[Por Raquel Junia] O auditório do anexo dois da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro teve todos os lugares ocupados e algumas pessoas precisaram ficar de pé. Elas assistiam à Audiência Pública sobre a Conferência Nacional de Comunicação e a renovação das concessões de rádio e TV, presidida pelo deputado estadual Gilberto Palmares (PT), no dia 17 de outubro. A Audiência foi organizada pelo Comitê Rio Pró-Conferência Nacional de comunicação, do qual participam cerca de trinta entidades e movimentos sociais.


Participaram da mesa da Audiência Pública a representante do Coletivo Intervozes de Comunicação, Márcia Correa; o presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub); Orlando Guilhon, o diretor do Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação, Celso Schoroeder; o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azedo. e o deputado federal Jorge Bittar (PT-RJ).
 

O Ministério da Comunicação, apesar de convidado, não apareceu.  O deputado Jorge Bittar justificou a ausência do ministério. Segundo ele, a equipe ministerial já tinha um compromisso anteriormente assumido. Por unanimidade, a mesa concordou sobre a necessidade de se realizar uma Conferência Nacional de Comunicação. “Seria a possibilidade histórica de subvertermos esse costume de não debater a comunicação”, comentou Celso Schoroeder, do FNDC. 

No mesmo dia, na parte da tarde, um ato político-cultural na praça XV, centro do Rio, também pautou o tema. Durante o ato, o Teatro do Oprimido fez esquetes debatendo a necessidade de democratização da comunicação. Vídeos também foram exibidos e os participantes registraram depoimentos para a TV Comunitária de Niterói. Quem passava por ali era convidado a assinar o abaixo assinado pela realização da Conferência Nacional de Comunicação. 

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