O Observatório do Direito Social da Central de Trabalhadores da Argentina publicou, recentemente, o relatório Violações à Liberdade Sindical. O documento de 22 páginas relata as principais infrações cometidas no primeiro semestre deste ano e comprova que as violações aos direitos dos trabalhadores ainda são recorrentes. Como pontua o relatório, “toda violação à liberdade sindical, seja contra um trabalhador ou contra uma organização sindical, afeta todo o conjunto da classe operária e suas possibilidades de luta”.
As informações têm base nas denúncias recebidas pela CTA no primeiro semestre de 2010. Foram 220 ações de violação à liberdade sindical e oito violações por disposições da legislação nacional. Deste total, 86 casos estão relacionados à limitação dos processos organizativos, que dizem respeito à criação de sindicatos, eleição de delegados, realização de assembléias, e outros casos. Há ainda denúncias de demissões discriminatórias de sindicalistas e delegados, repressões à atividade sindical, detenções arbitrárias e agressões físicas.
O objetivo do relatório é mostrar aos trabalhadores como as violações ocorrem, para que possam se organizar para combatê-las. O documento pode ser acessado em
http://www.cta.org.ar/base/IMG/pdf/VLS_1_semestre_2010_-_Final.pdf

[Fonte: Adital]