Por Rosângela Ribeiro Gil. Num primeiro momento alguns poderão perguntar: mas por que falar de informação num espaço onde se discute sindicalismo? Pois é, tudo a ver. O trabalhador não está apenas na fábrica. O trabalhador não está apenas à beira do cais. O mundo dele não começa nem termina no chão de fábrica. É muito maior.

O trabalhador precisa ser informado de tudo, precisa entender como as “coisas” acontecem, como se formam e se movimentam as “engrenagens” da sociedade capitalista, que, num primeiro momento, parecem tão inofensivas, tão naturais, parecem até a única forma de estarmos neste planeta.

E para o trabalhador e a trabalhadora se informarem e se formarem precisam ficar espertos com a chamada informação neutra. A informação que invade todos os dias as nossas casas, seja por rádio, televisão, jornais, internet e outros meios, de neutra e inofensiva não tem nada. Ela sempre tem um “DNA”. Ela tem um propósito, tem uma origem e um destino.

Sabemos que quem tem os meios de comunicação tem um poder e uma estrutura muito forte nas mãos. Um poder de dominar e fazer mentes e corações. Um poder de nos desviar atenções ou de fabricar atenções (e tensões). Por isso, precisamos saber ler, ver e ouvir as notícias publicadas e as não publicadas também. Precisamos ir além da voz dos apresentadores que estão com a gente na sala de estar, principalmente nos chamados horários nobres, na hora do jantar, onde a família brasileira acaba se reunindo.

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