Grupo mineiro monta Brecht e denuncia Bush e aliados. De quinta a domingo, às 19h30, no teatro Carlos Gomes, até 4 de junho. Por Stela Guedes Caputo

Foto de Guto Muniz

O país imaginário é Urbequistão, em cuja capital Dagbá estão aquartelados cem mil soldados ocidentais, em uma guerra preventiva. Essas são as principais circunstâncias que vão transformar o pacato carregador Galy Gay em uma máquina de matar. O Grupo Galpão está no Rio até o dia 4 de junho para a temporada do espetáculo “Um homem é um homem”, do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, com direção de Paulo José, também responsável pela livre adaptação da obra. A 16ª montagem do grupo mineiro vem bem a calhar, não só porque denuncia Bush, Blair e aliados em sua ensandecida invasão e guerra ao Iraque, mas também porque marca o cinqüentenário da morte de Brecht (14/8/1956). Na entrevista que segue, concedida pouco antes de mais uma apresentação, atores do grupo falam da experiência de fazer um espetáculo brechtiano.

Leia em nossa página, em www.piratininga.org.br