“Polanski conhece, além da técnica, o poderio de interferência do cinema em nossas mentalidades. É esta a arte mais poderosa destes tempos, aquela que nos comenta e nos refaz. Porque precisamos tanto de narrativas quanto de um prato de comida, e não lemos mais romances, corremos aos filmes para que nos digam quem somos e aonde vamos”

Por Rosane Pavan, em matéria da Carta Capital nº 598, p. 78