Por Pedro Casaldáliga, poeta do Araguaia
Malditas sejam todas as cercas!
Malditas todas as propriedades privadas que nos privam de viver e de amar!
Malditas sejam todas as leis, amanhadas por umas poucas mãos, para ampararem cercas ebois e fazerem da terra escrava e escravos os
homens!