Autor: Luisa Vieira

NPC na cobertura do 2° turno no Rio de Janeiro II

[Por Joseilton Mendes – Curso de Comunicação Popular do NPC/2022] Estácio, Zona Norte – Na parte da manhã foi de aparente tranquilidade o movimento na seção eleitoral, do clube do servidor municipal, no bairro do Estácio. Nas primeiras horas, foi observado um número maior de pessoas usando camisas da seleção brasileira. A partir de meio-dia, o número de pessoas chegando ao local de votação usando o adesivo do candidato do PT, aumentou. Numa padaria, fregueses discutiam o assunto do dia. Cerca de 7. Sendo que apenas 2 clientes declararam voto no atual presidente. Os outros, logo se manifestaram em favor do Lula. Inclusive, uma senhora, que concordou conversar comigo, a senhora Fabiana, de 58 anos, disse que depois do Brizola, era Lula a sua escolha política. | Leia a matéria completa.

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Cicilia Peruzzo lança livro no 28º Curso Anual do NPC

Durante o 28o Curso Anual do NPC será lançado, com a presença da autora, o mais novo livro da professora Cicilia M. Krohling Peruzzo: Pedagogia da Comunicação Popular e Comunitária dos Movimentos Sociais (Ed. Sulinas). A obra mostra os processos de comunicação que se efetivam no contexto dos movimentos sociais populares, comunidades e associações civis construtores de dinâmicas coletivas de organização popular. Em sua práxis, esses atores coletivos, como articulações de segmentos da sociedade civil que se reconhecem como portadores de direitos e se organizam para reivindicá-los, protagonizam lutas que culminam na conquista de direitos de cidadania e transformação da realidade.

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Novo livro de Marcio Pochmann também será lançado no 28º Curso Anual do NPC

Outro autor que estará presente para lançar o seu livro durante o 28º Curso Anual do NPC é o professor eeconomista Marcio Pochmann. A obra O sindicato tem futuro? é o novo título da série Emergências, da Expressão Popular em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. Ao indagar sobre o futuro da organização sindical da classe trabalhadora, o autor questiona a “colonização do pensamento único que insiste em bloquear a imaginação e a desestimular a luta pela edificação de um novo horizonte aos trabalhadores” e afirma que “a disputa pelo futuro do trabalho segue inconclusa diante das possibilidades construtivas de distintos caminhos tangíveis para a nação”. Com isso, Pochmann conclui “que o sindicato tem futuro, mas não de modo autodeterminado, e sim se for resultado de sua capacidade de condicionar ao mesmo tempo que se encontra condicionado como um todo pela sociedade à qual pertence”.

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