Será lançado na quarta-feira, dia 2 de maio, o Observatório Permanente dos Conflitos Urbanos na Cidade do Rio de Janeiro. O evento ocorre às 10h no plenário da Câmara Municipal do Rio, na Cinelândia. Trata-se de um banco de dados geo-referenciado que tem como objetivo disponibilizar, na internet, um sítio para consulta com informações sobre conflitos urbanos na cidade. Os conflitos podem ser buscados por assunto, partes em conflito, bairro, período, etc., e os resultados aparecem em mapas ou agrupados por temas.
Além de levantar informações em jornais, programas de rádio e televisão e órgãos públicos, o Observatório também receberá informações de sindicatos, associações de moradores, movimentos, ONGs e cidadãos.
Com uma pesquisa simples no Observatório, é possível responder, entre outras, a perguntas como: a) quantos são os conflitos tendo por objeto a segurança pública no conjunto dos conflitos da cidade?; b) quais as diferenças entre os conflitos que ocorrem na Zona Sul e na Zona Oeste; c) qual a importância da participação da polícia militar ou da guarda municipal nos conflitos: d) quem é mais visado pelos conflitos em nossa cidade: governos, empresas públicas, empresas privadas?; e) qual o papel dos camelôs na conflituosidade no Centro e em Madureira?
O Observatório é uma iniciativa do Laboratório Estado, Trabalho, Território e Natureza do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da URFJ. O endereço é: www.observaconflitos.ippur.ufrj.br
O historiador Guilherme Marques Soninho, do Núcleo Piratininga é pesquisador do projeto. Leia artigo seu em nossa página.
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