Autor: Luisa Vieira

Conexões Periféricas debate juventudes e políticas de trabalho

Hoje, terça-feira, dia 9, às 19h, o Conexões Periféricas-RP recebe Paulo Bastos, professor, mestre em Educação, doutor em Urbanismo e vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Araruama para um papo sobre “Juventudes e Políticas de Trabalho”. Esse é mais um episódio da série Participação Política Das Favelas, realizada pelo Conexões Periféricas em parceria com o Núcleo Piratininga de Comunicação, o Jornal Abaixo Assinado de Jacarepaguá e Gee. A transmissão é ao vivo pelo Facebook. Acompanhe!

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Domingo, dia 14/4, será dia de cinema

No próximo domingo, dia 14/4, o projeto Domingo é Dia de Cinema irá exibir o filme “Nada Será Como Antes – A Música do Clube da Esquina”, com roteiro e direção de Ana Rieper. O longa mostra o processo criativo do grupo de artistas como Lô Borges, Milton Nascimento, Nivaldo Ornelas, Toninho Horta, Beto Guedes, Robertinho Silva e Wagner Tiso, responsáveis pela criação dos álbuns Clube da Esquina 1 e 2, na década de 1970, em plena ditadura militar. A projeção é às 9h no Estação Botafogo (R. Voluntários da Pátria, 88).

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O caso Marielle e aquilo que não pode mais ser escondido

[Por Guilherme Pimentel*] As investigações da Polícia Federal que apontam os mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson trazem à tona três verdades que não podemos mais ignorar.

A primeira revela que o crime se organiza dentro do Estado. Todos os envolvidos no assassinato de Marielle e Anderson são agentes públicos. O executor, um homem treinado pelo Estado para matar, usou armamento e munições comprados pelo Estado.

Os mandantes — um conselheiro do Tribunal de Contas, um deputado e um delegado de polícia — ocupam posições de mando em instituições de poder estatal. Não há um morador de favela envolvido, não há quadrilheiros usando recursos próprios.

Todos os atos foram realizados no seio de aparatos de um Estado fundado na colonização escravocrata, que historicamente tem como principal política pública a produção da violência nas periferias contra a maioria da população para a extração da riqueza e preservação dos interesses das elites coloniais.

Ao longo da história do Brasil, muita coisa mudou na lei, porém a lei não se cumpriu por si só, e convivemos até hoje com a continuidade histórica deste passado tão presente entre nós. | Continue lendo.

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