Hoje, os meios não são o poder. Eu diria que os meios de comunicação são o segundo poder. O primeiro poder é o econômico, é o poder que mais influencia. Os meios são o segundo poder à medida que são um poder ideológico, os que finalmente determinam se as pessoas serão passivas ao que está acontecendo”.

Ignácio Ramonet em entrevista ao Fazendo Media 

 “Há várias formas e veículos, revistas, jornais, sites, portais, rádios e tvs comunitárias, ongs, o jornalismo dos movimentos sociais… Há uma pluralidade que tem que ser contemplada na análise e nós não podemos confundir o jornalismo com o jornalismo problemático dos grandes meios de comunicação.”

Denis de Moraes, em entrevista ao Boletim do NPC 

 Eu acho que o combate só quem pode dar é a esquerda, qualquer um que apresente uma solução fora da esquerda é maquiar o cadáver, é jogar perfume num monte de estrume. É melhorar o capitalismo, é novamente o discurso pós-moderno de que acabou, o muro caiu e não tem mais luta de classe, não tem mais esquerda e direita, é só o mercado que rege nossas vidas”.  

Carlos Latuff, em entrevista ao Fazendo Media 

 “(…) os mesmos que clamam pela ordem e pela repressão, são parceiros do caos, protegidos na tranqüilidade dos condomínios, dos carros blindados e das fronteiras da cidade onde o preço da vida humana é mais valorizado”. 

MC Leonardo, no artigo A Ordem do Caos, publicado na página eletrônica Informe Musical 

 (…) é preciso primeiro que a classe trabalhadora se conscientize, saia daquela visão, daquela ilusão de que a imprensa é democrática, republicana, ouve os dois lados e é neutra e ao mesmo tempo construa novos meios de comunicação. Esses novos meios têm que representar em primeiro lugar um avanço em termos democráticos, ou seja, eles têm que levar a informação mais ampla possível para as massas. Segundo, tem um componente ideológico que é explicar o mundo e os fatos pelo olhar dos rabalhadores”. 

João Pedro Stedile, em entrevista ao jornal do Sintuperj