Durante muitos anos, alimentou-se o “mito” entre dirigentes e assessores de que a grande responsável pela má condução das informações no “sistema CUT”, de um lado, e o desconhecimento do trabalhador sobre a Central, de outro (como comprovaram as pesquisas quantitativa e qualitativa feitas pela Agência DM9, em 2002), seria a falta de uma “política nacional de comunicação”. O problema parece óbvio, mas se for analisado com um pouco mais de atenção, será possível perceber o quanto o tema é complexo e cujas respostas avançam muito mais pelo terreno da política do que a financeira.