[Por Andressa Caldas e Gustavo Mehl – publicado no Correio Brasiliense] Dona Maria de Lourdes* tentava visitar o filho preso, mas a permissão lhe era negada sob a alegação de que faltava um documento. Dona Iracema, por sua vez, esperava notícias de seu filho, levado por policiais. As duas ficariam marcadas por assassinatos cometidos por agentes do Estado.
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