A Academia Americana de Medicina Ambiental (AAEM, sigla em inglês), publicou em maio um posicionamento sobre alimentos transgênicos. “Pela saúde e segurança dos consumidores” pedem a criação urgente de uma “moratória aos alimentos geneticamente modificados e a implementação imediata de provas independentes e de longo prazo sobre sua segurança”.
Os médicos afirmam ser necessário “educar seus pacientes, a comunidade médica e ao público para evitar os alimentos geneticamente modificados”; a “considerar o papel dos alimentos transgênicos nas doenças de seus pacientes” e a “documentar as mudanças na saúde dos pacientes quando deixam de consumir transgênicos”.
Uma importante conclusão é que “há mais que uma relação casual entre alimentos transgênicos e efeitos adversos para a saúde”. Entre os efeitos negativos, comprovados a partir de dezenas de estudos em animais, mencionam “riscos sérios”, como infertilidade, desregulação da imunidade, envelhecimento acelerado, desregulação de genes associados com síntese de colesterol e regulação de insulina, mudanças no fígado, rins, baço e sistema gastrointestinal.
[Fonte: Brasil de Fato]