Existe uma discriminação estrutural milenar contra a mulher. Por Bia Barbosa (Ag. Carta Maior)

A convenção da ONU que trata da eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher não traz nenhum artigo em específico sobre a mídia, mas expõe de forma clara os papéis da sociedade e do Estado na luta contra padrões culturais que reforçam preconceitos e estereótipos. No caso das emissoras de rádio e TV, portanto, este papel é duplo. Por um lado, por serem empresas e, por outro, por serem concessionárias de um serviço público, elas não podem atuar de forma a reforçar as desigualdades presentes na sociedade. Abril/2007. 

As novas tecnologias e a manipulação da mídia. Por Kleber William de Sousa, Suelen Leandra Alvarenga e Suellen Karla

Este artigo analisa um novo padrão de mídia emergente composto de três partes principais, desde a mídia tradicional, passando pela mídia eletrônica, que envolve os serviços eletrônicos de comunicação de massa: bancos de dados de consumo, computadores multimídia, a internet e etc, até chegar na mídia eletrônica pessoal. Também, discorre sobre a opinião pública e o papel de manipulação da grande imprensa. Além de tratar da discussão acerca da implantação da TV Pública no Brasil. E conclui com a distinção de pelo menos quatro padrões de manipulação gerais, a saber: Padrão de ocultação, Padrão de fragmentação, Padrão da inversão e Padrão de Indução. 

Jornalistas perseguidos na Globo. Por Marcelo Salles (Fazendo Media)

Direção nega, mas é evidente a perseguição política aos jornalistas que não concordam com a linha editorial da emissora. Essa discussão é importante porque a Globo não é apenas uma empresa privada. É uma empresa privada que opera uma concessão pública.