Dentre os direitos cassados, também está a restrição à liberdade de expressão. No país, houve perseguição às rádios comunitárias que são contra o golpe. A Radio Progreso, por exemplo, informou por meio de um comunicado que as instalações da emissora foram invadidas por cerca de 25 militares enquanto a rádio transmitia as notícias sobre o Golpe.
Diversas organizações internacionais, como a Amarc e a Aler, repudiam a perseguição aos meios de comunicação
Carlos Gáleas, diretor da Rádio Comunitária Marcala, denunciou que a emissora recebe constantes ameaças por parte das Forças Armadas.
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