Autor: Luisa Vieira

31º Curso Anual do NPC já tem data marcada: de 4 a 7 de dezembro de 2025

Balzaquiano, cheio de charme, segurança e maturidade, o Núcleo Piratininga de Comunicação anuncia a data da 31ª edição do seu curso anual: de 4 a 7 de dezembro de 2025, no Rio de Janeiro. São quatro dias de estudo, reflexão e utopia. E também a folia. Por que não? Quatro dias em que a solidariedade reina na busca coletiva por um mundo justo. No centro dos debates “A comunicação por um mundo igualitário”, a comunicação da classe trabalhadora, a única capaz de enfrentar o capital porque é feita por aqueles e aquelas que não têm nada a perder a não ser as correntes visíveis e invisíveis. A comunicação da classe é feita nos sindicatos, becos e vielas.

Palestras, debates e oficinas, que serão ministradas por pesquisadores da comunicação, jornalistas, historiadores, militantes e sindicalistas, serão divulgados ao longo das próximas semanas! Tudo com gente que tá correndo atrás de um mundo melhor.
Como vocês sabem, o NPC é uma organização auto sustentável que conta com o apoio pontual de outras organizações e uma contribuição fixa mensal de um pequeno grupo de pessoas. Então, pra que nosso curso possa acontecer, cada um paga sua inscrição e a amizade continua. Para participar, cada pessoa pagará uma taxa de R$ 1.150,00 sem hospedagem e almoço. O valor com hospedagem ainda depende de negociações com hoteis. Neste valor estão incluídos acesso às palestras, lanches, material de apoio e certificado. É com essa taxa que o NPC custeia as passagens e hospedagens dos palestrantes e o local do evento.

E, como sozinhos não somos nada, agradecemos a vocês que estão sempre conosco e aos palestrantes que há 30 anos topam participar de nossas atividades simplesmente por amor à causa.

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A batalha das ideias pós 1990

[Por Claudia Santiago] O que mudou na batalha das ideias, então, se os explorados sempre estiveram em desvantagem na disputa de hegemonia? Para não irmos tão longe, vamos conversar sobre os últimos 30 anos. Como dito anteriormente, as mudanças tecnológicas ocorridas não afetaram apenas o modo como as pessoas se comunicam. Elas se deram também na forma como as pessoas trabalham. Na década de 1990 do século passado, período da explosão da Internet, o movimento sindical debatia Toyotismo, automação, e, principalmente, o neoliberalismo, que vinha varrendo os direitos conquistados nos séculos XIX e XX pela classe trabalhadora, e apagando os resquícios do Estado de bem-estar social que prevalecera em boa parte do mundo no pós-guerra. | Leia o artigo completa.

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“Quem Cuida de Mim?”

“Quem Cuida de Mim?”, filme do diretor do Sinpro-Rio, Afonso Celso Teixeira, e de Cristiano Requião, trata do adoecimento mental de professores da rede pública e privada. O documentário faz uma análise da perspectiva real de falta de professores do ensino infantil, básico e médio para os próximos 15 anos. | Saiba mais.

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Jornalista Camila Marins dá o papo reto

PEJOTIZAÇÃO É FRAUDE! Recentemente, o Supremo Tribunal Federal suspendeu o julgamento de todas as ações trabalhistas sobre pejotização. A contratação via PJ (Pessoa Jurídica) impede o acesso a direitos, à saúde, à aposentadoria e ao tempo. Nesse sistema, a classe trabalhadora não tem direito à aposentadoria, licenças-maternidade e paternidade, auxílio doença, auxílio acidente de trabalho e nem a uma jornada de trabalho que considere o tempo para a família, o lazer, os amores, o descanso. Vamos dizer NÃO à pejotização. Somos CPF e classe trabalhadora e queremos CLT. Olha aqui!

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A cobertura preconceituosa da imprensa RJ-SP sobre a COP-30 em Belém

[Por Ismael Machado – Publicado em: 18/06/2025 – Belém (PA)] – A escolha de Belém como sede da COP-30 (Conferência do Clima da ONU, 2025), apesar de todas as críticas que se possa fazer a respeito de suas reais consequências positivas para a discussão de um futuro  ambiental para o mundo, não deixa de ser um marco importante para o Brasil, destacando a Amazônia como centro das discussões climáticas globais. No entanto, parte da imprensa do eixo Rio-São Paulo tratou o evento com um tom de desdém e preconceito, reproduzindo estereótipos regionais e minimizando a importância da região Norte.  Ao invés de promover um debate equilibrado sobre os desafios logísticos inerentes à primeira edição da conferência na Amazônia, diversas reportagens reforçam estereótipos negativos, pintando Belém como incapaz, atrasada e caótica — visões que ignoram tanto os esforços locais quanto a própria dinâmica histórica da região. | Continue lendo.

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