Para Wendy Cruz, da Via Campesina em Honduras, o presidente do país, Manuel Zelaya, deposto por meio de golpe de Estado no dia 28, queria “abrir uma brecha para que o povo conquiste sua emancipação” ao propor uma consulta sobre uma Assembleia Constituinte. Em entrevista ao Brasil de Fato por correio eletrônico, esse foi o motivo da reação dos “grupos de poder econômico do país, monopolizado por 13 famílias”.

Zelaya propunha para o mesmo dia 28 uma enquete sobre a quarta urna: ou seja, nas eleições gerais de novembro, em que a população escolheria um novo presidente, deputados e autoridades locais, seria adicionada (caso no dia 28 o povo assim o determinasse) uma consulta sobre a convocação ou não de uma Assembleia Constituinte.

Leia a entrevista completa na página do Brasil de Fato.