
Na foto: Alemanha 1945 / Palestina 2009
Cartazes espalhados pela Universidade Federal do Pará lembravam aos participantes do Fórum Social Mundial o massacre que Israel está promovendo na Faixa de Gaza. O cientista político Emir Sader chegou a pedir para todos se engajarem nessa luta da maneira que for possível, para não deixar que essa barbaridade continue acontencendo ou então para não ficar impune.
No início do ano, por todo o Brasil ocorreram manifestações de repúdio aos assassinatos do povo palestino. No Rio de Janeiro, um ato público reuniu cerca de 500 pessoas no centro da cidade no dia 8 de janeiro. Cartazes, bandeiras e palavras de ordem exigiam a saída de Israel fascista da Faixa de Gaza, e de toda a região da Palestina.
Na ocasião, Paulo Alentejano, professor do Departamento de Geografia da UERJ, declarou ao BoletimNPC que considera claramente enviesada a cobertura da grande mídia dos conflitos no Oriente Médio. “Eles reproduzem a criminalização dos movimentos árabes. Isso leva à formação de uma opinião pública que legitima o direito de Israel se defender dos ataques em seu território”.
Após a concentração na Cinelândia, os manifestantes fizeram uma passeata pacífica pela Avenida Rio Branco. Em frente ao Consulado dos Estados Unidos, alguns sapatos foram atirados na bandeira estadunidense, para mostrar o repúdio ao apoio a Israel, à criminalização constante do povo árabe e ao massacre que está sendo cometido contra os palestinos.
O ato foi organizado pelo Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino, em conjunto com uma série de movimentos sociais. O texto completo pode ser lido em http://www.piratininga.org.br/novapagina/leitura.asp?id_noticia=3893&topico=Mídia