“Os partidos de esquerda têm uma relação cíclica com a questão da comunicação. Em momentos eleitorais ou pós-eleitorais há sempre uma gritaria generalizada, que é compreensível, mas historicamente isso se reflete muito pouco na formulação de políticas para o setor. Isso está mudando lentamente, principalmente em relação aos movimentos sociais e às organizações que atuam em outras áreas de direitos humanos. Cada vez mais há a percepção de que a comunicação é um tema transversal, que afeta a todos indistintamente, e que a comunicação precisa ser democratizada inclusive para que a efetivação de outros direitos possa avançar no Brasil.”
[Diogo Moyses, do Intervozes em entrevista à Revista Imprensa]