Por Mino Carta
Gentil, doce, frágil… Quem nos apresentou foi meu pai, faz muitos anos, éramos mocinhos. Tinha voz forte, baritonal, não casava com o físico… Assim apresento Vlado Herzog em O Castelo de Âmbar, livro que escrevi e publiquei faz seis anos. É, digamos assim, ficção autobiográfica, e nela Vlado surge com outro nome, Aldo Walder. Mas é a história da sua morte que contei, episódio crucial da minha vida real de cidadão e jornalista.