Autor: Eric de Almeida

Cinema, arte e política no Quintas resistentes

[Por Jéssica Santos/NPC] Um andarilho. É assim que se define Luiz Arnaldo Campos, nosso entrevistado no Quintas Resistentes do dia 16 de julho. Com um currículo extenso e uma filmografia de peso, sua vida é marcada pela luta política. Em sua trajetória, ele une arte e política através do cinema. “Eu me vejo como uma pessoa que anda por aí, anda pelo mundo, ouvindo e inventando histórias, realizando filmes que querem emocionar, fazer refletir e dar esperança e vontade de construir um mundo melhor. Nessa caminhada, vou abraçado com duas namoradas: a arte e a revolução. São elas que me guiam e me seduzem, são por elas que me apaixono e tento servi-las da melhor forma. É a isso que tenho dedicado minha vida”, revela Luiz Arnaldo. | Continue lendo.

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Teatro político em tempos de repressão

[Por Euro Mascarenhas/NPC] A atriz e psicanalista Cecília Boal, entrevistada no Quintas Resistentes em 9 de julho, tem o teatro e a resistência marcados em sua história de vida. Nascida na Argentina, mas com residência e o coração no Brasil há décadas, Cecília foi casada por 43 anos com Augusto Boal, com quem também partilhou uma trajetória de amor ao teatro. O tema escolhido para conduzir a conversa foi 1968: a 1ª Feira Paulista de Opinião, espetáculo que marcou a luta da classe artística contra a censura. | Leia a cobertura completa.

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Solidariedade em Manguinhos: Mulheres lideram ações sociais

[Por Thaís Cavalcante/NPC] Se tem uma coisa que a pandemia mostrou, além do descaso e da incompetência do atual governo, foi bem a força e a vitalidade da organização popular. Incontáveis iniciativas mobilizadoras surgiram nas favelas, morros e comunidades buscando socorrer aqueles que se encontram em dificuldades para sobreviver depois que perderam sua renda por causa do isolamento social. | Leia a matéria completa.

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Sobrevivendo à pandemia e aos (des)governos

[Por Well Castro/NPC] Com o avanço da pandemia do coronavírus no Rio de Janeiro, grupo da Zona Oeste estão se organizando para atuar no combate à crise e na ajuda aos que precisam. É o caso dos coletivos “Lata Doida”, ‘Fazer o Bem Sem Olhar a Quem” e “Margarida Maria Alves”. | Leia o texto completo.

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