Escrevo aos amigos e companheiros por conta de uma notícia triste. Faleceu Paulo Patarra, aos 74 anos, depois de longa batalha contra um câncer na garganta. Seus olhos se fecharam pela derradeira vez na tarde do último dia 21. Morreu como viveu: rindo e lutando. Em sua última entrevista, respondida por escrito ao jornalista Gil Campos (ABI Online), pois havia sido submetido a uma cirurgia para retirada d e laringe e cordas vocais, assacou uma de suas impagáveis joças : “Não é um câncer que vai me derrubar. Só pode me matar “. Era desses homens raros, que se quebra, mas não se dobra.