
As jornalistas Natalia Viana, Marina Amaral e Tatiana Merlino são as responsáveis pela criação da Pública, agência de jornalismo investigativo inspirada em modelos que já existem em alguns países. A ideia é seguir o exemplo de centros independentes que se dedicam a fazer reportagens de fôlegos, as quais têm perdido espaço nos veículos tradicionais. A proposta é fazer reportagem em parceria com veículos, instituições e jornalistas independentes do Brasil e de todo o mundo. A organização Wikileaks e o jornalista britânico Andrew Jennings estão entre os que já participam do projeto.
Como está divulgado na página da Pública, serão produzidas reportagens em diversos formatos, como áudio, vídeo, foto, texto e infográficos. Todas as investigações serão disponibilizadas ao público pela internet. “Nossa missão é fazer jornalismo de interesse público com o máximo de independência, seriedade e profundidade possível – mas sem deixar de lado a sedução da boa reportagem”, diz o texto de apresentação.
Saiba mais em http://apublica.org/