Autor: Luisa Vieira

Precisamos (ainda) encarar o debate sobre o papel das TVs e rádios na disseminação de fake news

[Por Rosangela Fernandes, João Paulo Malerba e Suzy dos Santos – Carta Capital] Urgente, indispensável, vital. O risco das fake news para o regime democrático é praticamente um mantra diante dos estragos causados nos últimos anos. Estragos não só no sentido figurado, mas também nos ataques que presenciamos ao patrimônio público e à democracia. (…) No mundo virtual, as notícias falsas, teorias conspiratórias e discursos intolerantes são destaques constantes entre os tópicos mais curtidos e compartilhados. Ainda que sem base na realidade, eles habitualmente mobilizam, chocam, emocionam e competem de forma desleal com as informações verdadeiras. Saem do virtual e se espalham pelas conversas reais na mesa do bar ou no encontro de família. O resultado é o borramento das fronteiras entre o falso e o verdadeiro com consequências profundas. Mas o alerta é: há vida além do Twitter, TikTok, Instagram, Facebook e outras redes. O debate da vida real e dos grupos de WhatsApp e Telegram são também pautados pelas mídias tradicionais, que podem ter tido sua influência abalada pelo avanço tecnológico, mas sobrevivem. Seguem tendo responsabilidade no caos de desinformação que só se agravou nos últimos anos. | Leia o artigo completo.

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Fundação Rosa Luxemburgo promove curso sobre a formação das sujeitas e dos sujeitos periféricos

A Fundação Rosa Luxemburgo promove o curso “A formação das sujeitas e dos sujeitos periféricos: cultura e política na periferia de São Paulo”, com Tiaraju Pablo D’Andrea. Tiaraju é autor do livro “A formação das sujeitas e dos sujeitos periféricos: cultura e política na periferia de São Paulo” e professor da Unifesp/Campus Zona Leste e do Programa de Pós-Graduação Mudança Social e Participação Política da EACH/USP. O curso será online e gratuito. | Saiba como se inscrever.

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Combate à Desinformação

[Via CRIAR Brasil] A CRIAR Brasil está com inscrições abertas para um projeto voltado para comunicadoras e comunicadores populares e comunitários(as). A ideia é desenvolver uma ação conjunta de combate às informações falsas e o discurso intolerante. O projeto inclui formação, compartilhamento de experiências e produção colaborativa de materiais de comunicação que contribuam para revelar as diferentes faces do problema nas diversas regiões do país. Você se interessa por esse tema? Então, se inscreva para participar da seleção. Basta preencher o formulário até o dia 3 de março. | Acesse aqui.

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Mapeamento Nacional de Conflitos pela Terra e Moradia é lançado na internet

Está no ar o Mapeamento Nacional de Conflitos pela Terra e Moradia, produzido no âmbito da Campanha Despejo Zero, iniciada em 2020 para pressionar o Governo Federal a suspender as ações de despejo durante a pandemia da Covid-19. O trabalho foi realizado pela Campanha Despejo Zero, Fórum Nacional de Reforma Urbana, Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico, Habitat para a Humanidade, CDES Direitos Humanos, Observatório de Remoções, Labá Direito Espaço e Política, Observatório das Metrópoles. Trata-se de uma plataforma colaborativa que permite o monitoramento e análise de conflitos relacionados à terra e à moradia no Brasil com objetivo de promover justiça social e direito à terra e à moradia. | Acesse aqui.

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ANDES-SN lança nova edição da revista Universidade e Sociedade

[Via Agência Tambor] Durante seu 41º Congresso, o ANDES-SN lançou a 71ª edição da Revista Universidade e Sociedade. A publicação tem o título  “As contrarreformas no Brasil: a educação pública na resistência aos ataques neoliberais”. A revista foi lançada na segunda (06/02), durante a plenária de abertura do 41º Congresso do ANDES – Sindicato Nacional, em Rio Branco (AC). Jennifer Webb Santos, 3ª tesoureira do ANDES-SN e integrante da comissão editorial da publicação, afirma que a revista é um instrumento de luta do sindicato.Jennifer diz que a revista “é do ANDES-SN e também de todos e todas nós. É nossa responsabilidade dar a ela qualidade acadêmica e colocá-la no centro das nossas produções, das nossas pesquisas e do que produzimos na universidade. Precisamos valorizar a nossa produção”. | Acesse aqui a edição 71 da Revista Universidade e Sociedade e outras edições.

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