O mercado, contudo, segue interessado em disseminar suas ideias: basta observar formações oferecidas por parcerias entre mídia empresarial e corporações de saúde. Qual o lugar do SUS nessa engrenagem? | Continue lendo. 

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