Diferente do que publica a Folha de S. Paulo de 10/12 (Cotidiano C4), não há proibição judicial para a exibição do vídeo  Pecado é não usar por TVs, salas de cinema, outras empresas, governos ou a sociedade civil em geral. Apenas quatro pessoas jurídicas do Brasil estão impedidas de exibir a público o vídeo que denuncia a campanha da igreja católica contra a camisinha na prevenção da aids. São elas as ONGs Davida, Grupo Gay da Bahia, Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo e Rede de Pessoas Vivendo com HIV/Aids do Rio Grande do Norte. Essas entidades, que assinam a fita, são as rés na ação cautelar movida pela Arquidiocese do Rio que resultou na liminar proibindo a exibição do vídeo apenas por elas quatro.

 Além da ação cautelar, a Igreja católica, como bem informa a Folha,  entrou com pedido de abertura de inquérito civil público no Ministério Público Estadual (RJ) com o mesmo objetivo de proibir a exibição do vídeo. A decisão de abrir o inquérito ou arquivar o pedido está a cargo da promotora de Justiça de Defesa da Cidadania, Gláucia Costa Santana.

                         As informações são de Flavio Lenz, assessor de Imprensa da ONG Davida-