Depois de uma pancadaria generalizada entre deputados, o Parlamento da Coreia do Sul aprovou no dia 22 de julho uma polêmica lei que permite às empresas que atuam na imprensa escrita serem donas também de redes de televisão. Diversos sindicatos de profissionais de comunicação do país iniciaram uma greve de 100 horas contra a reforma, à qual se uniu o sindicato da rede de televisão pública “KBS”.
Várias pesquisas publicadas nos últimos meses demonstraram que a maioria dos cidadãos sul-coreanos se opõe a essa lei. O receio é de que os principais diários conservadores e conglomerados do país possam controlar a opinião pública por meio da imprensa. Alguns analistas criticaram o Governo conservador por pretender usar esta lei para controlar a opinião pública a fim de garantir o poder nas próximas eleições.
México assume que criminaliza rádios comunitárias
Secretário de governo do México, Fernando Gómez Mont, admitiu que seu governo fecha rádios comunitárias e move processos penais contra seus responsáveis para dar “um castigo exemplar”.
A declaração, que vai totalmente contra os princípios de direito humano à liberdade de expressão, foi feita enquanto o país debate um novo regime para os meios comunitários.
Havia um pedido de trégua na política de repressão mexicana contra os meios comunitários enquanto o Congresso discute a nova lei. Mas Gomez Mont recusou-se a aceitar a trégua, deixando todo o setor passível de condenação judicial ao sabor das vontades discricionárias do governo nacional.
[Fonte: Pulsar / radiobemba]