O primeiro número da Revista Classe foi lançada em junho deste ano pela Associação de Docentes da Universidade Federal Fluminense (Aduff), em Niterói. Na edição, reportagem sobre o grupo de hip-hop Lutarmada, sobre o Reuni (projeto do governo federal de reestruturação das universidades públicas), entrevista de capa com o fotógrafo Evandro Teixeira e a seção Diálogos com a cidade, entre muitos outros assuntos.

Todo mundo gostou muito do conteúdo e da forma porque ela é pequenininha e diferente. Trabalhamos com muitas imagens. Ficou bem bonita mesmo”, conta Stela Caputo, jornalista responsável pela Classe. Confira entrevista sobre a publicação em nossa página.

Comunicação em destaque no Congresso Nacional dos Engenheiros

A comunicação, em especial à comunicação sindical, será debatida no 8° Consenge, organizado pela Federação dos Engenheiros, em Florianópolis na primeira semana de setembro.

A jornalista Cristina de Luca ministrará a oficina “Disseminação de informação na web e trabalho em rede”, no dia 5 de setembro, para os jornalistas dos onze sindicatos de engenheiros filiados à Federação.

O caderno “Uma agenda democrática para as comunicações brasileiras” é de autoria de Marcos Dantas. O autor é professor da PUC/RJ. No caderno que apresentará no Congresso, Dantas discute o papel e missão dos meios de comunicação em uma sociedade realmente democrática. Nas palavras de Olímpio A. dos Santos, presidente da Fisenge, Esse texto vem cumprir o papel de nos alimentar de informações, suscitar o debate do novo cenário midiático e estimular a reflexão sobre a nossa real capacidade de intervenção”.

Vito Giannotti apresenta a palestra “Organização Sindical e Comunicação. Vito é co-autor, com Claudia Santiago dos livros Comunicação Sindical, falando para milhões, Manual de linguagem sindical além de ter vários outros livros sobre o tema, como Muralhas da Linguagem e O que é Jornalismo Sindical. “Sem uma comunicação que transmita nossos valores, é impossível construir uma nova hegemonia, com novos valores intelectuais e morais. Daí a centralidade da comunicação nos sindicatos. Sem isso, estes se tornam associações de ajuda mútua, clubes recreativos”, explica Vito.