O presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel D’Escoto, assegurou no dia 1º de setembro, em Havana, estar totalmente comprometido com a causa dos cinco cubanos presos injustamente nos Estados Unidos. D’Escoto se encontrou com familiares dos cinco: Gerardo Hernández, René González, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González. Sua visita de trabalho a Cuba inclui a apresentação de seu livro Antimperalismo e não-violência.   

Em declarações à Prensa Latina, ele afirmou que abordará a questão dos cinco no próximo dia 14. Na oportunidade, destacará a injustiça que os Estados Unidos estão cometendo com os cubanos.  

Sobre o caso:

Os cinco detidos estão presos desde 1998, por informarem às autoridades cubanas sobre atentados violentos organizados por grupos terroristas em Miami contra Cuba. Na ocasião, a ONU considerou as prisões como “arbitrárias e injustas”. Os cubanos foram condenados, em 2001, com penas que vão de 15 anos a duas prisões perpétuas. Em julho, a Corte Suprema dos Estados Unidos se recusou a revisar o caso.

[Fonte: Adital]