Autor: Eric de Almeida

1987

“Os MARÍTIMOS ESTÃO EM GREVE nos principais portos do país. Durante todo o séc. 20, os operários foram uma das categorias mais mobilizadas na defesa e conquista de direitos. Mesmo com o fim da Ditadura, a Marinha, no dia 7, ocupa os portos do Rio e Santos, continuando a velha prática de tratar as greves como ‘caso de polícia” (Fonte: Livro Agenda do NPC 2013: História das lutas, Levantes e Insurreições Populares no Brasil dos séculos XIX, XX e XXI).

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150 anos da Comuna de Paris

Karl Marx a qualificou como ′′glorioso prenúncio de uma nova sociedade”: a comuna de Paris de 18 de março a 28 de maio de 1871. Durante os 72 dias de sua existência, a sociedade francesa foi fundamentalmente reformada. Por exemplo, o conselho da comuna socializou fábricas, promoveu melhorias sociais para os necessitados, determinou salários oficiais iguais aos salários médios dos trabalhadores, a gratuidade escolar e a separação entre igreja e Estado.

Em aliança com o exército prussiano, que venceu a guerra franco-alemã no ano anterior, o governo civil de Versalhes iniciou uma ação militar contra a comuna. Após sua vitória, seu exército disparou contra milhares de Communards. O programa do primeiro governo operário do mundo visando instaurar uma ′′république démocratique et sociale “, é ainda muito atual. (Fonte: Fundação Rosa Luxemburgo)

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Tecendo a manhã, por João Cabral de Melo Neto

“Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito de um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.“

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Comunicação Popular. Esperança no ar

O Coletivo Pinga-Pinga produziu boletins sobre o seminário Seminário Internacional sobre Direitos Humanos e Empresas. edição do dia 18 relembra defensoras e defensores de direitos humanos, como Berta Cáceres, Seu Edvard, Rosana do Taim, Irmã Anni. Os textos são de Renato Paulino, Sislene Costa, Sandra Araújo e Idayane Ferreira.

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