“Há um operário que entra de madrugada no trabalho. Enquanto aguarda, ele abre o jornal. Pense nele ao escrever uma reportagem. Não escreva uma única linha que ele não possa entender e que ele não vá ler.
Por William Hearst, magnata da imprensa americana, aconselhando uma jovem repórter de seu jornal Examiner.

“Elas (Globo e Record) têm mais pontos em comum do que fatores que as distinguem. Elas atuam, segundo o meu ponto de vista, no mesmo mercado da capitalização dos corpos, das almas e do imaginário. Se nós não queremos participar desse mundo com um baixíssimo nível simbólico, temos que começar a entender o processo e colocar em prática uma outra lógica. Inclusive, com valores simbólicos de outra natureza”
Por Silvio Mieli, em entrevista à Radioagência NP.

“Ofendeu a minha inteligência, além de outras coisas que senti, o horror deste golpe de Estado em Honduras que invocou como causa o pecado cometido por um Presidente que quis consultar o povo sobre a possibilidade de reformar a Constituição, porque o que queria nem sequer era uma reforma direta”.
Por Eduardo Galeano, em entrevista ao Cronicón.