[Por Brasil de Fato] Enquanto a Câmara dos Deputados da Argentina avançava na votação da reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milei, as ruas do país davam sua resposta. Nesta quinta-feira (19), a quarta greve geral desde a posse do ultraliberal paralisou a Argentina com mais de 90% de adesão, indicador do descontentamento popular diante das medidas que retiram direitos históricos dos trabalhadores. 

A greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT) paralisou transportes, comércios e serviços em todo o país. A adesão maciça, no entanto, teve uma exceção reveladora: a empresa vinculada ao pai de Javier Milei, alinhada ao governo, foi a única que não paralisou suas atividades, e ainda tentou obrigar trabalhadores a comparecerem. | Saiba mais.