Aprofunda-se o colapso na saúde pública, em relação direta com o comprometimento do governo federal com a manutenção dos pilares da sua política econômica, que poderia ser resumida em um lema do tipo: nenhum centavo a menos para o capital financeiro, custe isso quantas vidas custar. Lembremos que, no Orçamento de 2007, o governo pagou R$ 237 bilhões para juros e amortizações da dívida pública (!), enquanto para a saúde pública foram R$ 40 bilhões os recursos destinados pelo mesmo Orçamento. As conseqüências aí estão.