
“A ti sempre estimaremos, por nos ter ensinado que só aprende quem ensina.
Tua luta, tua consciência política, tua solidariedade com a classe trabalhadora é mais que um exemplo para nós, companheiro. É uma obra didática, como tantas que escreveu. Aprendemos contigo que os bons combatentes se forjam na luta.
Quando ingressou no coletivo do Teatro de Arena, soube dar expressão combativa ao anseio daqueles que queriam ver o Brasil popular, o povo brasileiro. Sem temor, nacionalizou obras universais, formou dramaturgos e atores e escreveu algumas das peças mais críticas de nosso teatro, como Revolução na América do Sul (1961).
Mostrou para a classe trabalhadora que o teatro pode ser uma arma revolucionária a serviço da emancipação humana”.
MST sobre Augusto Boal, falecido no dia 2 de maio de 2009, aos 78 anos