[Por Gideon Levy] – Historiador do futuro que algum dia examine os arquivos dos jornais de Israel verá com clareza absoluta: para Israel, 200, 300 e, depois, 400 palestinos assassinados não é manchete. A mídia em Israel é “poupada” de ter de exibir imagens “fortes”. Israel abraça e sempre abraçará qualquer guerra, qualquer barbárie. Israel crê-se tão poderosa que se brutalizou, que já não sente. Em Israel a barbárie é regente. [GL é jornalista israelense – 03.01.2008]