Autor: Luisa Vieira

Tecendo a Comunicação Popular – inscrições encerradas

Estão encerradas as inscrições para o Seminário Tecendo a Comunicação Popular, que será realizado pelo Núcleo Piratininga de Comunicação e pela Fundação Rosa Luxemburgo nos dias 22, 23 e 24 deste mês.

Para aqueles que têm interesse em participar e não conseguiram se inscrever a tempo, está aberta uma lista de espera. A inclusão de nomes na lista de espera deve ser solicitada através do e-mail: npiratininga@piratininga.org.br

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Historiador Luiz Antonio Simas: ‘É preciso fazer o Brasil dar errado’

[Por Chico Alves] Concentração de renda, racismo, violência, machismo, desemprego. Na interpretação do historiador carioca Luiz Antonio Simas, esses e outros ingredientes dramáticos, tão frequentes no cotidiano nacional, não devem ser interpretados como sinais de que o Brasil fracassou. “Isso aqui é um projeto bem-sucedido de país”, apregoa. “Um projeto colonial, fundado na ideia de exploração da terra, na exploração dos corpos, no genocídio do indígena, na escravização do negro”. No diagnóstico feito por Simas, em entrevista à coluna, é justamente esse roteiro de exclusão que o país vem seguindo à risca desde a colonização. Para que as mazelas nacionais sejam superadas, o historiador defende que o projeto cruel, que tem dado certo até aqui, seja modificado. | Confira a entrevista completa.

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Ouça a voz de um jovem preto e favelado

[Por Nice Lira*] “Não é porque uma pessoa tem a cor diferente, que ela é inferior, ou que vá ferir os outros”. Essas foram as palavras de Yago da Silva Andrade, 13 anos, meu filho, ao ser perguntado sobre o racismo. O texto de hoje é diferente, não pelo assunto, mas pela vivência. Hoje trago a voz de um pré-adolescente sobre tudo que falei nos textos anteriores, pois eu precisava externar e compreender os sentimentos do meu filho, diante do meu medo. Yago é um jovem que cresceu dentro de casa, sem muito contato com crianças da idade dele, a não ser, os amigos da escola. Por conta do meu medo, sempre fiz de tudo para protegê-lo, e o que sempre achei ideal era deixá-lo dentro de casa. Sendo assim, ele nunca conheceu pessoalmente a maldade das pessoas. | Leia a matéria completa.

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