Na próxima sexta-feira (1), quando derem entrevista coletiva no Rio de Janeiro, os ministros das áreas financeira e econômica do Mercosul dirão que, após uma manhã inteira de trabalho no belo Palácio Itamaraty, centro da cidade, chegaram a um acordo sobre a pauta que discutiram na parte da manhã. Mas, essa aparente convergência será apenas para dar uma satisfação ao público externo. Dificilmente eles terão consenso sobre temas que são uma fixação para Caracas e Buenos Aires: a criação do Banco do Sul e a atuação coordenada na reunião conjunta que o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial realizam em setembro, em Cingapura.
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