Ainda não houve condenação de nenhum dos noves acusados e indiciados pela morte dos auditores fiscais do trabalho Ertóstenes de Almeida Gonsalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva e do motorista Ailton Pereira de Oliveira. O crime ocorreu em Unaí, Minas Gerais, em 28 de janeiro de 2004.

Quatro anos depois dos assassinatos, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) organizou um protesto em frente ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília exigindo o julgamento dos acusados. “A exigência é apenas uma, legítima e natural: que o julgamento dos criminosos seja marcado, para que a JUSTIÇA possa ser, finalmente, aplicada. O crime foi consumado, os mortos não retornarão – embora a memória os faça presentes –, mas os responsáveis pela barbaridade devem pagar por seus atos”, diz o documento divulgado pelo Sinait e pela Associação dos Auditores Fiscais do Trabalho de Minas Gerais (AAFIT/MG)