A jornalista Eliane Brum acaba de lançar A vida que ninguém vê. De acordo com matéria publicada no site http://contemporanea.nominimo.com.br a obra faz “pensar sobre dois temas: a invisibilidade dos pobres e a função da imprensa. Num mundo pautado por celebridades, Eliane descobriu histórias incríveis e emocionantes de gente anônima que faz da vida comum um acontecimento cotidiano. O mundo tal qual ele aparece na TV não apenas é para poucos como é, sobretudo, uma grande ilusão. Dessa vida feita de pequenos feitos a repórter gaúcha extraiu textos que foram publicados numa coluna do jornal Zero Hora e agora estão reunidos em livro no primeiro lançamento da Arquipélago Editorial (R$ 34,00, 208p.).
A matéria-prima de Eliane é a reportagem “que suja os sapatos”, que anda na rua a fim de posar o olhar sobre aquilo que, em geral indiferente, faz parte da rotina diária. O resultado é um primor comparável a Achei que meu pai fosse Deus, livro de Paul Auster sobre a vida das pessoas anônimas nos EUA.”