[Por Carlos Pronzato] Prato cheio para a sociologia e/ou a psicologia das relações humanas este golpe fascista na Honduras, país onde morei, numa das tantas paradas “dos meus diários de motocicleta sem motocicleta” nos longínquos e ainda golpistas anos 80, onde, trabalhando num restaurante de um exilado uruguaio em Tegucigalpa, observava diariamente os “contras” e os marines americanos circulando impunemente na cidade, planificando a derrubada da revolução nicaraguense de 1979. Leia o texto completo.