A nova atualização da lista do trabalho escravo incluiu 88 novos empregadores. Agora são 220 infratores no total. Chama a atenção a variedade dos estados envolvidos e a diversidade dos setores econômicos em que atuam. O Pará está em primeiro lugar, com 24 registros. O Mato Grosso vem em segundo lugar, com 10, seguido pelo Mato Grosso do Sul, com 9.

Estão na “lista suja” desde tradicionais pecuaristas, carvoeiros, canavieiros e sojicultores até produtores de milho, cebola, tomate, café, erva-mate, algodão e pinhão-manso. Também estão presentes agentes da área da construção civil e da siderurgia. Norte e Centro-Oeste aparecem com destaque na comparação entre regiões. Do total, 28 dos novos integrantes da lista foram flagrados no Norte (Pará, Tocantins e Rondônia). Outros 24 mantinham trabalho escravo no Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás). O Nordeste somou 16 nomes (por ocorrências na Bahia, no Ceará, no Maranhão e no Piauí), acompanhado pelo Sul (15) e pelo Sudeste (5).

Confira a lista total na página da Agência Repórter Brasil.