[Por Tatiana Lima, do Sintuperj] De um lado, prateleiras de livros até o teto. Do outro, uma bandeira do Movimento dos Sem Terra (MST) repousando sobre uma poltrona, na sala de estar. Sobre a mesa, publicações do jornal “Brasil de Fato” e revistas de história. Foi neste ambiente, em sua casa, que a historiadora e professora de pós-graduação da UFF, Virgínia Fontes, concedeu entrevista ao jornal do Sintuperj, para analisar os 50 anos da revolução cubana.

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