A segunda corte de Turim, no norte da Itália, presidida por Maria Iannibelli, condenou Harald Espenhahn, chefe da planta da Thyssenkrupp da cidade, a 16 anos e meio de prisão. Gerald Priegnitz, Marco Pucci, Raffaele Salerno e Cosimo Cafuerri a 13 anos e meio e Daniele Moroni a 10 anos  e 10 meses. Os jurados acolheram a solicitação da promotoria e confirmaram a acusação de homicídio voluntário para o chefe e  de cooperação no homicídio para os outros gerentes.

Em 6 de dezembro de 2007, sete funcionários da empresa morreram em um incêndio na fábrica ThyssenKrupp Acciai Speciali Terni de laminação a frio.

Com informações de La Repubblica