[Por Adriana Facina] Como nas rodas de samba, os MCs se revezaram cantando antigos sucessos e músicas novas, trazendo lágrimas e mexendo com a sensibilidade dos presentes, mesmo aqueles que não eram exatamente funkeiros e que estavam ali somente para conhecer o movimento. Nas músicas, histórias de amor, de vida, sofrimento e alegria. O som estava num volume inferior ao da maioria das festinhas infantis que ocorrem no meu prédio. No entanto, no meio da festa, a síndica me chama no interfone e diz que iria cortar a luz da área porque ali no prédio não podia tocar funk.